Multicloud: Agilidade e flexibilidade para cada carga de trabalho

A adoção mundial de nuvem pública, privada e híbrida está se expandindo rapidamente fortemente acelerada pela necessidade da transformação para o digital, diferenciação do negócio e redução de custos, implicando em novos modelos de consumo de TI.

A realidade clara é que se os departamentos de TI não buscarem a redução da complexidade, melhorias na segurança, redução dos custos e principalmente ganhar agilidade e flexibilidade exigidas na jornada para o digital, estão fadadas ao fracasso.

Os gestores de TI estão mudando sua forma de atuação e estão se tornando “TI como-um-serviço” um modelo operacional onde a TI atua e opera como um prestador de serviços interno, suportando a inovação as necessidades das outras linhas de negócio (LOBs).

“Não existe uma única nuvem para todas as aplicações e não é toda aplicação que consome qualquer nuvem.”

Enquanto nuvem pública pode se tornar o modelo de implantação primário para muitas cargas de trabalho nos próximos 5 a 10 anos, muito em função das vantagens de custo e redução da sobrecarga de gerenciamento, hoje vivemos um período de transição e múltiplas nuvens são a realidade para suportar a maturidade das aplicações e a jornada para o digital.

A adoção de nuvens híbridas no Brasil ainda está engatinhando, muitos provedores de nuvens e fornecedores possuem ofertas, mas implementar nuvens híbridas requer um profundo entendimento das necessidades do momento, desafios e da maturidade das aplicações da empresa.
Por outro lado, as nuvens privadas também têm pouca aderência por aqui principalmente por falta de ofertas consistentes e conhecimento das equipes de TI para sua implementação.

Cada vez mais fica claro que a melhor abordagem é consumir Multicloud.

Entender o momento na jornada para o digital e a maturidade das aplicações é fundamental para determinar qual a melhor escolha para cada carga de trabalho. As características e requisitos suportados por cada nuvem como custo, desempenho, flexibilidade, abrangência e simplicidade de uso necessitam ser analisadas e somente uma abordagem multi-nuvem possibilita a evolução para um modelo de de TI dinâmico, ágil e flexível.

Nós da Compasso entendemos que as empresas devem consumir nuvens de acordo com a maturidade das suas aplicações, suas características, conformidades e custos que melhor se encaixam as suas necessidades, apoiado por um experiente Multicloud.

 

Artigo elaborado por Lauro de Lauro, profissional com mais de 30 anos de experiência e especialista em Cloud Computing.