A importância do CIO no cenário da transformação digital

A importância do CIO no cenário da transformação digital

“Vamos trocar as turbinas com o Airbus em pleno vôo”. Quem nunca ouviu esta frase em TI? As transformações constantes no cenário de soluções tecnológicas trazem desafios diários aos CIOs, que se veem no comando de enormes aeronaves, repletas de painéis de controles, com o céu nublado e rajadas de raios e trovões.

Dá para afirmar que a rota desse vôo cruza com a jornada da transformação digital da empresa? Ou tudo está embarcado na mesma aeronave? Independentemente da situação e da solução, não dá para negar que a virtualização e a cloud computing são recursos que ajudam os CIOs a não mais construir tudo do zero, mas sim continuar a evolução do negócio de forma integrada, com mais segurança, performance e custos otimizados.

A cada ano, o CIO enfrenta de forma mais intensiva o desafio de gerir estruturas legadas, juntamente com as novidades a serem implementadas, sem deixar de pensar em inovações disruptivas para atender o seu cliente interno. É como “fritar o peixe e olhar o gato”.

Pesquisa CIO Global 2016-2017, realizada pela Deloitte em 48 países, indicou que para 57% dos CIOs, suas empresas têm a expectativa de que eles ajudem na inovação dos negócios e no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Porém mais da metade dos entrevistados (52%) afirma que o desenvolvimento da inovação e de soluções disruptivas simplesmente não existe ou não vem sendo aplicado em suas organizações.

Para manter o bom funcionamento de toda infraestrutura, o CIO deve, juntamente com o gerente de TI, ter em mente que o caminho para a transformação digital envolve as etapas de:

  •      Pensar em tecnologia
  •      Mapear onde quer chegar
  •      Ter bem definida a estratégia de transformação digital

É neste ponto que o cloud computing se conecta com a transformação digital.

Cada vez mais, as empresas estão em busca da contratação de tecnologia como serviço: o SaaS, IaaS e PaaS, por exemplo. Essa mudança gera mais agilidade ao negócio, o que é essencial no processo de transformação.

A nuvem é um habilitador que permite às empresas obter ganhos e redução de custos, já que elas pagam somente por aquilo que consomem. Além disso, outro ponto importante é que o cloud computing gera agilidade e flexibilidade para as empresas, permitindo ao CIO tomar decisões rápidas em relação à infraestrutura, como ativar e desativar recursos, por exemplo.

Outra vantagem é que isso pode ser feito a qualquer momento, sem a necessidade de depender de um fornecedor. No caso de um e-commerce, isso faz toda a diferença, já que a empresa consegue se preparar para atender a alta demanda das datas sazonais, aumentando a capacidade do seu datacenter sempre que for necessário.

A jornada para a nuvem

Antes de optar pelo modelo de nuvem que mais se enquadra ao seu negócio, analise os recursos de TI e as aplicações que rodam melhor em cada fornecedor de cloud computing.

Neste ponto, conte com a jornada na nuvem, analisando o momento certo de migrar cada aplicação e o processo de implementação e sustentação de cada uma. É muito importante planejar em arquitetura de nuvem as aplicações e sistemas associados à inovação. Considere que alguns sistemas legados podem se comportar melhor em datacenter próprio.

Em alguns casos é preciso mais de uma nuvem para tirar o melhor benefício da operação de TI.

 

Multicloud pode ser a solução que você precisa

O conceito de Multicloud envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso. Ele combina tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas. Ao adotarem a nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia. Logo, diferentes nuvens são mais adequadas a diferentes necessidades.

Mesmo os negócios com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes. As empresas têm o desafio de manter sistemas e processos legados, juntamente com a evolução da jornada da transformação digital. E a nuvem pode endereçar grande parte das soluções. Nesse ponto, a Multicloud se faz efetiva, permitindo que as empresas utilizem recursos tecnológicos com diferentes características e requisitos.

O UOLDIVEO apoia os CIOs na transformação digital sempre conectando buzzwords como Big Data, Analytics, IoT e Cloud Computing às necessidades reais de transformação dos negócios.

 

 

Como lidar com a geração Z como consumidores e colaboradores

Como lidar com a geração Z como consumidores e colaboradores

Outro dia assisti uma apresentação sobre a geração Z. Que é justamente a geração que já nasceu neste mundo conectado. Ela não viveu a transição do advento da Internet, onde percebeu-se claramente o mundo antes e depois da Rede.

 

As referências são as de estar conectado à todos em real time e de também executar cinco tarefas simultaneamente. Não há limite!

 

Por mais que imaginemos que essa geração é muito reservada e focada em seu mundo, estudos indicam que é a mais antenada e comunicativa. Porém, usa a tecnologia a seu favor. Tem centenas, para não dizer milhares de amigos virtuais e estão a todo o tempo falando em grupos.

 

É uma geração que não tem preconceito algum, aceita e respeita as pessoas como elas são, não questionando suas posições sociais, políticas e muito menos suas opções sexuais.

 

Como lidar com essa geração como consumidoras ou colegas de trabalho?

 

São extremamente criativas e liberais, o que facilita o contato. Agora, o mundo delas é bastante agitado e instável. Não tem nenhum problema em mudar de ideia, desde que seja convencido para tal.

 

Agora, essa visão pluralista e desapegada de bens materiais, os fazem um consumidor essencialmente de serviços. Por exemplo, não estão preocupados em ter um carro, mas sim em se locomoverem de forma prática, eficiente e o mais barato possível. Assim, serviços como Uber ou Airbnb (para alugarem um quarto), dentre outros exemplos, atendem bem.

 

Essa geração valoriza os serviços digitais disponíveis na rede e estão mais propensos a consumi-los. E por entenderem esse mundo conectado, podem ajudar as empresas a desenvolverem aplicativos e ou serviços de uma maneira geral, para esse mundo novo. E quem sabe, produtos e serviços que atenderão à nova geração que virá – talvez chamada geração Alpha!

 

Gil Torquato

 

5 vantagens que sua empresa pode conquistar ao escolher o UOLDIVEO

5 vantagens que sua empresa pode conquistar ao escolher o UOLDIVEO

Tecnologia e negócios sempre caminharam juntos. Mas quando a TI é estratégica para os negócios, os parceiros tecnológicos precisam estar um passo à frente para atender às necessidades dos clientes. Mais ainda, antecipar, de forma consultiva oportunidades e também problemas futuros, considerando a expansão e prosperidade do negócio.

 

Constatamos nos últimos tempos empresas com características tipicamente digitais impactando nos mercados tradicionais. Os modelos de negócios não esperam mais aqueles 3 a 5 anos para serem mudados. O crescimento antes linear, tornou-se exponencial.

 

E como lidar com inovações, tecnologias, processos, segurança e cobrança por performance? Como aprender novas experiências e introduzir as melhores práticas ao negócio sem perder tempo e dinheiro?

 

Muitas dessas respostas não está só na nuvem, mas na proposta de valor adotada pelo parceiro tecnológico que procura entender as metas estratégicas dos clientes, antes mesmo de falar em TI. É nesse cenário que o UOLDIVEO pode ajudar.

 

Confira cinco vantagens que sua empresa pode obter com o UOLDIVEO:

 

1. No UOLDIVEO, as empresas podem contar com serviços dos principais players de nuvens públicas do mercado, como AWS, Microsoft Azure e Google Cloud e nuvens geridas pelo próprio UOLDIVEO para necessidades específicas como é o caso de VMWare, OpenStack e Virtual Data Center para sistemas legados.

 

2. Para o UOLDIVEO, Multicloud é muito mais que um painel de controle único ou o uso de várias nuvens. Multicloud é a combinação de tecnologia, pessoas e a proximidade com o negócio do cliente.

 

3. As inúmeras possibilidades em termos de tecnologia e uma extensa camada de serviços fazem do Multicloud UOLDIVEO o caminho adequado para a transformação digital das empresas.

 

4. O item mais citado pelos CIO em relação aos seus desafios são as pessoas. Quanto maior a complexidade tecnológica, maior especialização e maior o desafio de reter e contratar talentos. Contar com um provedor Multicloud é uma das melhores formas de se tirar proveito das características de cada tecnologia.

 

5. Para o UOLDIVEO, mais importante do que oferecer alternativas de hardware, software e infraestrutura ou um painel de acesso a diferentes nuvens públicas, é entender os desafios do cliente e compor de forma adequada uma solução que atenda às necessidades de cada aplicação, dentro de um contexto diferenciado de atendimento que permita o suporte ao crescimento do negócio dos nossos clientes.

 

Ficou interessado em conhecer mais sobre a nossa oferta de cloud computing? Consulte-nos: contato.

 

UOLDIVEO

Como buscar mão de obra qualificada

Eis o grande desafio que todas as empresas enfrentam nos dias de hoje: mão de obra.

Além de não ser suficiente a quantidade de formandos – que para nossa indústria vem dos cursos de ciência da computação, engenharia, publicidade etc. – a qualidade dos recém-formados é cada vez mais deficiente no Brasil.

No UOLDIVEO temos resolvido, ou tentado resolver essa questão, por três caminhos: o primeiro é apoiarmos instituições educacionais com bolsa de estudos oferecidas diretamente a alunos que se encaixam no nosso perfil de necessidade profissional. O segundo, é de promovermos cursos, certificações e aperfeiçoamento profissional para nossos colaboradores, geralmente em parceria com os fornecedores. Esses cursos podem ser ministrados no Brasil ou no exterior. Outro caminho que adotamos é o de fazermos intenso treinamento interno através dos chamados multiplicadores (pessoas que foram treinadas e possuem perfil de replicadores de conhecimento, quer seja técnico ou comportamental). Ano passado treinamos mais de 50% de nosso corpo de profissionais.

Nos encontros anuais com todos os funcionários do UOLDIVEO aproveitamos para reforçar as mensagens de Missão, Visão e Valores da Companhia, que não deixa de ser uma forma de reforçar a identidade da empresa e de treinar nossos colaboradores.

O perfil dos profissionais, de todos os tipos de empresa, vem mudando absurdamente. Na nossa indústria então, a mudança é notória e visível, desde o visual mais casual de se vestir, fisionomia, até o mais importante a meu ver, que é o comportamento.

Apesar da escolaridade ser muito qualificada (superior completo/incompleto + pós-graduação representa 92% dos profissionais), a grande massa de colaboradores por ser jovem, requer um acompanhamento bastante próximo dos gestores, esses sim, mais maduros e experientes, para mantê-los motivados e comprometidos.

Outro dia li que a chamada geração Z – pessoas que nasceram na virada do milênio para cá – já representa 27% da população mundial. Estamos falando em 2 bilhões de habitantes com esse perfil. São pessoas muito mais “antenadas” e acostumadas em usar a tecnologia de forma natural e intuitiva. São menos apegadas a valores tradicionais e, portanto, mais abertas à consumirem o novo, não tendo amarras que as inibam de expor ideias e formas de agir e pensar.

Não tenha nenhuma dúvida que essa geração nos desafia a buscar formas de criar fidelização às companhias e motivação para execução de suas tarefas. Só mesmo estando muito próximo a elas conseguiremos evoluir nessa importante missão.

 

A criação de uma empresa: O mundo digital transformando os negócios

O mundo de Internet é muito dinâmico e desafiador. Acompanho a evolução da Internet desde 1995, portanto, há mais de 20 anos. Posso assegurar que é humanamente impossível estar up date com tudo, mas podemos ao menos estabelecer alguns focos e acompanhá-los. Temos a obrigação de saber o que acontece nos segmentos que atuamos, porém esse acompanhamento tornou-se muito desafiador.

Nos dias de hoje, a cada momento alguém em algum lugar do planeta lança algum sistema de meios de pagamento revolucionário ou cria alguma plataforma nova de e-learning que traz inovações etc. Principalmente pela facilidade onde qualquer pessoa com uma ideia – que pode ser boa ou não – tem condições de colocá-la no “ar” em minutos através de provedores de hospedagem em nuvem, como o UOL Host. E mais, pode também com alguns clicks associá-la à algum meio de pagamento que aceita todas as bandeiras de cartão de crédito como o Pagseguro.

A divulgação também ficou factível através de soluções associadas ao target desejado e o mais importante, estabelecendo o quanto você está disposto a investir na comunicação. Sem contar redes sociais, blogs, sites e outras ferramentas usadas para tal. Tudo isso de forma rápida, com despesas pequenas e pagas sob utilização ou demanda.

Enfim, tudo ficou mais fácil! O problema é ter uma ideia que faça a diferença e de fato possa ter atributo suficiente para atrair não só a atenção das pessoas como também que as façam consumir. Não podemos esquecer que boas ideias muitas vezes surgiram em teses universitárias e em empresas criadas em garagens. E hoje, muitas delas são líderes mundiais, usando plataformas universais.

Cada vez mais percebe-se empresas que acham que sua indústria ou serviço possuem tal peculiaridade que não precisam estar associadas ao mundo digital. Essas empresas mais cedo ou mais tarde quebrarão a cara. O problema ocorre quando além de não acordarem para essa verdadeira revolução digital, tentam remar contra.

A indústria fonográfica é um exemplo claro disso, plataformas digitais de música substituíram a venda de CDs, que daqui a pouco virará peça de museu, fazendo companhia aos discos de vinil. Os grandes conglomerados de mídia que não buscaram se modernizar, usando a Internet como aliada, também estão passando por dificuldades.

As vezes um aplicativo útil pode estimular um determinado serviço e destruir a forma antiga de se consumir, como por exemplo, os polêmicos aplicativos de táxi.

Uma coisa sempre prevalecerá, posso garantir que a vossa excelência o cliente é quem vai mandar nesse jogo. Esteja atento ao que ele está sinalizando pois é ele quem vai consumir ou não o seu produto ou serviço.

Foco no cliente é importante para nos anteciparmos e sempre satisfazer seus desejos, antes que algum concorrente o faça. E o pior é que esse concorrente, nesse mundo digitalizado, pode ter sido criado a pouco tempo, mas pode ter o “poder” de destruir o seu modelo de negócio. E o mais grave, o negócio do seu cliente também pode estar sendo ameaçado.

Bem-vindo ao mundo digital!

Desculpe o transtorno, precisamos falar sobre as mulheres

No UOL e UOLDIVEO ocorrem num ciclo trimestral as conferências Tech Day, onde os profissionais tem oportunidade de falar para toda a companhia sobre os trabalhos desenvolvidos por suas equipes e suas contribuições, ou sobre assuntos diversos de tecnologia dos quais eles estejam se dedicando e que acreditem que traga valor aos colegas de trabalho. É sempre uma experiência maravilhosa de troca.

No último, ocorrido em Julho, uma palestra especial me chamou a atenção – ela falava especificamente em Internet para todos – abordando UX para deficientes visuais. Frequentadora assídua de conferencias de tecnologia, um dado que fica evidente é que temas como diversidade e inclusão, no geral, são temas abordados pelos grupos femininos de desenvolvimento.

Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza) abre o prefácio de “Faça Acontecer, Mulheres, Trabalho e a Vontade de liderar” da Sheryl Sandberg (Facebook) com um foco especial sobre o momento da economia contemporânea, onde a capacidade de ensinar, interagir, aprender, educar, relacionar-se e trabalhar em equipe são fundamentais, como o momento de maior valor para liderança feminina.

Mulheres são educadas e cobradas, desde cedo por capacidades como empatia e responsabilidade. São muito mais incentivadas a falarem sobre seus sentimentos e problemas, os que as tornam muito mais receptivas e compreensivas com os problemas alheios.

A verdade é que a convergência digital traz um desafio gigante de olhar para os mercados não explorados, a inserção de grupos que hoje não fazem parte do olhar estratégico do mercado como um todo e sim de nichos específicios. O reposicionamento de produtos e o desenvolvimento de uma gama deles para os quais ainda não existem demanda. Isso requer um poder criativo que dificilmente virá de grupos homogêneos. A diversidade é a chave para a criatividade.

Em biologia, através do principio de Hardy Weinberg, é possível checar que a evolução genética depende de um fator que altere os alelos do DNA, através de uma grande população e a interação entre os indivíduos diversos. Se as interações satifizesse certas condições, as frequências dos alelos permaneceria inalteradas ao longo das gerações. A analogia com a criatividade é extremamente simétrica, dado que indivíduos que possuem formações semelhantes, que consumam o mesmo tipo de cultura, e frequente os mesmos lugares, irá certamente olhar de uma forma muito similar para problemas diversos. A criatividade nasce da diversidade e espaço para a interação de indivíduos diversos. Isto se reflete na forma como plataformas de Open Creativity tem se alastrado fortemente, e como programas de diversidade estão presentes em quase todas as gigantes do vale do Silício, pois trata-se não só da coisa certa a se fazer (do ponto de vista ético e moral), mas também a coisa esperta a se fazer. Ambientes com mulheres em posições de alta liderança possui um ROI 35% mais alto que empresas que só possuem homens na liderança de acordo com a lista da 500 Fortunes, elas também são consideradas os melhores lugares para se trabalhar.

Mas por que, dado todas essas informações é tão difícil alavancar a participação feminina nas altas lideranças?

Acredito que não existe uma resposta única para uma pergunta tão complexa. Existem os fatores sociais, os fatores legais e os culturais.

Uma empresa que queira abraçar a diversidade deve garantir que as mulheres tenham espaço reservado a mesa de discussão, que tenham suas vozes ouvidas, contabilizadas. Abraçar as diferentes visões sobre um mesmo problema e partir do principio que não há formulas mágicas e caminhos prontos para que a magia aconteça. Mas deve haver um programa que fomente a participação feminina, que estejam abertos a aprender com elas o novo jeito de liderar, de falar sobre os problemas e como solucioná-lo. Da mesma forma que cabe à elas aprenderem a tomar a frente, assumir riscos, expor as opiniões sem o medo de errar, do julgamento, coisas que os homens fazem desde sempre.

UOLDIVEO promove encontro de gerações de mulheres em TI
UOLDIVEO promove encontro de gerações de mulheres em TI

Campanhas como o He for She vem fazendo um excelente trabalho e propondo o diálogo transversal sobre a necessidade das mulheres neste novo momento rumo à equidade de gêneros. Dentro das companhias os outros 50% da população necessitam se sentirem representados pelo Mercado, já que esses outros 50% são responsáveis diretamente por $20 trilhões de dólares do consumo anual global, e aumentará para $28 trilhões nos próximos cinco anos. Além de ter influencia em boa parte dos consumos indiretos.

Há muito espaço para a troca e aprendizado dentro das companhias, em quaisquer seguimentos de atuação. E os espaços que se abrem para que esse processo evolutivo das companhias ocorram já garantem o seu lugar ao sol.

Abraços e até o próximo post.

Ana Luca Diegues

Fontes:

http://fortune.com/2015/03/03/women-led-companies-perform-three-times-better-than-the-sp-500/

http://www.forbes.com/sites/bridgetbrennan/2015/01/21/top-10-things-everyone-should-know-about-women-consumers/#7cd3c6d52897

http://h20435.www2.hp.com/t5/HP-Labs-Blog/The-HP-Weigh-Diversity-and-the-Hardy-Weinberg-Principle/ba-p/295220#.WAUJBPkrLIU

http://www.mckinsey.com/global-themes/employment-and-growth/how-advancing-womens-equality-can-add-12-trillion-to-global-growth

 

 

 

 

A criação de uma empresa: Novas aquisições

Bem, agora com o brand criado, precisaríamos de fato concluir a unificação das equipes. Assim, decidimos que mudaríamos para o endereço que o UOL iniciou suas atividades. A velha e histórica Alameda Barão de Limeira. O mesmo endereço que a Folha se mantinha desde 1953. Inclusive foi nesse endereço que em 11 de março de 1985 eu iniciei minha carreira no Grupo, atuando na área comercial.

Acomodamos grande parte da equipe em dois prédios na Barão. Isso nos ajudou na integração e na busca por sinergia.

A tarefa mais árdua que hoje posso afirmar – depois de muito trabalho – é a criação de uma nova cultura. Desde o simples crachá unificado até metas e atendimento, é um longo e complicado percurso. Muitas horas de treinamento, encontros e alinhamento com os hoje 1.600 funcionários. Mas, claramente, é por esse caminho de unificação e processos que temos que seguir para obtenção de sucesso.

Por falar em processo, continuando na toada de aquisições, nos deparamos com uma empresa que nos enriqueceu muito com seu processo e qualidade que adotamos como padrão no UOLDIVEO. Refiro-me a Solvo, empresa que adquirimos em 2012 e que, de uma forma resumida, trabalha com a operação no ambiente que o cliente estiver. Aliás, conhecemos a Solvo por atuarem nos nossos datacenters fazendo a gestão do ambiente para clientes em comum.

Até aquele momento, o cliente seria atendido por UOLDIVEO se estivesse em nossas instalações. Com isso, algumas oportunidades escapavam. Foi aí que vimos na aquisição da Solvo o preenchimento dessa lacuna.

Essa aquisição também nos trouxe expertise em consultoria ligada a gestão de infra e processos.

Mais ou menos no mesmo período também adquirimos o controle da Compasso, empresa gaúcha, com grande conhecimento – maior equipe certificada do Brasil – em plataforma de e-commerce da Oracle, chamada ATG. Trata-se da mais robusta e completa plataforma de e-commerce do mundo.

A Compasso também nos trouxe a especialização em middleware Oracle.

Para finalizar o capítulo das aquisições, pelo menos até aqui, em 2014 adquirimos uma empresa focada em Cloud Openstack chamada DualTec.

Nesse momento já tínhamos desenvolvido nossa própria plataforma de Cloud PRIVADA e estávamos justamente analisando a melhor estratégia de ofertarmos a Cloud Pública. Com essa aquisição, entraríamos definitivamente e de forma completa nesse novo mundo de otimização de infraestrutura e de podermos ofertar a nossa base crescente de clientes, de diversos segmentos de mercado, a melhor solução de cloud quer seja pública, privada ou híbrida.

Detalhes sobre essa estratégia eu conto no nosso próximo encontro.