Não se engane: inovação é um projeto de toda a corporação

Não se engane: inovação é um projeto de toda a corporação

O mundo está em transformação constante e a inovação é a palavra de ordem em dez entre dez empresas. Muitos líderes imaginam que o caminho para isso é criar um setor específico para esta finalidade, com objetivo de acompanhar o mercado, definir as inovações, priorizá-las, elaborar projetos e promover as implantações. Mas o caminho é outro.

Você já se perguntou por que em muitos casos a inovação não ocorre, mesmo com um departamento inteiro destinado a isso?

Em primeiro lugar, a inovação não está relacionada a um setor específico. Ela está ligada a uma cultura que deve ser disseminada entre toda a corporação, desde os colaboradores com funções operacionais até os C-levels. Significa desenvolver um trabalho de convencimento de toda a companhia para que todos sejam livres para contribuir com ideias, opiniões e feedbacks.

É a escolha pela inovação como prioridade.

 

Inovação em todos os lugares

Se a inovação é tão positiva, por que ela estaria em só um lugar? Por que ela estaria em apenas alguns departamentos da sua empresa? E por que apenas alguns funcionários estariam aptos a ter grandes ideias, se todos os seres humanos são dotados de inteligência?

Cada colaborador tem uma formação, experiências e formas de pensar. Não há nada mais produtivo e enriquecedor para um processo de inovação do que a diversidade de ideias. Com essas perspectivas diferenciadas, é possível considerar uma infinidade de referências e desenvolver alternativas que sejam úteis a públicos completamente diversos. Isso é o que enriquece o processo e torna as inovações mais sólidas.

Quando a equipe participa do processo de inovação, todos percebem o quanto é importante criar soluções novas para problemas antigos. Todos têm a mesma oportunidade de ter ideias valorizadas e reconhecidas, o que cria um ambiente propício a inovação e motivação para o trabalho. Cada um se sente livre para pensar em uma nova forma de solucionar um dilema ou simplesmente propor uma melhoria – por menor que seja.

 

A responsabilidade dos líderes

Toda mudança de cultura está diretamente ligada ao exemplo que os líderes e gestores costumam disseminar na companhia. A mentalidade de cada um deles dá o tom de como a equipe aceitará os direcionamentos ou propiciará contribuições, estejam eles relacionados à inovação ou não.

É fundamental trabalhar pela propagação da cultura da inovação e do quanto isso é fundamental para todos. Inovar é uma atitude que está dentro de cada um, mas o estímulo precisa partir dos líderes. Da mesma forma que um budget importante para inovação que não foi aprovado pode gerar frustração, uma reação conservadora diante de uma nova proposição pode repelir ideias futuras. Por esse motivo, o líder deve estar atento a seu comportamento com relação à inovação dentro sua equipe, nos mínimos detalhes.

Vale lembrar que os colaboradores estão na linha de frente. Certamente eles enfrentam muitas dificuldades e podem ter propostas interessantes para solucioná-las. Além disso, muitas vezes, o trabalhador percebe questões que ninguém havia notado. Tem situação melhor para que ocorra o fenômeno da inovação?

 

Inovação deve ser o mote de todos

Os líderes têm muito a aprender com o time, e vice-versa. Independentemente do cargo ou formação, todos devem valorizar o potencial existente em cada profissional e entender que a empresa inteira pode ser beneficiada por ideias bem estruturadas.

Se você escolheu a inovação como prioridade, pense nisso!

 

uoldiveo - Dicas para tirar os projetos do papel e cumprir os prazos

3 dicas para tirar os projetos do papel e cumprir os prazos

Projeto em TI é uma atividade crítica recorrente, assim como os seus requisitos: as necessidades são urgentes, os cronogramas são apertados e as expectativas do cliente estão lá em cima. O ponto é que mesmo com todo o empenho das equipes, ao longo das semanas, é possível observar que os projetos não saem do papel da forma idealizada e, pior, com prazos completamente estourados.

Mas como evitar os motivos que levam ao caos tantos projetos de TI?

1 – Tenha claro o escopo contratado

O primeiro e mais típico dos motivos que levam ao caos são os mal-entendidos com relação ao que o cliente deseja versus o que ele contratou, considerando a capacidade de entrega do fornecedor. O entendimento do projeto é fundamental e vai determinar o seu sucesso ou fracasso. Você realmente entendeu a necessidade do cliente e o escopo que foi contratado? Você possui recursos suficientes para cumprir a proposta?

Pode parecer óbvio, porém é primordial avaliar o contrato assinado pela área comercial. A situação é mais comum do que se imagina, sobretudo em empresas de pequeno e médio portes. E em muitas empresas grandes que não possuem tanta maturidade em TI, o que é comum em setores como saúde, agricultura, construção civil, entre outras.

2 – Planeje a contratação dos recursos

Apresente um cronograma viável frente à complexidade do projeto. Em muitos casos, os projetos já começam atribulados porque não foram avaliados os recursos necessários para as tarefas. Além disso, não há tempo hábil para contratações ou treinamentos. Ou seja: não há recursos disponíveis dentro de casa.

Esse cenário conturbado dá origem a outras grandes dificuldades que atrapalham os cronogramas e tiram o sono dos gerentes de projeto, como por exemplo a má comunicação.

3 – Defina bem o papel do gerente de projetos

Podemos dizer que o gerente desempenha uma função que vai além de escriba. É ele quem vai realizar a documentação do projeto e registrar todos os passos necessários para concretizar uma tarefa dentro de um modelo de segurança, pontuando os prazos, negociando possíveis atrasos e fazendo novos acordos. O gerente de projetos precisa ser alguém com capacidade de comunicação com todos os envolvidos – tanto stakeholders quanto sua própria equipe – garantindo que o projeto flua dentro do esperado.

Vale lembrar que a capacidade de negociação do gerente é um dos grandes desafios para o cumprimento dos prazos. Quem nunca se deparou com “brigas” via e-mail com inúmeras pessoas copiadas, com réplicas e tréplicas de acusações, normalmente com o assunto se desviando do foco inicial? Além de ser uma situação vexatória, demonstra a falta de sensibilidade do gerente em avaliar a proposta técnica e estudar com sua equipe antes de conversar com cliente.

A importância de manter o cronograma em dia

Cumprir prazos significa manter o cliente satisfeito e se comprometer com ele, mas para tal é preciso fazer cálculos dentro do universo de trabalho disponível. Muitas vezes, a área comercial faz propostas audaciosas e a área técnica precisa correr para entregar, faça chuva ou faça sol. Isso não é saudável e qualquer erro pode comprometer o relacionamento com o cliente.

Outro ponto é a famosa definição de prioridades: ninguém quer ouvir que tal item em um projeto é mais importante do que outro. Porém, é preciso saber a hora de negociar prazos, pois nem sempre é possível dar vazão a todas as tarefas simultaneamente.

Por fim, entregar um projeto dentro do prazo e com todas as exigências do contrato exige uma comunicação bastante alinhada entre toda a equipe, além de muito jogo de cintura para negociação de cronogramas. Não se engane: os recursos são sempre limitados e quanto mais clareza você conseguir estabelecer em um projeto, melhor para todos.

 

Luis Francisco Felizola Soares

Como administrar melhor o tempo e prioridades

Nos dias atuais temos cada vez mais nos dedicado ao trabalho full time. Temos que nos policiar para não ficarmos o tempo todo olhando e-mails, redes sociais, através do celular, tablets etc..

O grande desafio que se coloca é como nesse mundo de informações e comunicação bidirecional, podemos selecionar o que de fato interessa.

Eu tenho um hábito de ler jornais todas as manhãs, primeiramente olho a 1ª. página para justamente selecionar as reportagens que me interessa. Depois vou direto nas seções que costumo ler diariamente.

Ora, essa mesma disciplina ao ler jornais, adoto ao selecionar as notícias que me interessam durante o dia. Entre uma reunião e outra, costumo olhar para o clipping de notícias para me atualizar.

Outra questão fundamental no dia a dia agitado que vivemos, é dar “prioridade ao prioritário”. Não perca tempo com questões periféricas ou de menor importância. Foque no que de fato interessa para o seu negócio.

Pense sempre antes de avaliar ou expor uma ideia em ser o mais sucinto possível, indo direto ao ponto. As vezes essa atitude pode ser interpretada como arrogante ou prepotente, mas nada mais é do que ganhar o que há de mais precioso: “tempo”.

Quando analisarmos oportunidades de negócio, aquisições ou novos produtos/serviços, buscamos sempre olhar benchmarks e trabalhar um business plan realista, mesmo porque se o negócio andar, certamente aquela base de informação e resultado previstos se tornarão metas a serem alcançadas objetivamente. Ou seja, essa mesma praticidade e realidade deve ser aplicada em avaliação de oportunidades.

A mensagem importante aqui é tente sempre se policiar para não desperdiçar tempo com coisas inúteis ou de pouca importância. Foque de fato naquilo que é fundamental e relevante, até para sobrar tempo para nós mesmos.

JIRA – Customizando tipos de Issue e Workflow

No post sobre o JIRA, falamos que trata-se de uma ferramenta que possibilita a organização de atividades de um projeto, desde o rastreamento de bugs, novas features, melhorias, etc.

Neste post, trarei dicas um pouco mais específicas para customizar um projeto.

Criando o projeto

Possuindo os acessos necessários, para criar um projeto você deverá clicar no menu superior em “Projects” e “Create” e selecionar o tipo de projeto a ser criado. Em qualquer um deles, é possível fazer customizações específicas posteriormente. Para o exemplo do post, utilizei o “Simple Issue Tracking”.

Depois de criado o projeto, o mesmo poderá ser visualizado conforme abaixo:

Para acessar a “administração” do projeto, basta clicar no item “Project Administration” do lado esquerdo inferior (vide imagem acima). Na tela exibida, será possível customizar diversos itens, tais quais: Issue Types, Workflow, Screens, Fields, Versions, Components, Roles, Permissions e Notifications.

 

Customizando Issue Types

No exemplo do post utilizei um projeto padrão (Simple Issue tracking). Ele traz dois tipos de Issue: tasks e subtasks. Mas digamos que você queira adicionar algum outro tipo de Issue. Para isso, no item “Issue Types” você deverá clicar no “Scheme” que tem o nome do projeto criado, no caso do exemplo o nome “APBLOG: Simple Issue Tracking Workflow Scheme”.

Perceba que o Scheme, trata-se de um agrupamento dos tipos de Issue do seu projeto. Para editar, clique do lado direito superior em “Actions” e Edit Issue Types:

Na tela exibida, caso queira novos tipos de Issue no seu projeto, basta clicar sobre o mesmo do lado direito (Available Issue Types) e arrastar para o esquerdo (Issue Types for Current Scheme). É possível ainda alterar o nome do esquema para o nome que você desejar e também adicionar tipos de Issues “não existentes” na tela (por exemplo um tipo de Issue com o nome “posts de blog”)

No fim da página basta clicar em salvar para que as alterações se concluam.

 

Customizando Workflows

É possível ainda, editar o Workflow padrão de seus projetos e também inserir Workflows diferentes para cada tipo de Issue do projeto. Isso poderá auxiliar quando existirem status variados para tipos de Issues diferentes, ou até mesmo outros campos a serem preenchidos (veremos isso em próximos posts).

 

Para editar o Workflow, novamente no modo de administração do projeto, vá até o item de Workflows e clique no “lápis” ao lado do Workflow com o nome do projeto, veja abaixo:

 

Veja que também há um lápis nesta tela. Ao clicar neste, será possível editar o Workflow “visualmente” porém, é possível também editar através de texto clicando no botão “Text”. No caso de edição “visual” será possível adicionar novos status e as “transitions” que são as conexões entre os status.

É possível também associar um Workflow diferente para cada tipo de Issue do seu projeto. Para tanto, retorne ao modo de administração do projeto e clique no “Scheme” do Workflow.

 

Perceba que é exibido apenas um Workflow que é o mesmo exibido anteriormente na edição.

Para adicionar um Workflow no Scheme será necessário clicar em “Add Workflow” e em “Add Existing”.

 

Mas porque “Add Existing”? É isso mesmo, será necessário ter um outro Workflow criado para adicioná-lo e veremos isso logo. Por enquanto imagine aqui que este já existe, assim será exibida uma lista com os Workflows existentes.

 

Selecione o Workflow desejado e clique em Next. Atribua o Workflow ao tipo de Issue desejado e clique em Finish.

 

Para criar um Workflow “separado” do projeto, basta clicar no menu superior direito em no ícone de engrenagem, clicar em “Issues” e logo após no menu ao lado esquerdo em “Workflows”. E é possível sim do mesmo modo, adicionar um Scheme de Workflow separado do projeto (você poderá usar um Scheme diferente do padrão se desejar).

 

Clique do lado direito em “Add Workflow”, no pop-up dê um nome ao Workflow e clique em Add.

 

 

A mesma tela de edição de Workflow que já foi exibida anteriormente aparecerá e já mostrei anteriormente como este poderá ser adicionado ao seu Scheme.

Por enquanto é isso pessoal, espero que para quem usa o JIRA as dicas ajudem de alguma maneira.

Até o próximo post.

 

[ ]´s

Melo