A importância do CIO no cenário da transformação digital

A importância do CIO no cenário da transformação digital

“Vamos trocar as turbinas com o Airbus em pleno vôo”. Quem nunca ouviu esta frase em TI? As transformações constantes no cenário de soluções tecnológicas trazem desafios diários aos CIOs, que se veem no comando de enormes aeronaves, repletas de painéis de controles, com o céu nublado e rajadas de raios e trovões.

Dá para afirmar que a rota desse vôo cruza com a jornada da transformação digital da empresa? Ou tudo está embarcado na mesma aeronave? Independentemente da situação e da solução, não dá para negar que a virtualização e a cloud computing são recursos que ajudam os CIOs a não mais construir tudo do zero, mas sim continuar a evolução do negócio de forma integrada, com mais segurança, performance e custos otimizados.

A cada ano, o CIO enfrenta de forma mais intensiva o desafio de gerir estruturas legadas, juntamente com as novidades a serem implementadas, sem deixar de pensar em inovações disruptivas para atender o seu cliente interno. É como “fritar o peixe e olhar o gato”.

Pesquisa CIO Global 2016-2017, realizada pela Deloitte em 48 países, indicou que para 57% dos CIOs, suas empresas têm a expectativa de que eles ajudem na inovação dos negócios e no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Porém mais da metade dos entrevistados (52%) afirma que o desenvolvimento da inovação e de soluções disruptivas simplesmente não existe ou não vem sendo aplicado em suas organizações.

Para manter o bom funcionamento de toda infraestrutura, o CIO deve, juntamente com o gerente de TI, ter em mente que o caminho para a transformação digital envolve as etapas de:

  •      Pensar em tecnologia
  •      Mapear onde quer chegar
  •      Ter bem definida a estratégia de transformação digital

É neste ponto que o cloud computing se conecta com a transformação digital.

Cada vez mais, as empresas estão em busca da contratação de tecnologia como serviço: o SaaS, IaaS e PaaS, por exemplo. Essa mudança gera mais agilidade ao negócio, o que é essencial no processo de transformação.

A nuvem é um habilitador que permite às empresas obter ganhos e redução de custos, já que elas pagam somente por aquilo que consomem. Além disso, outro ponto importante é que o cloud computing gera agilidade e flexibilidade para as empresas, permitindo ao CIO tomar decisões rápidas em relação à infraestrutura, como ativar e desativar recursos, por exemplo.

Outra vantagem é que isso pode ser feito a qualquer momento, sem a necessidade de depender de um fornecedor. No caso de um e-commerce, isso faz toda a diferença, já que a empresa consegue se preparar para atender a alta demanda das datas sazonais, aumentando a capacidade do seu datacenter sempre que for necessário.

A jornada para a nuvem

Antes de optar pelo modelo de nuvem que mais se enquadra ao seu negócio, analise os recursos de TI e as aplicações que rodam melhor em cada fornecedor de cloud computing.

Neste ponto, conte com a jornada na nuvem, analisando o momento certo de migrar cada aplicação e o processo de implementação e sustentação de cada uma. É muito importante planejar em arquitetura de nuvem as aplicações e sistemas associados à inovação. Considere que alguns sistemas legados podem se comportar melhor em datacenter próprio.

Em alguns casos é preciso mais de uma nuvem para tirar o melhor benefício da operação de TI.

 

Multicloud pode ser a solução que você precisa

O conceito de Multicloud envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso. Ele combina tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas. Ao adotarem a nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia. Logo, diferentes nuvens são mais adequadas a diferentes necessidades.

Mesmo os negócios com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes. As empresas têm o desafio de manter sistemas e processos legados, juntamente com a evolução da jornada da transformação digital. E a nuvem pode endereçar grande parte das soluções. Nesse ponto, a Multicloud se faz efetiva, permitindo que as empresas utilizem recursos tecnológicos com diferentes características e requisitos.

O UOLDIVEO apoia os CIOs na transformação digital sempre conectando buzzwords como Big Data, Analytics, IoT e Cloud Computing às necessidades reais de transformação dos negócios.

 

 

uoldiveo-Black-Friday: como o varejo tem se preparado para suportar a alta demanda

Black Friday: como o varejo tem se preparado para suportar a alta demanda

No ano passado, a Black Friday rendeu ao varejo online R$ 1,9 bilhão de faturamento em apenas 24 horas, segundo dados apurados pela Ebit. Em um único dia foram feitos mais de 2,92 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 653 por compra. Com a crise econômica dando sinais de recuperação, a expectativa é que a data mantenha sua trajetória ascendente, com desempenho ainda melhor este ano.

A boa notícia vem acompanhada de alguns alertas de precaução. Para as empresas tirarem o máximo de proveito da Black Friday é preciso preparar a estrutura de TI para encarar o pico de acessos e de demandas computacionais em um curto período de tempo. As maiores dificuldades enfrentadas pelas companhias de varejo online estão ligadas ao datacenter, uma vez que eles nem sempre são estruturados para lidar com o volume tão alto de transações simultâneas.

Para evitar surpresas de última hora, o varejo tem se preparado com meses de antecedência, justamente para conseguir realizar todos os testes e desenhar uma previsão de possíveis falhas, antes do período crítico.

 

Veja quais são os principais pontos de atenção:

 

  • Adapte sua estrutura

As empresas precisam ter consciência de que necessitam de uma infraestrutura elástica para suportar os picos de acesso em datas especiais, sobretudo na Black Friday.

O uso de servidor em nuvem pode ajudar a evitar quedas e indisponibilidades do site durante grandes demandas, mas só a cloud não resolve, porque parte dela também depende de infraestrutura. A tecnologia de suas aplicações vai dizer até que ponto você poderá usufruir da escalabilidade oferecida pela nuvem.

 

  • Realize Teste de Estresse

O Teste de Estresse consiste em checar se a plataforma na qual a loja virtual está instalada suportará o maior número de acessos e se a própria loja está preparada para lidar com um grande volume de vendas em um curto espaço de tempo, gerenciando prevenção de fraudes, emissão de notas fiscais, embalagem dos produtos vendidos e toda a operação logística.

Para isso, tenha em mão informações sobre performance, estabilidade ou funcionalidades que precisarão ser testadas.

No caso de performance e estabilidade, você submeterá o ambiente a um pico de atividade, onde o objetivo é ver o limite da infraestrutura montada. Já no caso da funcionalidade, o objetivo é saber se tudo está funcionando de acordo com o que foi especificado.

Tenha bem definido o desenho da arquitetura do ambiente, os componentes que fazem parte desta arquitetura (rede, servidores, aplicação e usuários), produtos e aplicações que serão testadas, se a carga na qual o ambiente foi montado deverá atender as demandas e, o mais importante: a quantidade estimada de usuários que vão acessar este ambiente na Black Friday.

 

  • Verifique os serviços de suporte

Cheque com a plataforma quais os serviços de suporte que os fornecedores vão praticar no dia “D”. Geralmente, quem fornece infraestrutura e datacenter cria força-tarefa com uma equipe especial que fica 24 horas à disposição, porque sabem que nesse dia tudo vai ter utilização bem superior à média. Vale a pena verificar com seus fornecedores quais são os planos para suportar o pico de atividade na Black Friday.

É importante contar com uma capacidade maior de processamento e memória do datacenter, exclusivamente para a data. O objetivo é evitar que o serviço pare ao chegar no limite, descartando os pedidos que não consiga processar. Essa condição é denominada “on demand”, criada para situações nas quais o lojista sabe que vai ter um pico de vendas.

 

  • Invista em uma análise de transação robusta

Utilize um processador de pagamentos que realize uma excelente análise de todas as transações corretamente.  Com o aumento das vendas no seu site, mais análises de transações serão necessárias e alguns serviços de análise de risco do tipo automática, feita por software, podem bloquear transações legítimas em função de inconsistências no sistema. E como nessa época o número de transações é maior, o risco de bloqueio de transação também aumenta.

É recomendável que sua empresa tenha uma equipe focada em verificar a legitimidade das transações. Talvez seja necessário repensar a forma como as transações são analisadas para que não as vendas não sejam perdidas e nem sejam vítimas de golpes.

 

  • Conheça a capacidade de seu ambiente

Por fim, tenha em mente que você precisa saber exatamente o quanto seu ambiente consegue escalar. É possível traçar estratégias de acordo com seu nível de escalabilidade, evitando picos repentinos. Uma outra possibilidade é distribuir a campanha ao longo do mês, em vez de apostar tudo em um único dia e deixar os clientes a ver navios.

 

Não se esqueça: este é um trabalho constante que envolve ações estruturadas que devem ser programadas ao longo de 12 meses. Caso contrário, fica a lacuna que pode ser ocupada pelo concorrente, que se preparou antes de você. Nós podemos ajudar a sua empresa a fazer isso. Consulte-nos!

 

Alexis Rockenbach

 

Transformação digital: entenda o papel do cloud computing

Transformação digital: entenda o papel do cloud computing

Muito se tem falado sobre transformação digital como um conceito. Entretanto, não se trata de uma teoria para o futuro, mas sim de algo pelo qual as empresas precisam dar o máximo de atenção para continuarem vivas e se manterem competitivas.

Diariamente somos impactados pela transformação digital, mas no mundo corporativo isso implica em uma mudança radical na estrutura das organizações. Vivemos o período em que TI está deixando de ser coadjuvante para desempenhar um papel estratégico central, apoiando as empresas a melhorarem seu desempenho, garantindo resultados cada vez mais satisfatórios.

O IDC prevê em seu estudo “Guia de gastos Transformação Worldwide Digital” que os investimentos das empresas globais com projetos para promover a transformação digital em 2017 devem passar de US$ 1,2 trilhão, um aumento de 17,8% em relação a 2016.

Os gastos com a transformação digital nas organizações, segundo a pesquisa, terão crescimento anual da ordem de 17,9%, chegando em 2020 com despesas da ordem de U$ 2  trilhões comparados a 2015. E para seguir o caminho da era digital, as companhias deverão investir em cloud computing, mobilidade, Big Data, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial e computação cognitiva.

 

E como a computação em nuvem está contribuindo para isso?

O primeiro pré-requisito para uma empresa ingressar ou expandir sua estratégia rumo à transformação digital é planejar o uso de uma tecnologia robusta e inovadora, que acompanhe o crescimento do negócio no curto, médio e longo prazos. As empresas devem estar antenadas às tendências ditadas pela IoT (Internet das Coisas), mídias sociais, dispositivos móveis e, principalmente, a nuvem.

A computação em nuvem é a base para a transformação digital, já que permite às empresas serem mais ágeis, terem mais performance, segurança e redução de custos.

Com os negócios cada vez mais digitais, praticamente todos os setores da economia estão sendo impactados e isso acabará beneficiando não só as empresas, mas especialmente os clientes que fazem parte das novas gerações e que possui um nível de afinidade maior com as novas tecnologias. Como a evolução não pára, novos produtos e serviços serão lançados e os tradicionais modelos de negócios sofrerão mudanças.

As companhias que pensarem digitalmente terão mais oportunidades para melhorar as experiências do usuário, aumentar a flexibilidade, incrementar os negócios e minimizar as despesas.

A cloud computing é fundamental para que as empresas, independentemente de seu porte e setor, encarem os desafios impostos pela transformação digital.

 

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Cloud Híbrida ou Multicloud: entenda as diferenças

Investir em cloud computing é uma estratégia mandatória para as empresas que precisam de mais agilidade, disponibilidade de infraestrutura de TI e mudança de modelo de investimento.

Segundo um estudo da Harvard Business Review, realizado com 452 executivos de TI, quanto mais os serviços de cloud computing tornam-se confiáveis, mais as empresas conseguem se adaptar a eles rapidamente e notar seus benefícios. Ainda de acordo com o estudo, 40% dos entrevistados garantiram que o uso da nuvem aumentou a receita de sua empresa e 36% afirmaram que a adoção fez a margem de lucro subir.

 

Mas qual nuvem é mais indicada para o seu negócio?

Muito tem se falado sobre as vantagens da cloud Híbrida e de Multicloud, mas o mercado ainda tem dificuldade em compreender as diferenças entre as nomenclaturas.

A princípio, elas podem parecer insignificantes, e muitos executivos, incluindo aqueles que sabem o que estão falando, usam os dois termos de forma ambígua, gerando ainda mais confusão e incerteza.

 

Vamos começar explicando o que Multicloud significa

Multicloud envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso. É ainda a combinação de tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas. Ao adotarem a nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia. Logo, diferentes nuvens são mais adequadas para diferentes necessidades.

Empresas com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes. Ao mesmo tempo, as companhias convivem com o desafio de manter sistemas e processos legado, sendo desafiadas a buscar na transformação digital inovação e agilidade.

Para isso, as diversas aplicações têm diferentes requisitos de nuvem e algumas não funcionam adequadamente em ambiente de nuvem. Nesse ponto, o Multicloud se faz efetivo, permitindo que empresas utilizem nuvens com tecnologias e características diferentes.

 

Confira 7 motivos para optar por Multicloud:

 

  1. Orquestração

A utilização da orquestração permite, por meio de código e a automação, definir a infraestrutura executada em várias nuvens.

 

  1. Armazenamento de dados resiliente

Considerando que há diferença entre os principais fornecedores de nuvens, é importante ressaltar a latência desejada, a durabilidade dos objetos e a recuperação de dados. Se a redundância é algo vital para o seu negócio, considere a utilização de diversos provedores em nuvem.

 

  1. Flexibilidade de recursos

Ao utilizar os diversos recursos oferecidos entre provedores, é possível montar táticas combinando API entre nuvens e assim, contar com soluções completamente customizadas e diferenciadas do mercado. Além disso, também pode proporcionar uma grande economia de recursos financeiros.

 

  1. Segurança

Com a combinação entre ambientes diferentes, a segurança conquistada por meio da identificação e autenticação entre diversas nuvens é fortalecida dentro da sua estratégia.

Mas para garantir um ambiente seguro, é preciso contar com reforço otimizado para ambientes virtuais e distribuições híbridas, além de aumentar visibilidade para proteger seus dados, não importando onde eles residem. Outro ponto importante é dispor de soluções que detectem as ameaças mais avançadas e que possa corrigi-las.

Os controles e suas políticas de segurança devem ser integrados, para que a segurança seja distribuída de maneira consistente por todas as instâncias de nuvem. Vale ainda estender os mesmos controles e políticas de segurança utilizados em seus servidores físicos aos ambientes virtualizados e às distribuições de nuvens pública e privada.

 

  1. Otimização em nível global

O multicloud oferece a utilização de diversos provedores ao redor da rede, garantindo presença global levando em conta as características locais.

 

  1. TI como serviço

O Multicloud facilita a evolução da TI para um ‘service broker’, suportando as empresas na otimização do consumo e recursos de acordo com as melhores soluções.

Da mesma forma, como em qualquer projeto não ficamos restritos à apenas um único fornecedor, o mesmo pensamento se estende à estratégia Multicloud. Atuar com diversos modelos de clouds, em um formato pensado exclusivamente para o negócio do cliente, garante a melhor performance.

 

Importante:

Uma estratégia Multicloud pode contar com soluções de nuvens públicas, privadas ou híbridas. As empresas que utilizam Multicloud podem estar usando nuvem híbrida em muitos casos, mas não obrigatoriamente.

 

 

Esclarecendo a nuvem Híbrida

A nuvem híbrida é baseada na combinação de nuvens privadas e pública, mas não necessariamente de fornecedores diferentes.

Usando políticas de provisionamento, utilização e gestão por meio de vários serviços em nuvem internos e externo é possível utilizar uma nuvem pública para ganho de escala e economia financeira e em outros casos a nuvem privada com características personalizadas para workloads muito específicos.

A grande vantagem do híbrido é a diversidade de opções para escolher.

 

Mas afinal, o que é mais vantajoso?

Não existe melhor ou pior. Tudo depende do momento do seu negócio. Empresas que utilizam Multicloud também podem utilizar nuvem híbrida. Basta saber que a abordagem Multicloud permite às empresas utilizar nuvens com tecnologias e características diferentes e com muito mais possibilidades de fornecedores.

A melhor forma de decidir o que faz mais sentido para sua empresa é contratando um fornecedor agnóstico, capaz de avaliar a melhor opção de forma isenta. Em conjunto, vocês podem analisar as necessidades do negócio e definir a estratégia mais adequada.

O Multicloud UOLDIVEO, por exemplo, é uma abordagem criada para ajudar as empresas a promoverem a transformação digital dos negócios utilizando as melhores características de cada fornecedor. Mais do que flexibilidade e agilidade, esse conceito  fortalece o papel estratégico da TI.

Entre suas vantagens, está o fato de funcionarem em diversas nuvens como AWS, MIcrosoft, Google, VMware, Openstack e até mesmo uma combinação delas, geridas pela mesma empresa, com atendimento único e especializado.

Há ainda outros benefícios oferecidos pelo UOLDIVEO como consultoria da jornada para a nuvem, o que garante mais segurança sobre a estratégia de negócios, além de suporte premium dos fabricantes para qualquer volume de consumo, implantação, sustentação e otimização da infraestrutura.

 

UOLDIVEO

 

sua empresa tem um plano de desastre

Sua empresa está preparada para o próximo desastre?

A palavra desastre está associada a perdas, que podem ser de diversas naturezas e proporções. Quando alguém na Pixar acidentalmente executou um comando de exclusão no local que armazenava o filme Toy Story 2, um ano de trabalho foi apagado. O sistema de backup falhou e… adivinhem! Não havia mais filme.

 

Foi um verdadeiro desastre. Mas os desastres podem ocorrer de diversas maneiras: queda de energia, erro humano, falhas operacionais, ataques maliciosos e podemos mencionar até mesmo os desastres naturais, que muitas vezes fogem do nosso controle. Uma coisa é certa: em todos os casos, ter um plano preventivo é fundamental para anular seus efeitos ou, ao menos, minimizá-los.

 

Sua empresa tem um plano de contingência?

Segundo a edição mais recente do Relatório Global de Fraude & Risco, publicado anualmente pela consultoria Kroll, aproximadamente uma a cada quatro empresas (23%) sofreu nos últimos 12 meses pelo menos uma violação de sistema resultando em perda de dados de clientes ou funcionários. O problema é o segundo maior fator de vulnerabilidade – atrás apenas da infestação por vírus/worms – e o quarto mais recorrente no mundo empresarial.

 

O estudo entrevistou cerca de 550 executivos dos mais diferentes setores em todo o mundo que são responsáveis ou que influenciam diretamente as decisões quanto a programas e estratégias de segurança e combate a fraudes.

 

A segurança cibernética é a mais ameaçada. Ataques, roubos ou perda de informações sigilosas foram reportados por 85% dos respondentes, a maior taxa de incidência no mesmo período. Chama também a atenção o fato de que a maioria desses eventos se dá por vulnerabilidade de software, citado por 26% dos participantes.

 

Muitas empresas ainda adotam backups lentos, destinado à recuperação de ambiente e máquinas individuais – o que não representa uma solução abrangente de recuperação de aplicação e dados. Ou ainda, mantém DRs internos com alto custo e investimentos e sem a possibilidade de aumentar rapidamente sua capacidade. Além disso, em caso de desastre, a proteção fica comprometida.

 

Recuperação de desastre como serviço (DRaaS)

Atualmente, já chegaram ao mercado soluções de DRs com foco na recuperação de desastres de nível corporativo, sem a necessidade de investimento de capital. São soluções que permitem RPO (Recovery Point Objetive) de 15 minutos a até 24h, com implementação simples e realizada em poucos minutos. Com apenas um clique, é possível replicar e salvar as informações.

Simples, rápido, seguro, econômico e implementado por especialistas: essas são as características das soluções DRaaS – recuperação de desastres como serviço.

 

Veja mais sobre os benefícios desta modalidade:

  • Facilidade de uso da ferramenta
  • Recursos disponíveis da ferramenta
  • Custo inferior a soluções de DR tradicionais
  • Suporte dedicado e monitoramento
  • Planejamento e execução de testes de desastre

 

Com uma replicação assíncrona, simples e segura, o DRaaS é uma maneira fácil para iniciar sua jornada para a nuvem e começar a se beneficiar de uma TI ágil e escalável.

 

O UOLDIVEO tem atendido o mercado corporativo com serviços que permitem a continuidade dos negócios inclusive em casos de infecção por malwares / ransomwares.

Quer debater mais sobre abordagens para recuperação de desastre? Entre em contato conosco e compartilhe com a gente suas dúvidas.

 

UOLDIVEO

 

Como contratar os serviços certos para a nuvem

Como contratar os serviços certos para a nuvem?

Sempre que um tema ganha popularidade, traz consigo também suas distorções. Discursos parecidos, ofertas similares, players surgindo a todo momento, mas na prática é preciso compreender a importância de se encontrar um parceiro confiável para que sua experiência seja a mais tranquila possível.

 

A computação em nuvem atua na espinha dorsal do negócio. Traz consigo números de grande envergadura. Um levantamento da consultoria IDC apontou que dois terços das empresas globais já utilizam cloud computing e que tais serviços devem movimentar US$ 43,6 bilhões até 2020.

 

Não há mais como fugir!

 

É justamente pela popularidade do tema que grande parte das companhias ainda estão receosas sobre quais serviços podem ser colocados em cloud computing. Assim, muitas vezes, deixam de dar uma chance à tecnologia por questões de confiança na segurança das informações, performance, disponibilidade e a incerteza nos modelos com custos variáveis (que costumam ser flexíveis, de acordo com a utilização).

 

Ocorre também o contrário: algumas empresas, por impulso, migram muitas aplicações para a nuvem de uma só vez, sem o devido planejamento.

 

Se você tem dúvidas sobre quais serviços podem funcionar em cloud computing, vamos esclarecer a seguir:

 

1. Infraestrutura como serviço (IaaS)

Conhecidos como IaaS, os serviços de infraestrutura em nuvem são os que mais crescem no mundo. Quer ver um dado surpreendente? De acordo com o Gartner a infraestrutura de serviço foi responsável por 38,4% do faturamento total no mercado de cloud computing em 2016.

 

2. Plataforma como serviço (PaaS)

Esse é o modelo menos conhecido de cloud computing.  A PaaS fornece a infraestrutura necessária para que os desenvolvedores de software construam novos aplicativos ou aumentem as funcionalidades de soluções já existentes. Esse modelo é atrativo para empresas que precisam criar aplicativos customizados, e também para os desenvolvedores de software e empresas que vendem soluções para nichos específicos.

 

3. Software como serviço (SaaS)

Permite definir um modelo no qual os softwares são mantidos por um fornecedor. Dessa forma, os clientes podem usar a aplicação sem que TI precise se preocupar com infraestrutura, banco de dados, middleware, etc.

Tenha em mente que seja lá qual for o serviço de cloud computing contratado, todos os modelos tem benefícios. Essa é a principal dica para que os resultados do seu projeto em cloud computing mantenham alta performance e contribuam para a produtividade da companhia.

 

UOLDIVEO

 

Sua TI está preparada para se transformar em TN

Sua TI está preparada para se transformar em TN?

A transformação digital enfrentada pelas companhias traz à tona um novo desafio: fazer com que a TI se torne TN, ou seja, Tecnologia de Negócios.

 

Embora o termo seja relativamente novo, essa sigla decorre de uma longa evolução tecnológica que leva o mercado a compreender como a tecnologia pode incrementar os resultados de grandes companhias.

 

Algumas delas já estão realizando a migração para esse nível na prática, utilizando conhecimento para apoiar o negócio e fazendo interface não apenas com o usuário, mas com toda a empresa.

 

TI como apoiadora do negócio como um todo

O desafio é grande. Abraçar a transformação digital significa que a área de TI deve conversar de igual para igual com as demais áreas. Se avaliarmos o nível dos sistemas e informações utilizados versus o que existe para a TI e traçarmos um paralelo, seria o mesmo que dizer que a TI está vivendo na época das planilhas, enquanto o negócio vive a era do Business Intelligence.

 

No alto escalão das companhias, as reflexões envolvem discussões estratégicas. De acordo com um estudo do Gartner, 80% dos CEOs têm iniciativas de modelos de negócios digitais, porém 70% deles têm um líder digital, sendo 20% deles CIOs. Dentro desse contexto, 40% dos CEOs acham que os CIOs têm habilidades para ser o líder digital, e 10% dos CEOS mencionam o CIO como fonte primária de informação.

 

Transformar a TI em TN significa contar com uma tecnologia totalmente voltada ao “core business” da empresa, permitindo que a informação evolua para conhecimento e, consequentemente, para o aumento das vendas e melhorias de processos com foco nos lucros. Isso gerará ainda mais valor para a área.

 

Negócios digitais

Um levantamento do IDC apontou que 83% das empresas já usa ou pretende usar um ambiente de nuvem híbrida. Cerca de 73% delas concordam que um modelo de nuvem híbrida cria uma caminho para os negócios digitais. Ainda segundo a pesquisa, a transformação digital proporcionada pelas nuvens híbridas ajuda as organizações a melhorarem a agilidade da TI e ainda transformam as iniciativas de implementação do negócio digital em um processo mais rápido, fácil e econômico.

 

As empresas que desenvolverem uma capacidade digital plena, abrangendo desde a concepção e o desenvolvimento, até a implementação e o gerenciamento das soluções, são aquelas que vão se sobressair nos próximos anos. Elas terão mais condições de evoluir seus negócios digitais continuamente, com agilidade, além de oferecer níveis elevados de sofisticação e escala.  

 

Com o apoio da computação em nuvem, os serviços digitais serão mais ágeis e disponíveis sob demanda. Assim será mais simples automatizá-los e personalizá-los para promover melhores experiências aos clientes.

 

A migração para a nuvem nos tempos atuais é um movimento quase inevitável às empresas de todos os segmentos. Algumas delas ainda estão descobrindo as melhores formas de fazer essa migração; outras já erraram e estão buscando melhorar. Esses são apenas o primeiro passo para que a tecnologia seja finalmente vista como fundamental para os negócios.

 

UOLDIVEO

 

A importância do parceiro consultivo na estratégia Multicloud

Pensar numa estratégia Multicloud pode levar uma empresa a associar, num primeiro momento, a algo extremamente complexo. O checklist, sem dúvida, envolve uma série de requisitos de autenticação, segurança, integração, integridade dos dados e disponibilidade dos serviços.

De fato, a disponibilidade da tecnologia em abundância tornou-se uma commodity. E onde está o diferencial de um parceiro efetivo? Onde encontrar um fornecedor que vá além dos critérios técnicos e comerciais e pense em todos os aspectos estratégicos de um projeto.

 

Confira 5 temas importantíssimos numa estratégia Multicloud:

 

1 – Seleção da melhor nuvem – Nuvem privada, pública ou híbrida? Essa é uma questão inevitável, pois implica em autenticações, logs e controle de acesso, permissões, configurações e cobrança entre as nuvens. Na estratégia Multicloud, todos esses requisitos são pensados de forma estratégica, do planejamento à operação, passando até por fatores fora da curva. Isso permite extrair o melhor de cada nuvem, impactando na qualidade, performance e otimização de recursos na entrega de resultados.

 

2 – O DNA do projeto define a jornadaCada projeto tem um DNA e este fator é que define a sua jornada. Entender a maturidade das aplicações é estratégico. As características e requisitos suportados por cada nuvem como custo, desempenho, flexibilidade, abrangência e simplicidade de uso necessitam ser analisadas. Dessa forma, somente uma abordagem Multicloud possibilita a evolução para um modelo de TI dinâmico, ágil e flexível.

 

3- Disponibilidade dos serviços– Quem contrata quer um serviço sem interrupções. E como prever tudo isso quando estamos tratando de camadas de hardware, software e infraestrutura? Tudo é pensado de forma integrada quando uma estratégia Multicloud é adotada. Estamos falando aqui, entre outros itens, de gestão de identidade, gestão de capacidade, gestão de configuração, automação e billing.

 

4 – Controles financeiros – Pelo volume de itens envolvidos e por tudo rodar nas nuvens, ter o controle financeiro sem dúvida é um grande desafio. A estratégia Multicloud permite maior controle interno de infraestrutura, oferecendo, simultaneamente, total atenção ao cliente, na face para o mercado. Isso representa uma melhoria de performance contínua na eficiência operacional e assegura maior satisfação para o cliente.

 

5 – Versatilidade do parceiro – É fundamental contar com um parceiro que domine tecnologias diferentes e que tenha experiência em projetos de diversas complexidades. Dificilmente você encontra tanta versatilidade aproveitando somente sua equipe interna, pois seria necessário manter grandes talentos e isso tem um custo muito alto.

 

Em empresas como o UOLDIVEO, não há apenas um profissional especializado, mas sim dezenas deles. Formamos e treinamos uma equipe de profissionais que une os aspectos técnicos e consultivos a uma longa trajetória de sucesso, endereçando a adequada solução aos projetos de seus clientes com robustez e segurança.

 

Isso só é possível porque o UOLDIVEO continuamente evolui sua oferta, colocando-se no lugar do seu cliente, ao pensar naqueles assuntos que asseguram tanto o sucesso do negócio, quanto tiram as noites de sono dos líderes de equipe, em função de um risco possível.

 

Apontar problemas e soluções para assuntos básicos de hardware, software e infraestrutura é simples. Mas quando a estratégia Multicloud é missão crítica do negócio do cliente, o compromisso toma outras proporções.

 

Nessa direção, em menos de um ano, o UOLDIVEO firmou parcerias com os principais players do mercado de tecnologia, como Microsoft Azure, Google Cloud Platform e Amazon Web Services (AWS), endossadas com os mais elevados níveis de certificação em cada marca. Ou seja, trabalhar com pleno domínio as tecnologias ícones de padrão de mercado representa um diferencial único de atuação.

 

UOLDIVEO

 

Nuvem Privada ou Pública?

Atualmente há uma grande familiaridade dos profissionais de TI e de linhas de negócio com as nuvens públicas, onde dentre os principais players podemos destacar AWS, Microsoft Azure e Google, cuja principal característica é executar aplicações de centenas ou mesmo milhares de empresas simultaneamente dentro de ambientes virtuais em um mesmo em ambientes físicos dedicados a uma determinada organização.

As nuvens públicas oferecem uma série de benefícios, tais como custo competitivo e grande oferta de features. Mas, em algumas empresas, as limitações de determinado recurso da nuvem, as implicações na arquitetura e as regras de segurança de uma aplicação fazem com que as nuvens públicas sejam claramente desvantajosas para essas empresas. A transição de um ambiente dedicado para uma nuvem pública pode ser bem difícil.

As aplicações de missão crítica de uma empresa podem estar prontas para serem executadas em uma nuvem privada, sem que estejam aptas à migração para a nuvem pública por exigirem elevados níveis de segurança, confiabilidade, performance, customização, personalização, integração com ambientes legados, etc…

Níveis mais rigorosos de segurança, privacidade e integração, são características inerentes às nuvens privadas (private clouds). Além disso, as nuvens privadas possibilitam customizações para atender necessidades específicas de uma organização que normalmente não são possíveis de serem obtidas em nuvens públicas. O que pode ser de interesse de um pode interferir ou até prejudicar o outro.

Todas essas considerações a favor de uma nuvem privada não significa que as empresas que adotam nuvens privadas, no entanto, em algum momento devam recorrer também às nuvens públicas, ou múltiplas combinações de diversas ofertas de nuvem.

É preciso lembrar que a escolha da nuvem deve ser acompanhada de inteligência na alocação de recursos computacionais, plataforma, software, processos e governança, sem deixar de lado conceitos fundamentais, como elasticidade, gerenciamento de identidade, segurança e personalização de recursos para atendimento de diversas demandas.

A implantação de uma nuvem privada normalmente requer mudanças de conceito e quebra de paradigmas nas organizações. A empresa muda o olhar anteriormente direcionado para ativos tradicionais, como servidores e infraestrutura, para serviços contratados e consumidos sob demanda. Isto, após consolidado, estende-se com mais facilidade para as nuvens públicas, nos casos onde a melhor alocação de uma determinada aplicação pode não ser a nuvem.

Qual a melhor escolha para meu negócio?

Não se trata de melhor escolha e sim de diferentes escolhas. Empresas que utilizam Nuvem Privada também podem utilizar soluções em Nuvem Pública de forma combinada, o que chamamos Nuvem Híbrida.

Nós do UOLDIVEO acreditamos numa estratégia de Cloud próxima ao seu negócio, com uma equipe altamente especializada em serviços de gestão de múltiplas nuvens

Um Abraço

Tullio Christianini

 

CLI e SDK como maximizar a experiencia no Cloud

Em nosso último post sobre “O que você precisa saber antes de desenvolver aplicações para a nuvem” focaremos em dois conceitos bastantes difundidos que são CLI (Command Line Interface ou Interface da Linha de Comando) e SDK (Software Development Kit ou Kit Desenvolvimento de Software). Você sabe dizer o que cada um pode entregar?  Muitos desenvolvedores experientes não conseguem conceituar ou explicar com precisão, mas, vou tentar de uma forma bastante simples. Vamos as definições para facilitarmos a leitura.

A CLI é a interface texto que permite a digitação de um comando por linha que possibilita o acesso no modo texto, ou seja, possibilita ao usuário interagir com o sistema digitando comando para que o computador realize tarefas especificas.

O SDK é um conjunto de ferramentas de desenvolvimento e códigos pré-gravados que podem ser usados ​​pelos desenvolvedores para criar aplicativos. Os SDKs geralmente ajudam a reduzir a quantidade de esforço e tempo que seria necessário para os profissionais escreverem seus próprios códigos.

E para recordar do post “API First” clique aqui

Agora que definimos e relembramos os conceitos, é fundamental que cada conceito seja utilizado de forma bastante clara entre as necessidades na nuvem. CLIs são scripts que funcionam bem em um curto prazo, mas que ao utilizar em integrações de larga escala podem trazer um enorme esforço de gerenciamento. SDK proporcionam uma integração mais fluída e dinâmica entre software e infraestrutura.

Você pode usar SDKs, APIs e CLIs para interagir com qualquer nuvem seja ela privada ou pública. Mais lembres -se, é fundamental que o conhecimento do desenvolvedor seja focado desde o início no planejamento e construção de como a interação dos serviços entre software e infraestrutura serão realizadas.

 

Abraços,

Luiz Eduardo Severino