Cloud Híbrida ou Multicloud: entenda as diferenças

Investir em cloud computing é uma estratégia mandatória para as empresas que precisam de mais agilidade, disponibilidade de infraestrutura de TI e mudança de modelo de investimento.

Segundo um estudo da Harvard Business Review, realizado com 452 executivos de TI, quanto mais os serviços de cloud computing tornam-se confiáveis, mais as empresas conseguem se adaptar a eles rapidamente e notar seus benefícios. Ainda de acordo com o estudo, 40% dos entrevistados garantiram que o uso da nuvem aumentou a receita de sua empresa e 36% afirmaram que a adoção fez a margem de lucro subir.

 

Mas qual nuvem é mais indicada para o seu negócio?

Muito tem se falado sobre as vantagens da cloud Híbrida e de Multicloud, mas o mercado ainda tem dificuldade em compreender as diferenças entre as nomenclaturas.

A princípio, elas podem parecer insignificantes, e muitos executivos, incluindo aqueles que sabem o que estão falando, usam os dois termos de forma ambígua, gerando ainda mais confusão e incerteza.

 

Vamos começar explicando o que Multicloud significa

Multicloud envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso. É ainda a combinação de tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas. Ao adotarem a nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia. Logo, diferentes nuvens são mais adequadas para diferentes necessidades.

Empresas com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes. Ao mesmo tempo, as companhias convivem com o desafio de manter sistemas e processos legado, sendo desafiadas a buscar na transformação digital inovação e agilidade.

Para isso, as diversas aplicações têm diferentes requisitos de nuvem e algumas não funcionam adequadamente em ambiente de nuvem. Nesse ponto, o Multicloud se faz efetivo, permitindo que empresas utilizem nuvens com tecnologias e características diferentes.

 

Confira 7 motivos para optar por Multicloud:

 

  1. Orquestração

A utilização da orquestração permite, por meio de código e a automação, definir a infraestrutura executada em várias nuvens.

 

  1. Armazenamento de dados resiliente

Considerando que há diferença entre os principais fornecedores de nuvens, é importante ressaltar a latência desejada, a durabilidade dos objetos e a recuperação de dados. Se a redundância é algo vital para o seu negócio, considere a utilização de diversos provedores em nuvem.

 

  1. Flexibilidade de recursos

Ao utilizar os diversos recursos oferecidos entre provedores, é possível montar táticas combinando API entre nuvens e assim, contar com soluções completamente customizadas e diferenciadas do mercado. Além disso, também pode proporcionar uma grande economia de recursos financeiros.

 

  1. Segurança

Com a combinação entre ambientes diferentes, a segurança conquistada por meio da identificação e autenticação entre diversas nuvens é fortalecida dentro da sua estratégia.

Mas para garantir um ambiente seguro, é preciso contar com reforço otimizado para ambientes virtuais e distribuições híbridas, além de aumentar visibilidade para proteger seus dados, não importando onde eles residem. Outro ponto importante é dispor de soluções que detectem as ameaças mais avançadas e que possa corrigi-las.

Os controles e suas políticas de segurança devem ser integrados, para que a segurança seja distribuída de maneira consistente por todas as instâncias de nuvem. Vale ainda estender os mesmos controles e políticas de segurança utilizados em seus servidores físicos aos ambientes virtualizados e às distribuições de nuvens pública e privada.

 

  1. Otimização em nível global

O multicloud oferece a utilização de diversos provedores ao redor da rede, garantindo presença global levando em conta as características locais.

 

  1. TI como serviço

O Multicloud facilita a evolução da TI para um ‘service broker’, suportando as empresas na otimização do consumo e recursos de acordo com as melhores soluções.

Da mesma forma, como em qualquer projeto não ficamos restritos à apenas um único fornecedor, o mesmo pensamento se estende à estratégia Multicloud. Atuar com diversos modelos de clouds, em um formato pensado exclusivamente para o negócio do cliente, garante a melhor performance.

 

Importante:

Uma estratégia Multicloud pode contar com soluções de nuvens públicas, privadas ou híbridas. As empresas que utilizam Multicloud podem estar usando nuvem híbrida em muitos casos, mas não obrigatoriamente.

 

 

Esclarecendo a nuvem Híbrida

A nuvem híbrida é baseada na combinação de nuvens privadas e pública, mas não necessariamente de fornecedores diferentes.

Usando políticas de provisionamento, utilização e gestão por meio de vários serviços em nuvem internos e externo é possível utilizar uma nuvem pública para ganho de escala e economia financeira e em outros casos a nuvem privada com características personalizadas para workloads muito específicos.

A grande vantagem do híbrido é a diversidade de opções para escolher.

 

Mas afinal, o que é mais vantajoso?

Não existe melhor ou pior. Tudo depende do momento do seu negócio. Empresas que utilizam Multicloud também podem utilizar nuvem híbrida. Basta saber que a abordagem Multicloud permite às empresas utilizar nuvens com tecnologias e características diferentes e com muito mais possibilidades de fornecedores.

A melhor forma de decidir o que faz mais sentido para sua empresa é contratando um fornecedor agnóstico, capaz de avaliar a melhor opção de forma isenta. Em conjunto, vocês podem analisar as necessidades do negócio e definir a estratégia mais adequada.

O Multicloud UOLDIVEO, por exemplo, é uma abordagem criada para ajudar as empresas a promoverem a transformação digital dos negócios utilizando as melhores características de cada fornecedor. Mais do que flexibilidade e agilidade, esse conceito  fortalece o papel estratégico da TI.

Entre suas vantagens, está o fato de funcionarem em diversas nuvens como AWS, MIcrosoft, Google, VMware, Openstack e até mesmo uma combinação delas, geridas pela mesma empresa, com atendimento único e especializado.

Há ainda outros benefícios oferecidos pelo UOLDIVEO como consultoria da jornada para a nuvem, o que garante mais segurança sobre a estratégia de negócios, além de suporte premium dos fabricantes para qualquer volume de consumo, implantação, sustentação e otimização da infraestrutura.

 

UOLDIVEO

 

Sua empresa está preparada para o próximo desastre?

A palavra desastre está associada a perdas, que podem ser de diversas naturezas e proporções. Quando alguém na Pixar acidentalmente executou um comando de exclusão no local que armazenava o filme Toy Story 2, um ano de trabalho foi apagado. O sistema de backup falhou e… adivinhem! Não havia mais filme.

 

Foi um verdadeiro desastre. Mas os desastres podem ocorrer de diversas maneiras: queda de energia, erro humano, falhas operacionais, ataques maliciosos e podemos mencionar até mesmo os desastres naturais, que muitas vezes fogem do nosso controle. Uma coisa é certa: em todos os casos, ter um plano preventivo é fundamental para anular seus efeitos ou, ao menos, minimizá-los.

 

Sua empresa tem um plano de contingência?

Segundo a edição mais recente do Relatório Global de Fraude & Risco, publicado anualmente pela consultoria Kroll, aproximadamente uma a cada quatro empresas (23%) sofreu nos últimos 12 meses pelo menos uma violação de sistema resultando em perda de dados de clientes ou funcionários. O problema é o segundo maior fator de vulnerabilidade – atrás apenas da infestação por vírus/worms – e o quarto mais recorrente no mundo empresarial.

 

O estudo entrevistou cerca de 550 executivos dos mais diferentes setores em todo o mundo que são responsáveis ou que influenciam diretamente as decisões quanto a programas e estratégias de segurança e combate a fraudes.

 

A segurança cibernética é a mais ameaçada. Ataques, roubos ou perda de informações sigilosas foram reportados por 85% dos respondentes, a maior taxa de incidência no mesmo período. Chama também a atenção o fato de que a maioria desses eventos se dá por vulnerabilidade de software, citado por 26% dos participantes.

 

Muitas empresas ainda adotam backups lentos, destinado à recuperação de ambiente e máquinas individuais – o que não representa uma solução abrangente de recuperação de aplicação e dados. Ou ainda, mantém DRs internos com alto custo e investimentos e sem a possibilidade de aumentar rapidamente sua capacidade. Além disso, em caso de desastre, a proteção fica comprometida.

 

Recuperação de desastre como serviço (DRaaS)

Atualmente, já chegaram ao mercado soluções de DRs com foco na recuperação de desastres de nível corporativo, sem a necessidade de investimento de capital. São soluções que permitem RPO (Recovery Point Objetive) de 15 minutos a até 24h, com implementação simples e realizada em poucos minutos. Com apenas um clique, é possível replicar e salvar as informações.

Simples, rápido, seguro, econômico e implementado por especialistas: essas são as características das soluções DRaaS – recuperação de desastres como serviço.

 

Veja mais sobre os benefícios desta modalidade:

  • Facilidade de uso da ferramenta
  • Recursos disponíveis da ferramenta
  • Custo inferior a soluções de DR tradicionais
  • Suporte dedicado e monitoramento
  • Planejamento e execução de testes de desastre

 

Com uma replicação assíncrona, simples e segura, o DRaaS é uma maneira fácil para iniciar sua jornada para a nuvem e começar a se beneficiar de uma TI ágil e escalável.

 

O UOLDIVEO tem atendido o mercado corporativo com serviços que permitem a continuidade dos negócios inclusive em casos de infecção por malwares / ransomwares.

Quer debater mais sobre abordagens para recuperação de desastre? Entre em contato conosco e compartilhe com a gente suas dúvidas.

 

UOLDIVEO

 

Como contratar os serviços certos para a nuvem?

Sempre que um tema ganha popularidade, traz consigo também suas distorções. Discursos parecidos, ofertas similares, players surgindo a todo momento, mas na prática é preciso compreender a importância de se encontrar um parceiro confiável para que sua experiência seja a mais tranquila possível.

 

A computação em nuvem atua na espinha dorsal do negócio. Traz consigo números de grande envergadura. Um levantamento da consultoria IDC apontou que dois terços das empresas globais já utilizam cloud computing e que tais serviços devem movimentar US$ 43,6 bilhões até 2020.

 

Não há mais como fugir!

 

É justamente pela popularidade do tema que grande parte das companhias ainda estão receosas sobre quais serviços podem ser colocados em cloud computing. Assim, muitas vezes, deixam de dar uma chance à tecnologia por questões de confiança na segurança das informações, performance, disponibilidade e a incerteza nos modelos com custos variáveis (que costumam ser flexíveis, de acordo com a utilização).

 

Ocorre também o contrário: algumas empresas, por impulso, migram muitas aplicações para a nuvem de uma só vez, sem o devido planejamento.

 

Se você tem dúvidas sobre quais serviços podem funcionar em cloud computing, vamos esclarecer a seguir:

 

1. Infraestrutura como serviço (IaaS)

Conhecidos como IaaS, os serviços de infraestrutura em nuvem são os que mais crescem no mundo. Quer ver um dado surpreendente? De acordo com o Gartner a infraestrutura de serviço foi responsável por 38,4% do faturamento total no mercado de cloud computing em 2016.

 

2. Plataforma como serviço (PaaS)

Esse é o modelo menos conhecido de cloud computing.  A PaaS fornece a infraestrutura necessária para que os desenvolvedores de software construam novos aplicativos ou aumentem as funcionalidades de soluções já existentes. Esse modelo é atrativo para empresas que precisam criar aplicativos customizados, e também para os desenvolvedores de software e empresas que vendem soluções para nichos específicos.

 

3. Software como serviço (SaaS)

Permite definir um modelo no qual os softwares são mantidos por um fornecedor. Dessa forma, os clientes podem usar a aplicação sem que TI precise se preocupar com infraestrutura, banco de dados, middleware, etc.

Tenha em mente que seja lá qual for o serviço de cloud computing contratado, todos os modelos tem benefícios. Essa é a principal dica para que os resultados do seu projeto em cloud computing mantenham alta performance e contribuam para a produtividade da companhia.

 

UOLDIVEO

 

Sua TI está preparada para se transformar em TN?

A transformação digital enfrentada pelas companhias traz à tona um novo desafio: fazer com que a TI se torne TN, ou seja, Tecnologia de Negócios.

 

Embora o termo seja relativamente novo, essa sigla decorre de uma longa evolução tecnológica que leva o mercado a compreender como a tecnologia pode incrementar os resultados de grandes companhias.

 

Algumas delas já estão realizando a migração para esse nível na prática, utilizando conhecimento para apoiar o negócio e fazendo interface não apenas com o usuário, mas com toda a empresa.

 

TI como apoiadora do negócio como um todo

O desafio é grande. Abraçar a transformação digital significa que a área de TI deve conversar de igual para igual com as demais áreas. Se avaliarmos o nível dos sistemas e informações utilizados versus o que existe para a TI e traçarmos um paralelo, seria o mesmo que dizer que a TI está vivendo na época das planilhas, enquanto o negócio vive a era do Business Intelligence.

 

No alto escalão das companhias, as reflexões envolvem discussões estratégicas. De acordo com um estudo do Gartner, 80% dos CEOs têm iniciativas de modelos de negócios digitais, porém 70% deles têm um líder digital, sendo 20% deles CIOs. Dentro desse contexto, 40% dos CEOs acham que os CIOs têm habilidades para ser o líder digital, e 10% dos CEOS mencionam o CIO como fonte primária de informação.

 

Transformar a TI em TN significa contar com uma tecnologia totalmente voltada ao “core business” da empresa, permitindo que a informação evolua para conhecimento e, consequentemente, para o aumento das vendas e melhorias de processos com foco nos lucros. Isso gerará ainda mais valor para a área.

 

Negócios digitais

Um levantamento do IDC apontou que 83% das empresas já usa ou pretende usar um ambiente de nuvem híbrida. Cerca de 73% delas concordam que um modelo de nuvem híbrida cria uma caminho para os negócios digitais. Ainda segundo a pesquisa, a transformação digital proporcionada pelas nuvens híbridas ajuda as organizações a melhorarem a agilidade da TI e ainda transformam as iniciativas de implementação do negócio digital em um processo mais rápido, fácil e econômico.

 

As empresas que desenvolverem uma capacidade digital plena, abrangendo desde a concepção e o desenvolvimento, até a implementação e o gerenciamento das soluções, são aquelas que vão se sobressair nos próximos anos. Elas terão mais condições de evoluir seus negócios digitais continuamente, com agilidade, além de oferecer níveis elevados de sofisticação e escala.  

 

Com o apoio da computação em nuvem, os serviços digitais serão mais ágeis e disponíveis sob demanda. Assim será mais simples automatizá-los e personalizá-los para promover melhores experiências aos clientes.

 

A migração para a nuvem nos tempos atuais é um movimento quase inevitável às empresas de todos os segmentos. Algumas delas ainda estão descobrindo as melhores formas de fazer essa migração; outras já erraram e estão buscando melhorar. Esses são apenas o primeiro passo para que a tecnologia seja finalmente vista como fundamental para os negócios.

 

UOLDIVEO

 

A importância do parceiro consultivo na estratégia Multicloud

Pensar numa estratégia Multicloud pode levar uma empresa a associar, num primeiro momento, a algo extremamente complexo. O checklist, sem dúvida, envolve uma série de requisitos de autenticação, segurança, integração, integridade dos dados e disponibilidade dos serviços.

De fato, a disponibilidade da tecnologia em abundância tornou-se uma commodity. E onde está o diferencial de um parceiro efetivo? Onde encontrar um fornecedor que vá além dos critérios técnicos e comerciais e pense em todos os aspectos estratégicos de um projeto.

 

Confira 5 temas importantíssimos numa estratégia Multicloud:

 

1 – Seleção da melhor nuvem – Nuvem privada, pública ou híbrida? Essa é uma questão inevitável, pois implica em autenticações, logs e controle de acesso, permissões, configurações e cobrança entre as nuvens. Na estratégia Multicloud, todos esses requisitos são pensados de forma estratégica, do planejamento à operação, passando até por fatores fora da curva. Isso permite extrair o melhor de cada nuvem, impactando na qualidade, performance e otimização de recursos na entrega de resultados.

 

2 – O DNA do projeto define a jornadaCada projeto tem um DNA e este fator é que define a sua jornada. Entender a maturidade das aplicações é estratégico. As características e requisitos suportados por cada nuvem como custo, desempenho, flexibilidade, abrangência e simplicidade de uso necessitam ser analisadas. Dessa forma, somente uma abordagem Multicloud possibilita a evolução para um modelo de TI dinâmico, ágil e flexível.

 

3- Disponibilidade dos serviços– Quem contrata quer um serviço sem interrupções. E como prever tudo isso quando estamos tratando de camadas de hardware, software e infraestrutura? Tudo é pensado de forma integrada quando uma estratégia Multicloud é adotada. Estamos falando aqui, entre outros itens, de gestão de identidade, gestão de capacidade, gestão de configuração, automação e billing.

 

4 – Controles financeiros – Pelo volume de itens envolvidos e por tudo rodar nas nuvens, ter o controle financeiro sem dúvida é um grande desafio. A estratégia Multicloud permite maior controle interno de infraestrutura, oferecendo, simultaneamente, total atenção ao cliente, na face para o mercado. Isso representa uma melhoria de performance contínua na eficiência operacional e assegura maior satisfação para o cliente.

 

5 – Versatilidade do parceiro – É fundamental contar com um parceiro que domine tecnologias diferentes e que tenha experiência em projetos de diversas complexidades. Dificilmente você encontra tanta versatilidade aproveitando somente sua equipe interna, pois seria necessário manter grandes talentos e isso tem um custo muito alto.

 

Em empresas como o UOLDIVEO, não há apenas um profissional especializado, mas sim dezenas deles. Formamos e treinamos uma equipe de profissionais que une os aspectos técnicos e consultivos a uma longa trajetória de sucesso, endereçando a adequada solução aos projetos de seus clientes com robustez e segurança.

 

Isso só é possível porque o UOLDIVEO continuamente evolui sua oferta, colocando-se no lugar do seu cliente, ao pensar naqueles assuntos que asseguram tanto o sucesso do negócio, quanto tiram as noites de sono dos líderes de equipe, em função de um risco possível.

 

Apontar problemas e soluções para assuntos básicos de hardware, software e infraestrutura é simples. Mas quando a estratégia Multicloud é missão crítica do negócio do cliente, o compromisso toma outras proporções.

 

Nessa direção, em menos de um ano, o UOLDIVEO firmou parcerias com os principais players do mercado de tecnologia, como Microsoft Azure, Google Cloud Platform e Amazon Web Services (AWS), endossadas com os mais elevados níveis de certificação em cada marca. Ou seja, trabalhar com pleno domínio as tecnologias ícones de padrão de mercado representa um diferencial único de atuação.

 

UOLDIVEO

 

Nuvem Privada ou Pública?

Atualmente há uma grande familiaridade dos profissionais de TI e de linhas de negócio com as nuvens públicas, onde dentre os principais players podemos destacar AWS, Microsoft Azure e Google, cuja principal característica é executar aplicações de centenas ou mesmo milhares de empresas simultaneamente dentro de ambientes virtuais em um mesmo em ambientes físicos dedicados a uma determinada organização.

As nuvens públicas oferecem uma série de benefícios, tais como custo competitivo e grande oferta de features. Mas, em algumas empresas, as limitações de determinado recurso da nuvem, as implicações na arquitetura e as regras de segurança de uma aplicação fazem com que as nuvens públicas sejam claramente desvantajosas para essas empresas. A transição de um ambiente dedicado para uma nuvem pública pode ser bem difícil.

As aplicações de missão crítica de uma empresa podem estar prontas para serem executadas em uma nuvem privada, sem que estejam aptas à migração para a nuvem pública por exigirem elevados níveis de segurança, confiabilidade, performance, customização, personalização, integração com ambientes legados, etc…

Níveis mais rigorosos de segurança, privacidade e integração, são características inerentes às nuvens privadas (private clouds). Além disso, as nuvens privadas possibilitam customizações para atender necessidades específicas de uma organização que normalmente não são possíveis de serem obtidas em nuvens públicas. O que pode ser de interesse de um pode interferir ou até prejudicar o outro.

Todas essas considerações a favor de uma nuvem privada não significa que as empresas que adotam nuvens privadas, no entanto, em algum momento devam recorrer também às nuvens públicas, ou múltiplas combinações de diversas ofertas de nuvem.

É preciso lembrar que a escolha da nuvem deve ser acompanhada de inteligência na alocação de recursos computacionais, plataforma, software, processos e governança, sem deixar de lado conceitos fundamentais, como elasticidade, gerenciamento de identidade, segurança e personalização de recursos para atendimento de diversas demandas.

A implantação de uma nuvem privada normalmente requer mudanças de conceito e quebra de paradigmas nas organizações. A empresa muda o olhar anteriormente direcionado para ativos tradicionais, como servidores e infraestrutura, para serviços contratados e consumidos sob demanda. Isto, após consolidado, estende-se com mais facilidade para as nuvens públicas, nos casos onde a melhor alocação de uma determinada aplicação pode não ser a nuvem.

Qual a melhor escolha para meu negócio?

Não se trata de melhor escolha e sim de diferentes escolhas. Empresas que utilizam Nuvem Privada também podem utilizar soluções em Nuvem Pública de forma combinada, o que chamamos Nuvem Híbrida.

Nós do UOLDIVEO acreditamos numa estratégia de Cloud próxima ao seu negócio, com uma equipe altamente especializada em serviços de gestão de múltiplas nuvens

Um Abraço

Tullio Christianini

 

CLI e SDK como maximizar a experiencia no Cloud

Em nosso último post sobre “O que você precisa saber antes de desenvolver aplicações para a nuvem” focaremos em dois conceitos bastantes difundidos que são CLI (Command Line Interface ou Interface da Linha de Comando) e SDK (Software Development Kit ou Kit Desenvolvimento de Software). Você sabe dizer o que cada um pode entregar?  Muitos desenvolvedores experientes não conseguem conceituar ou explicar com precisão, mas, vou tentar de uma forma bastante simples. Vamos as definições para facilitarmos a leitura.

A CLI é a interface texto que permite a digitação de um comando por linha que possibilita o acesso no modo texto, ou seja, possibilita ao usuário interagir com o sistema digitando comando para que o computador realize tarefas especificas.

O SDK é um conjunto de ferramentas de desenvolvimento e códigos pré-gravados que podem ser usados ​​pelos desenvolvedores para criar aplicativos. Os SDKs geralmente ajudam a reduzir a quantidade de esforço e tempo que seria necessário para os profissionais escreverem seus próprios códigos.

E para recordar do post “API First” clique aqui

Agora que definimos e relembramos os conceitos, é fundamental que cada conceito seja utilizado de forma bastante clara entre as necessidades na nuvem. CLIs são scripts que funcionam bem em um curto prazo, mas que ao utilizar em integrações de larga escala podem trazer um enorme esforço de gerenciamento. SDK proporcionam uma integração mais fluída e dinâmica entre software e infraestrutura.

Você pode usar SDKs, APIs e CLIs para interagir com qualquer nuvem seja ela privada ou pública. Mais lembres -se, é fundamental que o conhecimento do desenvolvedor seja focado desde o início no planejamento e construção de como a interação dos serviços entre software e infraestrutura serão realizadas.

 

Abraços,

Luiz Eduardo Severino

Porque Multicloud ?

Em meu último post falei sobre algumas diferenças fundamentais entre ofertas de plataformas de nuvem existentes no mercado, como isso pode impactar seu negócio e como explorar os pontos fortes de cada tipo de oferta. O objetivo hoje é avançar um pouco mais, exemplificando como a adoção de uma estratégia MultiCloud pode ajudar na redução de custos, aumento de disponibilidade e resiliência, mas também expor pontos chave que devem ser levados em conta nesta jornada.

Utilizar mais de uma nuvem de forma simultânea pode trazer ambientes para um novo patamar em termos de qualidade, performance e disponibilidade. Felizmente, com o advento do Cloud, nos dias de hoje rodar aplicações em diversas nuvens é algo que está ao alcance de qualquer empresa, algo que a 8 anos atrás só era possível para corporações de grande porte.

Falhas de infraestrutura sempre vão acontecer, não é uma questão de “se” e sim de “quando” irão acontecer. A única forma de minimizar seu impacto é estar preparado para quando acontecer.

Mesmo trabalhando com aplicações preparadas para Cloud (Cloud-Ready Applications) ou nativas de Cloud (Cloud-Native Applications), que tiram proveito de todas as funcionalidades e o potencial da nuvem elas não estão imunes às falhas de infraestrutura.

Tais falhas podem afetar regiões inteiras de provedores de Cloud não são incomuns, podem gerar grande impacto pela extensão da falha (que em muitos casos tem efeito cascata, afetando diversos serviços de um mesmo provedor mesmo em regiões distintas) e o tempo de reestabelecimento desses serviços que pode demorar algumas horas.

Os benefícios de utilizar-se múltiplos provedores de Cloud simultaneamente vão além de melhorar resiliência e tolerância às falhas em camadas de hardware, software e infraestrutura. Uma estratégia MultiCloud pode reduzir a dependência de um único provedor (vendor lock-in), facilitando futuras negociações e migrações.

Mas toda essa abundância de ofertas e possibilidades deve fazer parte de uma estratégia que contemple todos os aspectos relevantes em termos de segurança, flexibilidade e controle. Pois como os sistemas estarão distribuídos em diversas nuvens, as autenticações, logs e controle de acesso, permissões, configurações e cobrança também estarão.

Isso traz uma série de novos desafios que devem ser observados com atenção:

– Gestão de Identidade/ Auditoria

– Gestão de Capacidade/Monitoração

– Gestão de Configuração

– Automação

– Billing

Cada nuvem disponibiliza seus recursos de uma forma, painéis, APIs e terminologias são bastante diferentes, podem não representar um problema no início, mas que podem se tornar um pesadelo se não forem feitos planejamento e as definições adequadas.

NO UOL Diveo, já adotamos estratégias Multicloud há alguns anos e neste tempo adquirimos experiência, desenvolvemos técnicas e ferramentas que nos permitem extrair o melhor de cada nuvem, entregando para nossos Clientes todos os benefícios.

Multicloud x Nuvem Híbrida – Entenda as diferenças

No universo de TI, especialmente em Cloud Computing, constantemente nos deparamos com novas tecnologias, tendências e também novos termos e definições. Há muita confusão no mercado e algumas vezes é difícil entender as diferenças entre definições e termos que parecem ser a mesma coisa, mas não são.

Ao comparar Multicloud com nuvem híbrida, as diferenças podem parecer insignificantes, e muitos profissionais, incluindo aqueles que sabem o que estão falando, usam os termos de forma ambígua, gerando ainda mais confusão e incerteza.

Para assegurar que sua equipe está recebendo a solução de nuvem que melhor se adapte às suas necessidades, é importante compreender que enquanto uma solução de nuvem híbrida pode envolver uma estratégia Multicloud (e vice-versa), os dois termos significam coisas muito diferentes.

Parece complicado? Mas não é. Vamos começar com as definições para ajudar a compreender as diferenças.

O que Multicloud significa?

Multicloud é literalmente o que diz a palavra, ou seja, envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso.

Multicloud é a combinação de tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas.

Com o incremento da adoção de nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia e começamos então a perceber que diferentes nuvens são mais adequadas para diferentes necessidades.

Nos últimos anos, empresas com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes.

Ao mesmo tempo, organizações convivem com o desafio de manter sistemas e processos legados ao mesmo tempo em que são desafiadas a transformação digital buscando inovação e agilidade. Para isso é importante ter em mente que diferentes aplicações têm diferentes requisitos de nuvem e algumas aplicações não funcionam adequadamente em ambiente de nuvem. E aí que a abordagem Multicloud se faz efetiva, permitindo que empresas utilizem nuvens com tecnologias e características diferentes.

Muitas dessas empresas já entenderam que as nuvens não são iguais e utilizam várias soluções de nuvem para maximizar os benefícios que poderiam obter com a tecnologia. Outras adotam uma solução Multicloud para minimizar sua dependência de um fornecedor específico e garantir que não está presa a um contrato único.

Uma estratégia Multicloud pode contar com soluções de Nuvens  Públicas, privadas ou híbridas, dependendo dos requisitos de cada organização. Basicamente, as empresas que utilizam Multicloud podem estar usando nuvem híbrida em muitos casos, mas Multicloud não significa a utilização de nuvem híbrida obrigatoriamente.

Esclarecendo, Nuvem híbrida refere-se ao serviço orquestrado com base em políticas de provisionamento, utilização e gestão através de uma mistura de serviços em nuvem internos e externos. Em uma Nuvem Híbrida, pode-se utilizar uma Private Cloud para atender a requisitos específicos, controle e maior segurança juntamente com uma Nuvem Pública para escala sob demada. Outras soluções híbridas ainda podem utilizar servidores dedicados para workloads ainda mais específicos. O grande brilho do híbrido é a diversidade de opções para escolher.

Nuvem Híbrida ainda se parece com Multicloud para você ?

Tenha em mente que uma solução Multicloud é aquela em que diferentes nuvens, de diferentes fornecedores, são utilizadas para tarefas separadas enquanto nuvem híbrida se parece mais com a criação de uma solução que contém mais de uma opção de nuvem.

No quesito tecnologia, podemos dizer que em nuvem híbrida, as cargas de trabalho utilizam dois tipos de infraestrutura de hospedagem diferentes, enquanto em Multicloud você está usando várias nuvens.

Apesar disto, o que é preciso ter em mente é que Multicloud não se trata apenas de tecnologia. Como citado acima, Multicloud é a combinação de tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas.

O que é melhor?

Não se trata de melhor ou pior e sim diferente. Empresas que utilizam Multicloud também podem utilizar soluções de Nuvem Híbrida, mas entenda que a principal vantagem de uma abordagem Multicloud é permitir que empresas utilizem nuvens com tecnologias e características diferentes de diferentes fornecedores.

Há diversas maneiras de utilizar Multicloud e nuvem híbrida em sua estratégia de TI.

Nós do UOLDIVEO acreditamos numa estratégia Multicloud próxima ao seu negócio, com uma equipe altamente especializada em serviços de gestão de múltiplas núvens, oferecendo vantagens de nosso acordo de parceria em alto volume com os principais players de Cloud Computing, possibilitando liberdade de escolha e ganho de escala .

6 mitos inacreditáveis sobre segurança em nuvem

Toda semana dedico um bom tempo a entender quais são os principais problemas e oportunidades que a área de TI das empresas enfrenta no dia a dia e em uma das pesquisas encontrei um artigo da Forbes que colocava segurança como uma das principais preocupações de CIOs para 2016.
Descobri ao mesmo tempo que este é um dos fatores que tem desestimulado a adoção rápida de cloud computing por algumas empresas.

Segurança em cloud? Como assim?

Conversei com diversos especialistas em cloud e segurança, e em nenhum momento consegui chegar à conclusão de que a tecnologia aplicada à maioria das nuvens era determinante para tornar a computação em nuvem mais vulnerável que um ambiente tradicional de TI.

Então, por que tanta insegurança com a segurança?

insegurança
sensação ou sentimento de não estar protegido, seguro.

Um dos motivos é comportamental. O fato da tecnologia de nuvem ser nova pode causar um comportamento mais conservador, fazendo com que alguns profissionais prefiram aguardar testes e casos de sucesso de outras companhias para tomar sua decisão – mesmo isto implicando em agir de forma mais lenta e reativa com relação ao mercado.

O outro motivo é basear-se em informações incorretas. A verdade é que alguns pontos que tenho observado sobre esta insegurança são na verdade fruto de mitos propagados constantemente pela internet e que apenas reforçam uma informação imprecisa, impedindo que profissionais de TI tomem decisão com base em fatos.

Há ainda uma parcela das decisões de adoção de nuvem que estão de fato baseadas em características muito específicas e incomuns que fazem com que a segurança seja um impeditivo.

Chegou a hora de separar verdade de ficção e acabar com alguns mitos sobre segurança na nuvem (IaaS)!

MITO 1: NUVENS PÚBLICAS NÃO SÃO SEGURAS.

O ambiente de nuvem pública pode ser ainda mais seguro do que um ambiente on-premisses ou mesmo um Data Center. O fato é que nenhuma nuvem é igual a outra e por isso o importante é que as empresas tenham critérios claros de controle e visibilidade desejados.

Por se tratar de um ambiente compartilhado, na maioria das vezes os controles aplicados à nuvem são mais rígidos do que em ambientes on-premisses.
Diversas regras de segurança são aplicadas na camada física da infraestrutura, além de existir isolamento lógico entre todos os clientes, fazendo com que os ambientes estejam blindados contra acessos não autorizados.

Um exemplo disso é que o UOLDIVEO, para reduzir os riscos de clientes e do próprio UOL, atualiza constantemente suas tecnologias, regras de firewalls, planos de mitigação de vulnerabilidades para todos componentes de infraestrutura baseado na detecção de tentativas de ataques, além de segmentação de rede e aplicação de patchs de segurança.

MITO 2: SEGURANÇA EM NUVEM É UM NOVO DESAFIO.

A verdade é que a segurança na nuvem não é uma preocupação nova.
A computação em nuvem tem mudado muita coisa no mundo da infraestrutura, mas a maioria das preocupações de segurança, como proteger a infraestrutura e os dados sensíveis, são preocupações antigas.
Requisitos de segurança e de governança são os mesmos independentemente de componentes físicos, virtuais ou de nuvem. Na nuvem, a maneira pela qual as mudanças na infraestrutura acontecem tornam controle e visibilidade ainda mais importantes.

MITO 3: COMPLIANCE É O MESMO QUE SEGURANÇA.

Muitas empresas acreditam que se o provedor de nuvem é certificado, seus sistemas são seguros e invulneráveis à ataques.
Na verdade, o certificado não garante a segurança. Apenas confirma que o que estava definido, foi cumprido no momento da auditoria.
Muitas vezes, os padrões de conformidade às políticas e procedimentos dependem de pessoas ao invés de sistemas automatizados e por isso podem ocorrer falhas entre auditorias. Acreditar que ter certificação é o mesmo que ter segurança – e vice-versa – coloca a empresa em risco.

MITO 4: CLIENTES DE UMA MESMA NUVEM PODE ATACAR UNS AOS OUTROS.

Em uma nuvem pública como VMware vCloud Air, OpenStack, AWS ou Microsoft Azure, os clientes compartilham recursos de computação, armazenamento e recursos de rede.
Como os recursos físicos são compartilhados, muitas empresas se preocupam que sejam atacadas por outros clientes que utilizam o mesmo serviço. Na verdade, existem diversas questões que garantem a proteção entre clientes.

Invadir a camada de virtualização, por exemplo, não é simples. Há poucos relatos deste tipo no mundo e casos deste tipo ocorreram elevando o nível de permissão de um usuário existente, dentro do painel de gestão.

Para evitar isto, é possível isolar a camada de gerenciamento, colocando-a em uma rede separada e ainda que estejam na mesma rede, é possível fazer o isolamento da VLAN.

MITO 5: INVASÕES VIA INTERNET SÃO MAIS AMEAÇADORAS NA NUVEM DO QUE EM UM DATA CENTER.

Ameaças vindas da Internet são reais, mas não são mais ameaçadoras na nuvem do que para qualquer outro ambiente.
Alguns dos principais problemas de segurança em nuvem incluem violações de dados, invasão de conta, APIs inseguras e negação de serviço (DDoS). Estas preocupações não são novas quando falamos em serviços conectados à Internet.
Uma variedade de proteções pode ser utilizada contra esses ataques, que vão desde firewalls, varredura de vulnerabilidades e criptografia para prevenção de intrusão de rede, até credenciais inteligentes.

MITO 6: VOCÊ NÃO PODE CONTROLAR ONDE SEUS DADOS RESIDEM NA NUVEM.

A localização dos dados é uma preocupação importante e muitos países têm leis que não permitem a exportação de dados pessoais ou o seu armazenamento em outro país.
Quando a residência de dados é uma preocupação, especialmente para informações pessoais como informações de saúde, impostos e financeiras, a escolha do provedor de nuvem deve basear-se onde o service provider mantém seus Data Centers em nuvem.
Empresas que fornecem serviços em vários continentes devem, pelo menos, escolher um provedor de serviços que possa satisfazer essas necessidades com Data Centers aderentes à política de cada país.

 

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Dica: Este whitepaper acima pode ser ainda mais interessante se sua empresa utiliza ambiente virtualizado em tecnologia VMWare.