Não se engane: inovação é um projeto de toda a corporação

Não se engane: inovação é um projeto de toda a corporação

O mundo está em transformação constante e a inovação é a palavra de ordem em dez entre dez empresas. Muitos líderes imaginam que o caminho para isso é criar um setor específico para esta finalidade, com objetivo de acompanhar o mercado, definir as inovações, priorizá-las, elaborar projetos e promover as implantações. Mas o caminho é outro.

Você já se perguntou por que em muitos casos a inovação não ocorre, mesmo com um departamento inteiro destinado a isso?

Em primeiro lugar, a inovação não está relacionada a um setor específico. Ela está ligada a uma cultura que deve ser disseminada entre toda a corporação, desde os colaboradores com funções operacionais até os C-levels. Significa desenvolver um trabalho de convencimento de toda a companhia para que todos sejam livres para contribuir com ideias, opiniões e feedbacks.

É a escolha pela inovação como prioridade.

 

Inovação em todos os lugares

Se a inovação é tão positiva, por que ela estaria em só um lugar? Por que ela estaria em apenas alguns departamentos da sua empresa? E por que apenas alguns funcionários estariam aptos a ter grandes ideias, se todos os seres humanos são dotados de inteligência?

Cada colaborador tem uma formação, experiências e formas de pensar. Não há nada mais produtivo e enriquecedor para um processo de inovação do que a diversidade de ideias. Com essas perspectivas diferenciadas, é possível considerar uma infinidade de referências e desenvolver alternativas que sejam úteis a públicos completamente diversos. Isso é o que enriquece o processo e torna as inovações mais sólidas.

Quando a equipe participa do processo de inovação, todos percebem o quanto é importante criar soluções novas para problemas antigos. Todos têm a mesma oportunidade de ter ideias valorizadas e reconhecidas, o que cria um ambiente propício a inovação e motivação para o trabalho. Cada um se sente livre para pensar em uma nova forma de solucionar um dilema ou simplesmente propor uma melhoria – por menor que seja.

 

A responsabilidade dos líderes

Toda mudança de cultura está diretamente ligada ao exemplo que os líderes e gestores costumam disseminar na companhia. A mentalidade de cada um deles dá o tom de como a equipe aceitará os direcionamentos ou propiciará contribuições, estejam eles relacionados à inovação ou não.

É fundamental trabalhar pela propagação da cultura da inovação e do quanto isso é fundamental para todos. Inovar é uma atitude que está dentro de cada um, mas o estímulo precisa partir dos líderes. Da mesma forma que um budget importante para inovação que não foi aprovado pode gerar frustração, uma reação conservadora diante de uma nova proposição pode repelir ideias futuras. Por esse motivo, o líder deve estar atento a seu comportamento com relação à inovação dentro sua equipe, nos mínimos detalhes.

Vale lembrar que os colaboradores estão na linha de frente. Certamente eles enfrentam muitas dificuldades e podem ter propostas interessantes para solucioná-las. Além disso, muitas vezes, o trabalhador percebe questões que ninguém havia notado. Tem situação melhor para que ocorra o fenômeno da inovação?

 

Inovação deve ser o mote de todos

Os líderes têm muito a aprender com o time, e vice-versa. Independentemente do cargo ou formação, todos devem valorizar o potencial existente em cada profissional e entender que a empresa inteira pode ser beneficiada por ideias bem estruturadas.

Se você escolheu a inovação como prioridade, pense nisso!

 

A importância do CIO no cenário da transformação digital

A importância do CIO no cenário da transformação digital

“Vamos trocar as turbinas com o Airbus em pleno vôo”. Quem nunca ouviu esta frase em TI? As transformações constantes no cenário de soluções tecnológicas trazem desafios diários aos CIOs, que se veem no comando de enormes aeronaves, repletas de painéis de controles, com o céu nublado e rajadas de raios e trovões.

Dá para afirmar que a rota desse vôo cruza com a jornada da transformação digital da empresa? Ou tudo está embarcado na mesma aeronave? Independentemente da situação e da solução, não dá para negar que a virtualização e a cloud computing são recursos que ajudam os CIOs a não mais construir tudo do zero, mas sim continuar a evolução do negócio de forma integrada, com mais segurança, performance e custos otimizados.

A cada ano, o CIO enfrenta de forma mais intensiva o desafio de gerir estruturas legadas, juntamente com as novidades a serem implementadas, sem deixar de pensar em inovações disruptivas para atender o seu cliente interno. É como “fritar o peixe e olhar o gato”.

Pesquisa CIO Global 2016-2017, realizada pela Deloitte em 48 países, indicou que para 57% dos CIOs, suas empresas têm a expectativa de que eles ajudem na inovação dos negócios e no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Porém mais da metade dos entrevistados (52%) afirma que o desenvolvimento da inovação e de soluções disruptivas simplesmente não existe ou não vem sendo aplicado em suas organizações.

Para manter o bom funcionamento de toda infraestrutura, o CIO deve, juntamente com o gerente de TI, ter em mente que o caminho para a transformação digital envolve as etapas de:

  •      Pensar em tecnologia
  •      Mapear onde quer chegar
  •      Ter bem definida a estratégia de transformação digital

É neste ponto que o cloud computing se conecta com a transformação digital.

Cada vez mais, as empresas estão em busca da contratação de tecnologia como serviço: o SaaS, IaaS e PaaS, por exemplo. Essa mudança gera mais agilidade ao negócio, o que é essencial no processo de transformação.

A nuvem é um habilitador que permite às empresas obter ganhos e redução de custos, já que elas pagam somente por aquilo que consomem. Além disso, outro ponto importante é que o cloud computing gera agilidade e flexibilidade para as empresas, permitindo ao CIO tomar decisões rápidas em relação à infraestrutura, como ativar e desativar recursos, por exemplo.

Outra vantagem é que isso pode ser feito a qualquer momento, sem a necessidade de depender de um fornecedor. No caso de um e-commerce, isso faz toda a diferença, já que a empresa consegue se preparar para atender a alta demanda das datas sazonais, aumentando a capacidade do seu datacenter sempre que for necessário.

A jornada para a nuvem

Antes de optar pelo modelo de nuvem que mais se enquadra ao seu negócio, analise os recursos de TI e as aplicações que rodam melhor em cada fornecedor de cloud computing.

Neste ponto, conte com a jornada na nuvem, analisando o momento certo de migrar cada aplicação e o processo de implementação e sustentação de cada uma. É muito importante planejar em arquitetura de nuvem as aplicações e sistemas associados à inovação. Considere que alguns sistemas legados podem se comportar melhor em datacenter próprio.

Em alguns casos é preciso mais de uma nuvem para tirar o melhor benefício da operação de TI.

 

Multicloud pode ser a solução que você precisa

O conceito de Multicloud envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso. Ele combina tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas. Ao adotarem a nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia. Logo, diferentes nuvens são mais adequadas a diferentes necessidades.

Mesmo os negócios com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes. As empresas têm o desafio de manter sistemas e processos legados, juntamente com a evolução da jornada da transformação digital. E a nuvem pode endereçar grande parte das soluções. Nesse ponto, a Multicloud se faz efetiva, permitindo que as empresas utilizem recursos tecnológicos com diferentes características e requisitos.

O UOLDIVEO apoia os CIOs na transformação digital sempre conectando buzzwords como Big Data, Analytics, IoT e Cloud Computing às necessidades reais de transformação dos negócios.

 

 

BYOD e Cloud Computing: a combinação perfeita

BYOD e Cloud Computing: a combinação perfeita

Um fenômeno chamado BYOD (Bring Your Own Devices) chegou de mansinho na rotina das empresas e agora se mostra como um movimento sem volta. É praticamente impossível impedir que um funcionário deixe de usar seu dispositivo móvel no ambiente de trabalho.

Em partes, esse fenômeno vem ocorrendo porque, há dez anos, os colaboradores tinham o melhor da tecnologia disponibilizado pelas próprias empresas. Atualmente, observa-se exatamente o contrário. Os dispositivos voltados para o consumidor avançam rapidamente e as substituições de equipamento são frequentes, sempre na busca por equipamentos mais modernos, ágeis e com melhor desempenho.

 

Uma companheira inseparável chamada cloud computing

Acompanhando a tendência de BYOD, não podemos esquecer a sua melhor amiga: a cloud computing. A combinação dessas duas tendências está transformando os ambientes de trabalho dentro das organizações, que pouco a pouco vêm adaptando suas aplicações à essa nova realidade.

Segundo uma pesquisa da CipherCloud, 86% das aplicações em cloud utilizadas no ambiente de trabalho não foram autorizadas. Isso significa que o setor de tecnologia da informação perdeu o controle sobre as aplicações que são utilizadas dentro das empresas. Em poder de seus próprios dispositivos, os funcionários podem simplesmente ter acesso aos serviços em poucos minutos. Talvez alguns departamentos de TI de empresas mais ortodoxas até gostariam de bloqueá-las, porém isso já faz parte da vida corporativa.

 

Segurança em tempos de BYOD

A preocupação com segurança dentro das empresas é fator crítico. A previsão é que até 2020, 60% dos funcionários das empresas utilizem seus próprios smartphones para atividades relacionadas ao trabalho, enquanto a utilização da nuvem pública para fins de armazenagem de informações deve ter um crescimento na faixa de 50% ainda neste ano.

Esse é o maior dilema quando o tema é a utilização de dispositivos móveis no trabalho. Os equipamentos pessoais que têm acesso à rede corporativa são vistos como pontos de acesso fáceis por invasores e, por isso, são considerados o ponto mais vulnerável da empresa. É possível garantir que os dispositivos corporativos tenham os recursos necessários para garantir a segurança durante os acessos à rede; no entanto, a empresa perde o controle se o colaborador utiliza seus próprios dispositivos.

Para isso, a computação em nuvem é a solução mais adequada para o processamento e o armazenamento de dados. Se eles ocorrem fora dos dispositivos móveis e é feito todo na nuvem, a segurança de acesso está garantida somente a quem a informação for importante.

 

Gestão de dispositivos móveis

É importante também pensar na adoção de tecnologia de nuvem para realizar a gestão de dispositivos móveis, com objetivo de garantir a segurança. Existem ferramentas, por exemplo, que possibilitam aos colaboradores formatarem seus dispositivos perdidos ou roubados, para garantir que as informações sensíveis não sejam acessadas por pessoas de fora da organização. Essa é apenas uma possibilidade, entre tantas existentes.

Outro ponto é que, com os aparelhos pessoais, os funcionários podem se descuidar e conectá-los a redes WiFi abertas, partindo do pressuposto que essas redes são seguras. Podem ainda usar aplicativos e serviços que já conhecem por causa do uso pessoal para o trabalho, o que não é recomendado. O ideal é que a empresa dê alternativas corporativas para que os colaboradores entendam que as regras existem.

 

Como utilizar a favor do negócio

As companhias precisam encontrar formas de utilizar as novas tecnologias, que vieram para ficar, a favor do negócio. Já que a computação em nuvem, juntamente com o BYOD, passaram a ser companheiras inseparáveis, em vez de nadar contra a maré, aposte em tecnologias capazes de reduzir as vulnerabilidades para lidar com essa transformação. Se você já percebeu os impactos do BYOD na sua empresa, experimente ficar atento às últimas tendências dessa prática e aproveite o que há de positivo por trás dela.

 

UOLDIVEO

Conheça os erros mais comuns na hora de migrar para a cloud

Conheça os erros mais comuns na hora de migrar para a cloud

Os céticos em acreditar que a cloud computing seria um modismo passageiro, já se conscientizaram de que a nuvem não trata de um simples conceito, mas sim de um modelo de TI. Virou uma verdadeira corrida e um desafio contra o tempo, pois quem não está dentro tem a noção de atraso frente aos seus concorrentes.

A computação em nuvem está em uma fase avançada de expansão no mercado, porém muitas companhias ainda cometem erros de implementação, amargando prejuízos e – pior ainda – colocando suas informações em risco. Alguns problemas decorrentes desses erros são rapidamente corrigidos, mas outros podem destruir projetos inteiros.

Implementar uma estrutura de nuvem em um ambiente de produção não é um processo fácil e possui custo significativo. Por este motivo, mapeamos as principais falhas cometidas pelos tomadores de decisão na hora de migrar para a nuvem.

 

Confira:

 

1 – Olhar para a infraestrutura e não para a aplicação

Este é o primeiro erro cometido e que pode ser a razão de muitas dores de cabeça. Antes de tomar alguma decisão, é necessário compreender o nível de maturidade das diversas aplicações. Algumas delas estão 100% preparadas para a nuvem, outras ainda não. Importante saber que aquelas imaturas para a cloud simplesmente não irão funcionar.  

Por isso, o principal item de reflexão antes de qualquer decisão é analisar o que está sendo levado para a nuvem. Não hesite caso seja necessário fazer substituições de aplicações, em situações em que as mais antigas não estiverem adequadas ao novo ambiente. Vale mais a pena realizar investimentos antes, do que amargar situações desagradáveis na implantação.

 

2 – Tenha cuidado com a cultura da companhia

Ao tomar a decisão de levar as aplicações para a nuvem, avalie se a companhia continua operando da forma tradicional. Muitas empresas acreditam serem digitais, mas na hora “H”, não é bem assim.

É importante que haja uma real mudança na cultura, e isso leva algum tempo.  Os colaboradores precisam ser engajados para a implementação da nova tecnologia. Muitas vezes, os colaboradores não possuem know how para a mudança e, nesses casos, é melhor contar com um parceiro de confiança.

 

3 – Avalie o posicionamento do fornecedor

Este é um erro comum, cometido por falta de tempo ou desconhecimento. Muitas vezes, o fornecedor indica uma nuvem que não se aplica da melhor maneira às necessidades daquela empresa. Infelizmente, a situação é recorrente em empresas de porte pequeno e médio, que contratam parceiros com uma única bandeira de cloud. É preciso estudar bastante as opções antes de selar um contrato, conhecer as opções disponíveis no mercado e ter calma antes de tomar uma decisão.

 

4 – Falta de conhecimento sobre os modelos de nuvem disponíveis

Existem três tipos diferentes de “nuvens”: públicas, privadas e híbridas. Dependendo do tipo de aplicação ou requisito de negócio, é preciso comparar as diferentes opções que nuvens privadas, públicas e híbridas podem oferecer.

Para que se possa decidir sobre um modelo de nuvem, determine qual é o modelo ideal para o seu negócio. Arquitetar a nuvem é uma das decisões mais importantes de tecnologia que você irá enfrentar.

 

5 – Falta de planejamento da migração

Migrar para a nuvem implica em pensar cada detalhe antes de agir.  É importante investigar assuntos que vão desde as legislações a respeito das informações que estarão na nuvem até questões sobre segurança. Caso contrário, corre-se o risco de ter um sistema incapaz de oferecer os serviços apropriados para os usuários e, o mais importante, de passar por uma auditoria.

 

A abordagem consultiva como chave

Devemos considerar que uma abordagem consultiva é a chave para equilibrar os benefícios e os riscos de nuvem. É a melhor forma dos gestores de TI tirarem proveito dos benefícios de uma nuvem privada e pública.

O caminho natural da adoção depende da maturidade tecnológica da empresa e, normalmente, passa de uma estrutura tradicional para uma virtualização, indo para uma nuvem privada e, em seguida, com a extensão dos recursos, para a nuvem pública, formando a nuvem híbrida.

Para finalizar, conte com um parceiro qualificado para apoiar a jornada do seu negócio. Afinal, arquitetar nuvens é tarefa que exige especialização e experiência.

 

Tullio Bertoldi Christianini

 

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Um estudo do Gartner apontou que, até 2020, teremos mais de 25 bilhões de dispositivos e objetos conectados à internet. Isso significa que em três anos – sim, são apenas três anos – as empresas terão à disposição, a partir de qualquer dispositivo e sempre que for necessário, informações de qualidade sobre tendências de mercado, processos organizacionais e comportamento de consumo do cliente, entre muitos outros dados importantes para a tomada de decisão. Significa também que vamos ter uma melhor oferta de produtos e serviços aderentes às demandas cada vez mais específicas do consumidor.

Nos últimos anos, a tecnologia transformou a forma como as pessoas se relacionam, como fazem negócios e como vivem a vida de modo geral. Deixamos de depender da área de informática para manter sistemas e equipamentos funcionando e passamos a ter uma rotina altamente tecnológica, com diversos dispositivos conectados de forma totalmente inovadora. Passamos a viver então a era da terceira plataforma de TI, regida por quatro importantes pilares:

  • cloud computing

  • mobilidade

  • big data analytics

  • social business

 

A importância dos aceleradores de inovação na terceira plataforma de TI

Você certamente já ouviu falar sobre os aceleradores de inovação. São práticas inovadoras que estão nos levando para o caminho da terceira plataforma de TI e promovendo a transformação digital, como internet das coisas, machine learning, impressão 3D, realidade virtual e aumentada e robótica, entre outras.

A maioria dos brasileiros que moram nas grandes capitais já vivenciaram experiências propiciadas pelos aceleradores de inovação e nem se deram conta de que estavam fazendo parte de uma transformação digital.

Você já parou para pensar como esse cenário vem ocorrendo em pequenas pílulas ao longo do dia?

Podemos citar exemplos de empresas que se desenvolveram dentro da terceira plataforma de TI, como o Nubank ou o Netflix. Porém, todas estão percebendo que precisam se apoiar na terceira plataforma para acompanhar as grandes mudanças exigidas pela transformação digital. São evoluções simples, mas que levam à redução de custos e a maior satisfação dos clientes.

Por exemplo, os escritórios de arquitetura estão deixando de usar um portfólio impresso com os projetos e apresentando os trabalhos por meio de um cardboard com QR code. Com a ajuda de aplicativos avançados de realidade virtual, eles conseguem apresentar suas ideias de maneira prática e com muito mais recursos do que um simples papel. Como se vê, realidade virtual não é coisa de gamer, nem de ficção científica. É uma solução de negócio tangível e real que ocorre a todo momento.

 

Transformações que enfrentam resistências

Embora todos esperem que a área de TI lidere mudanças, na prática não é assim que tudo acontece. Historicamente, a área de TI não foi estruturada para passar por grandes transformações – embora qualquer evolução passe por ela.

Quando a TI surgiu, na década de 60, seu papel era automatizar processos, garantindo velocidade às contas a pagar, a receber, almoxarifado e etc. Foi algo planejado para ser executado sempre do mesmo jeito, para ser ágil e consistente. No entanto, essa fase acabou e a área de TI precisa compreender o seu novo momento.

Hoje, no mundo em transformação, a área de TI é que tem que suportar a mudança. Sabemos o quanto é difícil virar a chave, pois trata-se de uma questão cultural. É preciso que as empresas compreendam a importância de se investir nas novas tecnologias para acompanhar um movimento que não tem mais volta. Pense nisso!

 

Gestão na nuvem: ainda um desafio para o CIO

Gestão na nuvem: ainda um desafio para o CIO

A área de tecnologia da informação vem passando por uma importante transformação nos últimos anos: os CIOs estão deixando de realizar investimentos altos em máquinas e capacitação técnica para apostarem na contratação de tecnologias como serviços, como por exemplo o SaaS, PaaS e IaaS.

Neste ponto, a cloud computing torna-se a bola da vez, já que as empresas precisam cada vez mais de flexibilidade, escalabilidade e mobilidade para alavancarem os seus negócios.

Até aí tudo seguindo o ritmo natural. Porém, o ponto que vem tirando o sono de muitos gestores começa depois dessa etapa. Agora que o datacenter e as aplicações já estão na nuvem como fica a gestão desses serviços?

Quando uma empresa reduz boa parte da infraestrutura física e migra para a nuvem, ela está em busca de escalabilidade e flexibilidade, mas precisa continuar tendo o controle do que está acontecendo com seus dados.

Muitos gestores de TI estão se perdendo no processo de digitalização dos negócios.

Não adianta investir em transformação digital se não conseguir gerir de forma eficiente o ambiente.

Mas cabe à TI controlar isso sozinha?

 

Busque um parceiro para ajudar no processo de gestão da nuvem

Planejar e gerenciar a infraestrutura de TI é um passo fundamental para ter sucesso na estratégia de migração para a nuvem, principalmente quando se fala de negócios digitais.

Por isso, mais do que nunca, o profissional de TI deve estar focado na evolução do negócio e não apenas acompanhar a performance das “luzinhas” dos sistemas.

O melhor a fazer nesse caso é contar com o apoio de um parceiro como o UOLDIVEO, por exemplo, que vai ajudá-lo a gerir seus sistemas e aplicações em cloud. Isso é essencial para ter a orquestração dos ativos e serviços da empresa de modo estratégico, olhando a TI como um todo.

A digitalização do negócio é um caminho sem volta. Portanto, não adianta partir para essa jornada, se não consegue gerir de forma eficiente os recursos na nuvem. Isso vai ocasionar estouro no orçamento e uma série de outros problemas relacionados à infraestrutura de TI.

O UOLDIVEO é um player agnóstico, que trabalha com todas as nuvens públicas e também com a nuvem privada. Assim, está pronto para apoiar o cliente para qualquer caminho que ele decida seguir.

Portanto, deixe de perder noites de sono tentando resolver sozinho a gestão dos ativos na nuvem. Busque o apoio de um especialista para ajudar a solucionar essa questão.

 

Rodrigo Balleroni

 

Transformação digital: entenda o papel do cloud computing

Transformação digital: entenda o papel do cloud computing

Muito se tem falado sobre transformação digital como um conceito. Entretanto, não se trata de uma teoria para o futuro, mas sim de algo pelo qual as empresas precisam dar o máximo de atenção para continuarem vivas e se manterem competitivas.

Diariamente somos impactados pela transformação digital, mas no mundo corporativo isso implica em uma mudança radical na estrutura das organizações. Vivemos o período em que TI está deixando de ser coadjuvante para desempenhar um papel estratégico central, apoiando as empresas a melhorarem seu desempenho, garantindo resultados cada vez mais satisfatórios.

O IDC prevê em seu estudo “Guia de gastos Transformação Worldwide Digital” que os investimentos das empresas globais com projetos para promover a transformação digital em 2017 devem passar de US$ 1,2 trilhão, um aumento de 17,8% em relação a 2016.

Os gastos com a transformação digital nas organizações, segundo a pesquisa, terão crescimento anual da ordem de 17,9%, chegando em 2020 com despesas da ordem de U$ 2  trilhões comparados a 2015. E para seguir o caminho da era digital, as companhias deverão investir em cloud computing, mobilidade, Big Data, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial e computação cognitiva.

 

E como a computação em nuvem está contribuindo para isso?

O primeiro pré-requisito para uma empresa ingressar ou expandir sua estratégia rumo à transformação digital é planejar o uso de uma tecnologia robusta e inovadora, que acompanhe o crescimento do negócio no curto, médio e longo prazos. As empresas devem estar antenadas às tendências ditadas pela IoT (Internet das Coisas), mídias sociais, dispositivos móveis e, principalmente, a nuvem.

A computação em nuvem é a base para a transformação digital, já que permite às empresas serem mais ágeis, terem mais performance, segurança e redução de custos.

Com os negócios cada vez mais digitais, praticamente todos os setores da economia estão sendo impactados e isso acabará beneficiando não só as empresas, mas especialmente os clientes que fazem parte das novas gerações e que possui um nível de afinidade maior com as novas tecnologias. Como a evolução não pára, novos produtos e serviços serão lançados e os tradicionais modelos de negócios sofrerão mudanças.

As companhias que pensarem digitalmente terão mais oportunidades para melhorar as experiências do usuário, aumentar a flexibilidade, incrementar os negócios e minimizar as despesas.

A cloud computing é fundamental para que as empresas, independentemente de seu porte e setor, encarem os desafios impostos pela transformação digital.

 

Solucione 3 problemas críticos do seu negócio com Cloud Computing

Solucione 3 problemas críticos do seu negócio com Cloud Computing

Noites mal dormidas, irritação, stress e muita pressão por resultados. A vida para quem está à frente de tantos desafios não está nada fácil. Mas afinal, o que efetivamente pode ajudar um gestor de TI a melhorar sua qualidade de vida e resultado da sua empresa?

Um bom começo é entender de forma estruturada a necessidade da empresa e o que o mercado disponibiliza em termos de soluções. Vamos lá!

 

Cenários desafiadores:

Os departamentos de TI estão cada vez mais à procura de parceiros que possam trabalhar com eles, na medida em que adotam abordagens ágeis de desenvolvimento.

Segundo a consultoria Pace Harmon, as empresas estão movendo mais cargas de trabalho para a nuvem pública, mas continuam a executar determinadas aplicações em ambientes de nuvem privada dedicados por razões de segurança, regulamentos ou competitividade. Estão procurando mais por provedores que possam gerenciar e integrar de forma transparente seus ambientes de nuvem híbridos.

Ainda de acordo com a consultoria, a economia de custos baseada no trabalho humano está sendo suplantada por aquelas que são entregues pelo digital. As empresas estão exigindo capacidades de automação de seus fornecedores terceirizados, por proporcionar maior eficiência em muitos processos.

Confira três dores crônicas que podem ser minimizadas com a adoção da  nuvem:

 

1 – Investimentos acompanharem os resultados do negócio

Cenário: A instabilidade econômica exige cautela. E diminuir os custos de TI, com orçamentos já apertados gera uma pressão absurda para os gestores escolherem o portfólio de serviços necessários dentro do orçamento.

Como os custos aumentam:

  • Falta de conhecimento de como associar os custos aos ativos de TI;
  • Dúvidas de como enfrentar a gestão dos licenciamentos, manutenções e contratos de outsourcing;
  • Impacto dos casos de insucesso em projetos;
  • Falta de monitoramento dos gastos relacionados a TI.

Solução: Quando são feitos investimentos em nuvem, acabam-se os gastos fixos em infraestrutura que envolvem, por exemplo, servidores físicos, hardware e máquinas, mão de obra e energia elétrica, e passasse a pagar somente pelo que efetivamente foi usado. Além disso, muitas vezes gastos com licenças e renovações anuais de software também são eliminados.

 

2 – Indisponibilidade de sistemas e do acesso à rede

Cenário: A instabilidade dos serviços de TI é um problema crítico, pois depende de vários fatores. Os gestores devem sempre avaliar seus sistemas para assegurar a alta disponibilidade dos serviços, sem paradas.

Exemplos de consequências da indisponibilidade:

  • Processos críticos do negócio são interrompidos;
  • Serviços de e-mails ou acesso a documentos não funcionam;
  • Imagem da reputação da empresa pode ser afetada por uma crise.

Solução: A indisponibilidade no acesso aos sistemas e à rede é um ponto que traz uma série de prejuízos para as companhias. Por isso, quando um sistema corporativo usa cloud computing, os serviços e ferramentas podem estar distribuídos em diversas partes do mundo, podendo ser acessados em qualquer hora ou lugar. Além disso, soluções de recuperação de desastre baseadas em nuvem podem reduzir custos ao mesmo tempo que garantem reação rápida a eventos críticos.

 

3 – Vulnerabilidade dos dados

Cenário: As informações existentes representam o bem mais valioso de uma empresa. É preciso assegurar que todo o sistema de informações da empresa esteja protegido contra ameaças internas e externas.

Alguns fatores de risco:

  • Acesso a conteúdos na internet;
  • Ataques maliciosos e sequestro dos dados do cliente;
  • Ausência de proteções para o furto de dados;
  • Uso irresponsável dos usuários nos serviços de TI.

Solução: As questões relacionadas à segurança da informação é um problema enfrentado constantemente pelas empresas. Os provedores de nuvem contam com ferramentas de segurança extremamente avançadas, muitas vezes desconhecidas pela maioria das empresas.

Isso ajuda a evitar ataques maliciosos e permite a recuperação de informações, ao contrário de uma estrutura física danificada, na qual os dados talvez não possam ser recuperados facilmente. Manter os dados em discos rígidos físicos é muito mais arriscado do que colocá-los em nuvem!

Fique atento às inúmeras possibilidades que essa tecnologia disponibiliza para empresas de todos os portes. Não restam dúvidas de que o cloud computing pode ser um excelente aliado para os seus negócios.

 

 

 

BLOG DO UOLDIVEO

A competitividade do seu negócio passa pelo Cloud Computing

Um dos temas preferidos entre os C-levels e tomadores de decisão é a limitação que as empresas brasileiras enfrentam para se tornarem competitivas. Normalmente, os problemas mais críticos apontados são os impostos elevados, burocracia excessiva e os atrasos logísticos.

Porém, além desses fatores, há aspectos internos que limitam a competitividade corporativa. O maior componente de variabilidade de desempenho dentro das companhias está dentro delas mesmas.

De acordo com estudos realizados por Nicholas Bloom, de Stanford, e John Van Reenan, da London School of Economics, envolvendo 10 mil empresas de 20 países, companhias de países emergentes como o Brasil usam menos práticas de gestão quando comparadas a empresas de países desenvolvidos ou a multinacionais que atuam em países emergentes.

O mesmos estudos comprovam que o uso das práticas de gestão está diretamente relacionado ao desempenho financeiro maior. E há de se levar em consideração que as empresas brasileiras ficam com uma desvantagem competitiva significativa quando disputam espaço com multinacionais ou mesmo com produtos importados.

Por conta disso, as empresas mais competitivas buscam se informar melhor como o cloud computing deve funcionar como um novo motor para o crescimento do negócio. Isso porque, ao eliminar as tradicionais restrições de TI (limitação de recursos, processos manuais e capacidade limitada de ganhar escala), a computação em nuvem abre caminho para que a empresa busque crescimento e inovação.

 

Veja por que:

Mais flexibilidade com relação aos custos

Quem prefere contar com a estrutura física projeta a demanda que o negócio precisará atender e disponibiliza recursos para atendê-la. Mas a sazonalidade ou oscilação da economia fazem com que a infraestrutura disponível normalmente seja acima da necessidade do negócio.

Como resultado, gasta-se muito mais com hardware, energia, equipe técnica, espaço, entre outras questões.

Com nuvem, o pagamento é por consumo, ou seja, somente se paga por aquilo que efetivamente está sendo usado. Desta forma, instabilidades na economia ou momentos de sazonalidades permitem que se reduza o uso de infraestrutura e consequentemente o valor desembolsado.

 

Aumento de receita

Um levantamento da IDC Brasil apontou que, mesmo em um cenário econômico recessivo, o segmento de computação em nuvem deverá movimentar cerca de R$ 890 milhões em 2017, o que representa um avanço de 20% em relação ao ano anterior.

Hoje, cerca de 80% das organizações no país preferem cloud computing devido à economia e inovação que o serviço oferece. Dentre as empresas pesquisadas, 10,4% tiveram aumento nas receitas após aderirem à nuvem e houve cerca de 77% de redução em relação aos custos de TI.

 

Mais competitividade

Globalmente, o Brasil também está amadurecendo. De acordo com a Asia Cloud Computing Association (ACCA), o País está em 8º no ranking de nações com melhores ofertas de computação em nuvem.

Empresas de todos os portes e com atuação em diversos segmentos estão se beneficiando da cloud computing para ganhar competitividade, aumentar suas capacidades e, sobretudo, diminuir custos.

E esse é apenas o começo. A cloud computing pode oferecer muito mais do que apenas eficiência. A nuvem proporcionará às empresas a chance de obter cada vez mais dados para melhores decisões, além de aumentar a colaboração entre funcionários e, consequentemente, oferecer um serviço de mais qualidade aos clientes.

 

UOLDIVEO

 

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Cloud Híbrida ou Multicloud: entenda as diferenças

Investir em cloud computing é uma estratégia mandatória para as empresas que precisam de mais agilidade, disponibilidade de infraestrutura de TI e mudança de modelo de investimento.

Segundo um estudo da Harvard Business Review, realizado com 452 executivos de TI, quanto mais os serviços de cloud computing tornam-se confiáveis, mais as empresas conseguem se adaptar a eles rapidamente e notar seus benefícios. Ainda de acordo com o estudo, 40% dos entrevistados garantiram que o uso da nuvem aumentou a receita de sua empresa e 36% afirmaram que a adoção fez a margem de lucro subir.

 

Mas qual nuvem é mais indicada para o seu negócio?

Muito tem se falado sobre as vantagens da cloud Híbrida e de Multicloud, mas o mercado ainda tem dificuldade em compreender as diferenças entre as nomenclaturas.

A princípio, elas podem parecer insignificantes, e muitos executivos, incluindo aqueles que sabem o que estão falando, usam os dois termos de forma ambígua, gerando ainda mais confusão e incerteza.

 

Vamos começar explicando o que Multicloud significa

Multicloud envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso. É ainda a combinação de tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas. Ao adotarem a nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia. Logo, diferentes nuvens são mais adequadas para diferentes necessidades.

Empresas com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes. Ao mesmo tempo, as companhias convivem com o desafio de manter sistemas e processos legado, sendo desafiadas a buscar na transformação digital inovação e agilidade.

Para isso, as diversas aplicações têm diferentes requisitos de nuvem e algumas não funcionam adequadamente em ambiente de nuvem. Nesse ponto, o Multicloud se faz efetivo, permitindo que empresas utilizem nuvens com tecnologias e características diferentes.

 

Confira 7 motivos para optar por Multicloud:

 

  1. Orquestração

A utilização da orquestração permite, por meio de código e a automação, definir a infraestrutura executada em várias nuvens.

 

  1. Armazenamento de dados resiliente

Considerando que há diferença entre os principais fornecedores de nuvens, é importante ressaltar a latência desejada, a durabilidade dos objetos e a recuperação de dados. Se a redundância é algo vital para o seu negócio, considere a utilização de diversos provedores em nuvem.

 

  1. Flexibilidade de recursos

Ao utilizar os diversos recursos oferecidos entre provedores, é possível montar táticas combinando API entre nuvens e assim, contar com soluções completamente customizadas e diferenciadas do mercado. Além disso, também pode proporcionar uma grande economia de recursos financeiros.

 

  1. Segurança

Com a combinação entre ambientes diferentes, a segurança conquistada por meio da identificação e autenticação entre diversas nuvens é fortalecida dentro da sua estratégia.

Mas para garantir um ambiente seguro, é preciso contar com reforço otimizado para ambientes virtuais e distribuições híbridas, além de aumentar visibilidade para proteger seus dados, não importando onde eles residem. Outro ponto importante é dispor de soluções que detectem as ameaças mais avançadas e que possa corrigi-las.

Os controles e suas políticas de segurança devem ser integrados, para que a segurança seja distribuída de maneira consistente por todas as instâncias de nuvem. Vale ainda estender os mesmos controles e políticas de segurança utilizados em seus servidores físicos aos ambientes virtualizados e às distribuições de nuvens pública e privada.

 

  1. Otimização em nível global

O multicloud oferece a utilização de diversos provedores ao redor da rede, garantindo presença global levando em conta as características locais.

 

  1. TI como serviço

O Multicloud facilita a evolução da TI para um ‘service broker’, suportando as empresas na otimização do consumo e recursos de acordo com as melhores soluções.

Da mesma forma, como em qualquer projeto não ficamos restritos à apenas um único fornecedor, o mesmo pensamento se estende à estratégia Multicloud. Atuar com diversos modelos de clouds, em um formato pensado exclusivamente para o negócio do cliente, garante a melhor performance.

 

Importante:

Uma estratégia Multicloud pode contar com soluções de nuvens públicas, privadas ou híbridas. As empresas que utilizam Multicloud podem estar usando nuvem híbrida em muitos casos, mas não obrigatoriamente.

 

 

Esclarecendo a nuvem Híbrida

A nuvem híbrida é baseada na combinação de nuvens privadas e pública, mas não necessariamente de fornecedores diferentes.

Usando políticas de provisionamento, utilização e gestão por meio de vários serviços em nuvem internos e externo é possível utilizar uma nuvem pública para ganho de escala e economia financeira e em outros casos a nuvem privada com características personalizadas para workloads muito específicos.

A grande vantagem do híbrido é a diversidade de opções para escolher.

 

Mas afinal, o que é mais vantajoso?

Não existe melhor ou pior. Tudo depende do momento do seu negócio. Empresas que utilizam Multicloud também podem utilizar nuvem híbrida. Basta saber que a abordagem Multicloud permite às empresas utilizar nuvens com tecnologias e características diferentes e com muito mais possibilidades de fornecedores.

A melhor forma de decidir o que faz mais sentido para sua empresa é contratando um fornecedor agnóstico, capaz de avaliar a melhor opção de forma isenta. Em conjunto, vocês podem analisar as necessidades do negócio e definir a estratégia mais adequada.

O Multicloud UOLDIVEO, por exemplo, é uma abordagem criada para ajudar as empresas a promoverem a transformação digital dos negócios utilizando as melhores características de cada fornecedor. Mais do que flexibilidade e agilidade, esse conceito  fortalece o papel estratégico da TI.

Entre suas vantagens, está o fato de funcionarem em diversas nuvens como AWS, MIcrosoft, Google, VMware, Openstack e até mesmo uma combinação delas, geridas pela mesma empresa, com atendimento único e especializado.

Há ainda outros benefícios oferecidos pelo UOLDIVEO como consultoria da jornada para a nuvem, o que garante mais segurança sobre a estratégia de negócios, além de suporte premium dos fabricantes para qualquer volume de consumo, implantação, sustentação e otimização da infraestrutura.

 

UOLDIVEO