Pagamento por smartphone: entenda por que vale a pena investir nessa tecnologia

O mobile payment é a grande promessa para o varejo nos próximos anos. Impulsionado pela cultura e necessidades da Geração Y, o pagamento pelo celular vem ganhando força nos Estados Unidos e chegando de mansinho no Brasil, como uma forte tendência no varejo.

Para se ter uma ideia deste mercado, nos Estados Unidos, os logos do Apple Pay e do Android Pay já eram vistos em muito mais lojas na última Black Friday, em comparação aos anos anteriores. Relatório da IDC constatou que as vendas por essas plataformas aumentaram 124% em 2016 em relação ao ano anterior, movimentando perto da casa do trilhão de dólares.

Um levantamento realizado pela IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), o dinheiro vivo deve ser substituído pelo pagamento por meio de dispositivos móveis até 2030. A pesquisa foi feita com 1.900 entusiastas da tecnologia e apontou que 70% dos entrevistados acreditam que o dinheiro vivo deve ser extinto ao longo dos próximos anos.

 

Investimentos não param de crescer

Diversas instituições financeiras no Brasil começam a explorar a tecnologia de pagamentos por aproximação (NFC – Near Field Communication), entre elas PagSeguro, Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco. O objetivo é não apenas possibilitar o pagamento por smartphones equipados com NFC, como também incluir outros dispositivos, como pulseiras e adesivos que podem ser aproximadas de maquininhas já preparadas para a tecnologia, dependendo apenas de serem habilitadas.

No PagSeguro, a nova forma de pagamentos já está disponível nos dispositivos Moderninha Pro e Moderninha Wifi, ambas preparadas para trocar informações sem a necessidade de cabos ou fios. Basta que o cliente aproxime  dispositivos como pulseiras, relógios, celulares, tablets, cartões (débito e crédito) à maquininha, a uma distância máxima de 4 centímetros do visor, para que os pagamentos sejam realizados sem necessidade de inserção do cartão.

Esses são apenas alguns casos de bancos brasileiros que já perceberam esta fatia de mercado e pretendem fazer acontecer esta tendência que já ganhou força em países considerados early adopters das mais avançadas tecnologias.

 

Cashless como tendência

Quem já ouviu falar na modalidade de pagamento chamada cashless reconhece que ela representa uma alternativa de pura inovação para agilizar o trabalho nos caixas e reduzir as filas. Este conjunto de ferramentas e de tecnologias permite o pagamento sem o uso de dinheiro de papel ou cartões de crédito e débito, abrindo a possibilidade de escolha entre vários sistemas:  pulseiras, cartões pré-pagos ou até mesmo via smartphone.

Tais tecnologias podem se comunicar diretamente com o sistema de pagamento ou até com a máquina de cartão, realizando transferência automática da conta do cliente para o vendedor.

Mais uma vez, aqui se utiliza a tecnologia via NFC com a aproximação de um celular ou de uma pulseira à máquina de cartão, via RFID, que faz a leitura automática dos dados. É prático, moderno e já configura uma realidade em países como a Suécia e a Dinamarca, onde o uso de dinheiro em papel está restrito apenas a serviços essenciais.  

No Brasil, já vemos iniciativas bastante interessantes de cashless, onde o cliente pode reservar seu restaurante por aplicativo, consumir o que desejar e ao terminar, simplesmente levantar e ir embora. Todo o consumo está vinculado ao seu cartão cadastrado no aplicativo, assim como acontece em aplicativos já consolidados no mercado como é o caso do Uber.

 

O UOL DIVEO tem contribuído com uma série de inovações no varejo brasileiro, como é o caso de uma das primeiras lojas físicas de presença nacional a aceitar Bitcoin como meio de pagamento. Os desafios relacionados a cashless e a transformação que o varejo está passando são temas que tem recebido muita atenção da companhia e temos colocado à disposição os maiores especialistas para ajudar as empresas a vencerem seus desafios de transformação.

Se este é seu caso, entre em contato e entenda como podemos ajudar.

 

 

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