Desculpe o transtorno, precisamos falar sobre as mulheres

No UOL e UOLDIVEO ocorrem num ciclo trimestral as conferências Tech Day, onde os profissionais tem oportunidade de falar para toda a companhia sobre os trabalhos desenvolvidos por suas equipes e suas contribuições, ou sobre assuntos diversos de tecnologia dos quais eles estejam se dedicando e que acreditem que traga valor aos colegas de trabalho. É sempre uma experiência maravilhosa de troca.

No último, ocorrido em Julho, uma palestra especial me chamou a atenção – ela falava especificamente em Internet para todos – abordando UX para deficientes visuais. Frequentadora assídua de conferencias de tecnologia, um dado que fica evidente é que temas como diversidade e inclusão, no geral, são temas abordados pelos grupos femininos de desenvolvimento.

Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza) abre o prefácio de “Faça Acontecer, Mulheres, Trabalho e a Vontade de liderar” da Sheryl Sandberg (Facebook) com um foco especial sobre o momento da economia contemporânea, onde a capacidade de ensinar, interagir, aprender, educar, relacionar-se e trabalhar em equipe são fundamentais, como o momento de maior valor para liderança feminina.

Mulheres são educadas e cobradas, desde cedo por capacidades como empatia e responsabilidade. São muito mais incentivadas a falarem sobre seus sentimentos e problemas, os que as tornam muito mais receptivas e compreensivas com os problemas alheios.

A verdade é que a convergência digital traz um desafio gigante de olhar para os mercados não explorados, a inserção de grupos que hoje não fazem parte do olhar estratégico do mercado como um todo e sim de nichos específicios. O reposicionamento de produtos e o desenvolvimento de uma gama deles para os quais ainda não existem demanda. Isso requer um poder criativo que dificilmente virá de grupos homogêneos. A diversidade é a chave para a criatividade.

Em biologia, através do principio de Hardy Weinberg, é possível checar que a evolução genética depende de um fator que altere os alelos do DNA, através de uma grande população e a interação entre os indivíduos diversos. Se as interações satifizesse certas condições, as frequências dos alelos permaneceria inalteradas ao longo das gerações. A analogia com a criatividade é extremamente simétrica, dado que indivíduos que possuem formações semelhantes, que consumam o mesmo tipo de cultura, e frequente os mesmos lugares, irá certamente olhar de uma forma muito similar para problemas diversos. A criatividade nasce da diversidade e espaço para a interação de indivíduos diversos. Isto se reflete na forma como plataformas de Open Creativity tem se alastrado fortemente, e como programas de diversidade estão presentes em quase todas as gigantes do vale do Silício, pois trata-se não só da coisa certa a se fazer (do ponto de vista ético e moral), mas também a coisa esperta a se fazer. Ambientes com mulheres em posições de alta liderança possui um ROI 35% mais alto que empresas que só possuem homens na liderança de acordo com a lista da 500 Fortunes, elas também são consideradas os melhores lugares para se trabalhar.

Mas por que, dado todas essas informações é tão difícil alavancar a participação feminina nas altas lideranças?

Acredito que não existe uma resposta única para uma pergunta tão complexa. Existem os fatores sociais, os fatores legais e os culturais.

Uma empresa que queira abraçar a diversidade deve garantir que as mulheres tenham espaço reservado a mesa de discussão, que tenham suas vozes ouvidas, contabilizadas. Abraçar as diferentes visões sobre um mesmo problema e partir do principio que não há formulas mágicas e caminhos prontos para que a magia aconteça. Mas deve haver um programa que fomente a participação feminina, que estejam abertos a aprender com elas o novo jeito de liderar, de falar sobre os problemas e como solucioná-lo. Da mesma forma que cabe à elas aprenderem a tomar a frente, assumir riscos, expor as opiniões sem o medo de errar, do julgamento, coisas que os homens fazem desde sempre.

UOLDIVEO promove encontro de gerações de mulheres em TI
UOLDIVEO promove encontro de gerações de mulheres em TI

Campanhas como o He for She vem fazendo um excelente trabalho e propondo o diálogo transversal sobre a necessidade das mulheres neste novo momento rumo à equidade de gêneros. Dentro das companhias os outros 50% da população necessitam se sentirem representados pelo Mercado, já que esses outros 50% são responsáveis diretamente por $20 trilhões de dólares do consumo anual global, e aumentará para $28 trilhões nos próximos cinco anos. Além de ter influencia em boa parte dos consumos indiretos.

Há muito espaço para a troca e aprendizado dentro das companhias, em quaisquer seguimentos de atuação. E os espaços que se abrem para que esse processo evolutivo das companhias ocorram já garantem o seu lugar ao sol.

Abraços e até o próximo post.

Ana Luca Diegues

Fontes:

http://fortune.com/2015/03/03/women-led-companies-perform-three-times-better-than-the-sp-500/

http://www.forbes.com/sites/bridgetbrennan/2015/01/21/top-10-things-everyone-should-know-about-women-consumers/#7cd3c6d52897

http://h20435.www2.hp.com/t5/HP-Labs-Blog/The-HP-Weigh-Diversity-and-the-Hardy-Weinberg-Principle/ba-p/295220#.WAUJBPkrLIU

http://www.mckinsey.com/global-themes/employment-and-growth/how-advancing-womens-equality-can-add-12-trillion-to-global-growth

 

 

 

 

Indisponibilidade de aplicações: Qual é o prejuízo para a sua empresa?

Passei alguns anos da minha carreira construindo projetos em ambiente de Data Center requisitados por diversas empresas de setores industriais distintos e muitas vezes percebi que o tema indisponibilidade e seus efeitos para o negócio como um todo não eram abordados com o aprofundamento necessário ou eram esquecidos ao se “espremer” por redução de custos. Lembro que em muitas reuniões tive que revelar este tema e perceber que era tratado com certa surpresa.

Se observarmos o relatório publicado pela Veeam (2016 Veeam Availability Report) feito com 1.140 tomadores de decisão de TI de 24 países, veremos claramente que as necessidades da corporação estão bem distantes de serem atendidas, e que as empresas de uma forma mais macro, precisam fazer da disponibilidade uma prioridade estratégica ou estarão arriscando a perda de até 16 milhões de dólares por ano em receita. Para ficar mais claro, vamos comparar os dados de 2014 com as informações obtidas em 2016:

  • O tempo de inatividade anual não planejado foi elevado:
    • 1,4 a 1,9 hora para aplicações essenciais.
    • 4 a 5,8 horas para aplicações não essenciais.
    • O número médio de eventos aumentou (de 13 para 15 eventos).
  • O custo médio anual do tempo de inatividade para uma organização pode chegar até US$ 16 milhões (US$ 6 milhões a mais que 2014).

É sempre importante destacar que o preço de uma indisponibilidade para um ambiente de produção pode ser mais impactante do que se pode imaginar. Observe a figura seguinte:

 

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Veja que mais da metade dos entrevistados (68%) revela que a confiança na organização pode ser afetada e 62% afirma que a confiança na marca pode sofrer danos. Os dados revelam que foram notadas quedas nos preços das ações, juntamente com a presença de processos judiciais. São dados que precisam e devem ser levados em consideração.

Imaginemos este acontecimento em empresas que operam com bolsa de valores ou com compras pela internet. É inaceitável imaginar que os consumidores de hoje aceitariam esperar 1 minuto para um site retornar ao funcionamento com o objetivo de concluir a sua compra. Questionar suas instituições se estão à altura deste desafio é uma tarefa que todos os líderes de negócio deveriam fazer.

Outro ponto importante para ser avaliado está centrado na causa do e nos efeitos do temido downtime (quedas funcionais) de uma aplicação. Quase metade dos entrevistados (48%) reportaram que suas organizações tiveram repetitivas experiências com quedas causadas pelo uso de upgrades na aplicação ou problemas gerados por correções feitas no sistema operacional. Aqui vale o questionamento: onde estão os ambientes para homologação e onde estão as metodologias para aplicação das correções em ambientes com cluster balanceados por cargas de trabalho?

Observe que a presença de um balanceamento de cargas é um importante aliado para corrigir um grupo de aplicações que apresentou algum tipo de problema. Outro elemento importantíssimo é o teste de backup. Somente 41% dos entrevistados afirmaram que usam seus backups como parte dos testes de recuperação e ainda assim, este backup possui uma recuperação em dias relativamente pequena. No Brasil, a média foi de 11 dias de dados recuperados por mês, na Alemanha 12 dias e na Itália 14.

Para concluir, é importante termos em mente que o desenho de qualquer projeto, seja ele físico ou virtual, deve considerar a sobrevivência da aplicação mesmo em condições de falhas. Claro que o desafio é sempre alinhar custos com perdas financeiras causadas pela ausência funcional da aplicação. Acredito que os números apresentados pela Veeam mostram que existe um longo caminho a ser trilhado, mas que existe solução se pensarmos estrategicamente com cuidado.

* Denis Augusto Araújo de Souza, Analista de Produtos do UOLDIVEO. Autor da série de livros Tempestade Hacker, publicada pela Amazon.com.br.

Tags: Veeam, indisponibilidade, backup, tempo de inatividade, perda financeira.

 

Links indicados:

https://go.veeam.com/2016-availability-report-latam-br.html

http://convergecom.com.br/tiinside/home/internet/19/02/2016/indisponibilidade-de-aplicacoes-gera-prejuizo-de-us-16-milhoes-por-ano-as-empresas/

http://computerworld.com.br/brasileiras-perdem-us-18-milhoes-com-indisponibilidade-de-aplicacoes

Qualidade “mente aberta”: inovando com conceitos simples

Os profissionais de Qualidade acordam todos os dias regidos pelo mesmo mantra: “Melhorar performance para melhorar a entrega, para melhorar resultados”. Sim, é simples, mas não simplório. Assim, nada mais natural do que esses profissionais trabalharem orientados à inovação, certo? Nem sempre…

Lá atrás, quando se começou a falar da importância de inovação para a sobrevivência e boa saúde das empresas (e isso não vale apenas para empresas de tecnologia), convencionou-se rotular que, eventualmente, a inovação não “colava” por causa da resistência dos profissionais que deveriam promove-la ou aplica-la. Concordo que até certo momento, sim. Mas então a velocidade das novidades, parte importante do combustível que alimenta a inovação aumentou vertiginosa e exponencialmente. E o que era resistência ontem se tornou incapacidade de acompanhar o raciocínio hoje.

Uma pequena metáfora para explicar essa incapacidade a que me refiro: se você tem ao menos 40 anos hoje, conheceu um famoso personagem de videogames dos anos 1980: Pac-Man. Ele era uma bolota amarela dotada de boca e apetite que percorria um labirinto 2D, devorando tudo à sua frente. Seu deslocamento era para cima e para baixo, para direita e para esquerda. E esse era seu mundo, seu horizonte (ou seja, eixos X e Y).  Um dia, o encanador Mario (em versão moderna, aquela que habita o mundo dos gráficos impressionantes das novas plataformas de games) cruza com Pac-Man e tenta lhe explicar as maravilhas do mundo 3D, que existe a profundidade do eixo Z e que sua sobrevivência no universo dos games depende dessa compreensão. Não consegue, e ainda é chamado de louco.

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Metáforas à parte, atualizar seu horizonte é o primeiro passo para alçar vôos mais arrojados. Descomplique, e comece simples:

  • PENSE EM INTERCOLABORAÇÃO!
    Ilhas possuem ecossistemas próprios, nada simbióticos com outros. Acabe com as ilhas, sejam clusters de informação ou departamentos isolados com sistemas próprios e estanques: crie pontes entre elas através de processos colaborativos e empáticos (onde todos compartilham e comungam as necessidades de todos). Já ouviu falar em UCaaS (Unified Communications as a Service)? A partir desse modelo é possível integrar sistemas e comunicação entre várias áreas de forma local ou remota, inclusive Fornecedores e Clientes, ganhando agilidade no relacionamento, centralização de informação real (up to date) e principalmente incentivando novos fluxos de informação a nascerem espontaneamente.
  • PENSE EM FERRAMENTAS!

A não ser que você seja o “Mago da Planilha” e um líder seguido fanaticamente, acredite: inovar em ferramentas é mandatório! E não apenas em termos de programas e aplicativos, mas também em formas de acesso a elas e à informação. As realidades de hoje, com grande aderência ao conceito de UCaaS, passam invariavelmente por siglas não apenas descoladas mas importantes, tais como BYOD (Bring your own Device), BYOA (Bring your own App) e, por que não, BYOC (Bring your own Cloud) e até IoT. (a famosa Internet das Coisas)… Se a estratégia de interação entre elas estiver bem desenhada, os dados mantidos íntegros e atualizados e a segurança da informação estiver garantida, você já terá começado com o pé direito. Uma gama de ferramentas na Nuvem estão aí implorando por sua atenção, e provavelmente você não está dando atenção: repositórios de informação, ferramentas de produtividade, extensão de aplicações para celulares e tablets, testadores remotos (Testing as a Service, ou TaaS), simuladores e emuladores de ambientes de produção. Quanto menos restrição ao acesso e manipulação da informação, sempre amparado pelas melhores práticas de segurança, melhor!

 

  • PENSE DE FORMA EMPÁTICA!

Coloque-se no lugar dos envolvidos ao promover algo. Saber falar a língua dos outros e principalmente, saber suas dores, suas qualidades, seus limites e defeitos te ajudará a promover uma estratégia de mudança e inovação aderente. Falar “tecnês” ao promover a inovação com o setor de Faturamento, por exemplo, não renderá frutos, só perplexidade.

  • PENSE EM MEDIR RESULTADOS A CURTÍSSIMO PRAZO!
    De nada adianta promover mudanças se não se pode medir seus resultados. A partir deles é possível definir se o rumo está correto (e então acelerar nessa direção) ou revê-lo antes que seja tarde demais (e você se perca). Em paralelo, prepare-se para mudanças constantes das regras do jogo.

Em meus próximos posts pretendo avançar um pouco mais em cada um desses conceitos, e derivar novos a partir deles. Enquanto isso, o desafio de explicar ao Pac-Man o que é um mundo 3D continua vivo, pois sua existência depende desse entendimento e aceitação. O primeiro passo foi dado.

Até breve,

Marcelo Simonka

 

 

A criação de uma empresa: Multicloud UOLDIVEO

Na nossa visão, Cloud viabilizou a evolução de várias tecnologias que só víamos nos filmes de ficção científica.

A IOT (Internet Of Things) e o Bigdata só se tornarão de fato realidade por causa da Cloud (coloco o verbo no futuro, pois acredito que muitas coisas ainda terão de acontecer).

Sem resolvermos como podemos armazenar tanta informação ou mesmo manipulá-las, muitas vezes em tempo real, não seria possível ingressarmos nesse mundo novo. Isso tudo só seria possível se adotássemos uma solução em Cloud, que na prática otimiza de tal forma a infraestrutura que a torna muito mais eficiente e dinâmica.

Sem contar as vantagens comerciais em se poder contratar e pagar pelo uso – como é comumente divulgado na Cloud Pública. A Cloud Privada, por sua vez, pode ter certas customizações adequadas à certas aplicações. Já a Híbrida, como o próprio nome já diz, pode usar a pública e a privada dependendo da necessidade.

A analogia que usamos é que a Cloud pública é como uma piscina pública onde acolhe todo o tipo de visitante. Já a privada, são colocadas raias na piscina, tornando-a mais direcionada a um tipo de usuário que necessita, neste caso, de uma certa exclusividade. Enfim, mas muitas vezes é a mesma piscina.

A questão de segurança não é mais uma barreira na adoção de Cloud em qualquer de suas modalidades.

O UOLDIVEO trouxe para o Brasil um novo conceito de Cloud, muito difundido lá fora, que é a Multicloud.

Na Multicloud podemos utilizar a Cloud mais adequada às necessidades de determinadas aplicações. Costumamos afirmar que não existe uma Cloud que rode todas as aplicações, assim como não existem aplicações que rodem em todas as Clouds. Dessa discussão que surgiu a ideia de se trabalhar com todas elas.

Com essa orientação, adotamos nossa própria Cloud Privada com base na plataforma VMWare e Virtustream. Ambas empresas adquiridas recentemente pela Dell.

Na Cloud Pública, adotamos Openstack, com o conhecimento adquirido na aquisição da DualTec que já comentei, e também através de acordos estratégicos, com a AWS (Cloud da Amazon), Azure (Cloud da Microsoft) e Google Cloud.

A ideia é cada vez mais agregarmos os serviços de Integração e gerenciamento único de Cloud podendo auxiliar nossos clientes a irem para a jornada digital. Isso sem contar os demais serviços do UOLDIVEO que nesse blog tenho contado para vocês.

Realizamos no mês passado (22/09/2016) o maior evento de Multicloud no Brasil. Tivemos 4.300 inscritos e pelo menos umas 2 mil pessoas simultâneas no evento – 53% delas formadores de opinião – os chamados C-Level. Chamamos de Multicloud Summit, promovido pelo UOLDIVEO e com a presença inédita dos três maiores provedores de Cloud Pública palestrando num mesmo evento (AWS, Azure e Google Cloud). Isso, por si só, demonstra o interesse do público e dos players do mercado por esse tema que dominará as discussões daqui para a frente.

Até a próxima,

Gil Torquato

 

Como o Design Thinking vai mudar a sua maneira de pensar

Olá pessoal, tudo bem?

Como todos podemos perceber, o mundo está em contínua transformação e evolução. Quem tem o mínimo de interação com T.I. consegue perceber que a cada dia que passa, novas tecnologias surgem, normas e padrões estão sendo revistos e o modelo ágil está cada vez mais presente.

E ultimamente muito tem se falado em uma nova forma de buscar inovação e/ou resolução de problemas: O Design Thinking!

– “Shimoda, eu já ouvi falar muito nesse tal de Design Thinking mas eu achava que era algo relacionado a design, projetos gráficos, comunicação visual e afins. Não tem nada a ver? ”

Calma, você não está totalmente errado! Esse nome surgiu justamente baseado na maneira de pensar (think em inglês) dos designers. Reflexão, livre expressão dos pensamentos, criatividade, ousadia, não ter medo de experimentar algo diferente, se basear nas necessidades humanas e sociais, e principalmente a EMPATIA são algumas das principais características de quem trabalha com Design.

E são estas as principais características que norteiam a forma de se trabalhar com Design Thinking. Diante de um possível problema ou necessidade de inovação, um time multidisciplinar realiza um trabalho colaborativo para entender as diferentes óticas sobre o tema, interagindo constantemente com as partes envolvidas (cliente, usuário, fornecedores etc) e assim, podem sugerir diversas soluções baseadas nas informações que obtiveram.

Contudo, a empatia e o pensamento abdutivo de um Design Thinker fazem com que ele consiga “pensar fora da caixa”, desafiar padrões e pensamentos lógicos e construir propostas inovadoras.

De uma forma macro, o Design Thinking trabalha com quatro etapas:

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  • Levantamento de dados (Imersão): é a fase onde o caso deve ser entendido, pesquisas sobre o assunto deverão ser realizadas, as partes interessadas (stakeholders) serão devidamente identificadas e através delas, tentar entender a sua ótica sobre o assunto por meio de entrevistas, observações, acompanhamento etc.
  • Análise e síntese: deve-se organizar todas as informações coletadas na fase anterior, analisá-las e disponibilizá-las em um formato de fácil entendimento e resumida, sem muitos detalhes.
  • Ideação: discutir abertamente sobre as ideias, trazê-las à tona, estimular a criatividade e colaboração em busca de soluções inovadoras através de workshops, dinâmicas e afins e registrá-las em um “Cardápio de Ideias”.
  • Prototipagem: tirar as propostas do papel, do abstrato e materializá-las, construir uma versão de teste, improvisada e até mesmo malfeita, apenas para se aprimorar a ideia e trabalhar na melhoria dela até que se chegue à solução de fato.

 

As etapas citadas não representam um fluxo e não precisam ser seguidas nesta ordem necessariamente, assim como podem ser revisitadas durante todo o projeto, sempre que houver necessidade.

E vale lembrar que o Design Thinking não é uma receita que você segue e a mágica acontece! É preciso ter uma mente criativa, curiosa, ousada, aberta a mudanças e contribuições. Desta forma, a inovação irá acontecer de forma natural e os problemas serão resolvidos mais facilmente!

Abraços e até a próxima!

Leandro Ugita Shimoda

 

Automatizar e orquestrar tarefas para Windows Server é um desafio? Não para o Ansible.

O Ansible é uma plataforma que vem se destacando no mundo OpenSource devido sua simplicidade e efetividade na automação e orquestração de atividades de TI. Pois bem, desde a versão 1.7 o Ansible faz o gerenciamento de máquinas com Windows. E isso pode trazer um ganho enorme para a vida dos administradores de TI.

Um detalhe importante, o funcionamento da plataforma permanece o mesmo, ou seja, não é necessário a instalação de agentes. O gerenciamento de sistemas Linux funciona através de SSH, para o Windows é utilizado um modulo em “Python” que utiliza o WinRM para se comunicar com computadores Windows remotamente, além disso, é possível integrar o Ansible com sua domínio Active Directory, reduzindo o overhead de trabalhar com contas locais.

Uma informação importante é que, o Ansible Management Node, continuará sendo uma estação/servidor com Linux, pois a plataforma não roda em Windows, apenas gerencia sistemas com Windows.

Um requisito importante para que tenha sucesso no seu projeto de automação é a liberação e configuração do Powershell remoting, no site docs.ansible.com tem os tutoriais de como automatizar a configuração do WinRM via script Powershell. 😉

Show, já tenho utilizo o Ansible para meus servidores Linux, o que é possível fazer com o Windows. Caso você queira desenvolver um módulo para uma necessidade específica, você pode encontrar as informações nesse link. Mas, já existem muitos módulos disponíveis para gerenciamento do Windows que permitem automatizar tarefas de gerenciamento de arquivos, instalação de pacotes, instalação de atualizações do sistema operacional até mesmo deployment de sites com IIS.

Sua vida de SysAdmin está difícil, muitas máquinas para gerenciar, poucos braços para te ajudar? Abrace a causa da automação e parta para o Ansible, o pior que pode acontecer, é você ficar viciado e querer automatizar tudo, até a máquina de café (http://moccapi.blogspot.com.br/).

Abraços e até a próxima,

Fernando

 

Referências:

https://www.ansible.com/

http://www.jeffgeerling.com/blog/running-ansible-within-windows

Big Data / Machine Learning: Rise of the Machines

Olá pessoal. Como estão as coisas por aí?

Hoje o post vai ser diferente. Vamos falar um pouco de Futurismo ou Futurologia, e ao mesmo tempo perceber que essa realidade não está tão distante assim.
Vocês já têm acompanhado aqui pelo Blog, que cobrimos temas diversos, mas sempre com algo em comum: novas tecnologias ou novas formas de se fazer negócios, ou simplesmente como implementar novas habilidades nas organizações.

Eu também me sinto bem à vontade para dizer que, a esta altura, vocês já perceberam que parte do nosso papel no Marketing de Produtos aqui no UOLDIVEO, é pensar como será o mundo de amanhã, e como a tecnologia vai impactar a sua, a minha, as nossas vidas.

 

*** Alerta de spoiler ***

 

Digo isso pois vocês já acompanharam em um post ou outro, nosso time comentando sobre automações, como melhorar a performance de equipes e sistemas, falamos também de Big Data…

 

Então, agora que estamos contextualizados, vamos ao ponto: vocês já ouviram falar do projeto Serenata de Amor? Não? Google it! Não vou entrar nos detalhes do crowdfunding, depois vocês entram lá, ou acessam o GitHub do projeto e dão uma olhada. Mas eu vou deixar alguns termos relevantes por aqui: Bancos de Dados, informação, Data Science, Machine Learning, Inteligência Artificial e por aí vai…
Entenderam onde quero chegar?

As organizações, independente da sua natureza, produzem verdadeiras montanhas de dados. Você já sabe disso. E também sabe que o futuro destas mesmas organizações vai estar alicerçado aí. Já não é novidade para você que, na mesma medida que nossas vidas migram para a internet, ou digital, acessamos ou produzimos um universo de dados e informações.

Você já deve ter escutado por aí que nos últimos 10 anos foram gerados mais dados do que toda a história da humanidade.
É algo impressionante, considerando a nossa pequena parcela na existência. Mas isso já é suficiente para que você considere o valor que o ativo informação tem no mercado. Ela virou moeda (e certamente a mais poderosa), e é necessário que os mercados e negócios sejam capazes de interpreta-la de forma favorável.

Extrair informações e conhecimento dos dados é um fator importante, mas a capacidade de tomar decisões é o fator de sucesso. Big Data, Data Science? Sim, você já sabe a resposta. Agora pense em uma Inteligência Artificial que será capaz de relacionar e aprender sobre o seu negócio de uma forma robotizada. Você conhece bem a vantagem disso. Toda organização que em algum momento adotou sistemas de apoio a decisão, sabe o valor da informação e sabe a importância de ter esta mesma informação de uma forma cada vez mais ágil.

Agora, pense em tudo o que estamos falando aqui. Pense no que você já fez hoje, usando redes sociais, plataformas de comunicação, ou as aplicações corporativas. Que imagem vem a sua mente? Montanhas e montanhas de dados. Veja o potencial que existe em sistemas de apoio capazes de tratar estas montanhas de dados e que conseguem desdobrar isso em padrões, que geram informações ou simplesmente servem de retroalimentação para este mesmo sistema.

Exato, estou falando de Machine Learning.

O valor de você, por exemplo, lidar com um projeto ou com uma demanda de negócio, ou mesmo elaborando um novo produto ou serviço usando as mais diversas variáveis é algo intangível. Já pensou em analisar informações com variáveis que vão da complexidade, prazo, orçamento e conectando a isso a pessoa responsável, seu tempo de dedicação, experiência, processos envolvidos. Some isso a mais variáveis, como cliente, segmento, seu histórico e perfil de compra, utilização, fidelização. Já pensou em relacionar isso com posicionamento e aceitação de mercados, e até se os treinamentos e materiais de apoio são suficientes? Você precisa analisar esta informação em quantas dimensões?

Qual seria o impacto no seu negócio se, analisando padrões, você conseguisse saber qual o ROI de uma iniciativa qualquer, ainda no período de descoberta desta oportunidade? Estamos falando de prever o futuro?
A meu ver, este futuro está mais próximo do que imaginamos. E fica a pergunta: você está preparado?
Até a próxima!

1 Abraço!
Fabiano

O Desafio da Transformação Digital

Uma vez um amigo comentou que tenho uma curiosidade exagerada por pesquisas com o tema tecnologia e arrisco dizer que realmente é verdade. Busco sempre por estudos feitos por referências como PricewaterhouseCoopers (PWC), Instituto Ponemon, Gartner e IDC (International Data Corporation) dentre muitos outros da minha lista.

Mas hoje quero compartilhar alguns elementos posicionados pelo IDC que podem nos orientar a obter a tão comentada Transformação Digital. Neste ano o IDC envolveu em uma pesquisa 150 empresas brasileiras envolvendo as verticais de Serviço, manufatura, Governo, Comércio, Finanças e Recursos. Veremos nas linhas seguintes como estas empresas observam seu caminho para realizar a Transformação Digital.

Primeiramente é importante destacar um ponto importante e posicionar o que é realmente Transformação Digital. Quando comento a respeito deste tema, vejo que para alguns é inevitável pensar imediatamente no conceito de nuvem ou na jornada para a nuvem. É preciso entender que não é nada disto, sendo Transformação Digital um conceito muito mais amplo. Podemos dizer que Transformação Digital posiciona-se como uma abordagem em que as empresas conduzem mudanças em seus modelos de negócios e os ecossistemas de negócios, alavancando tecnologias digitais e competências. Já os ecossistemas de negócios são compostos por clientes, parceiros, concorrentes e o ambiente regulatório. Assim, Transformação Digital possuirá sempre múltiplas faces.

A pesquisa feita pelo IDC questionou como as empresas se comparam aos seus concorrentes para alavancar mudanças nos modelos e ecossistemas de negócios. Observa-se que 47,9% das empresas revelaram igualmente capazes aos concorrentes para conduzir mudanças rumo a Transformação Digital, 28% informou que excede os concorrentes, 16% consideram-se um pouco atrás, 6% se posicionam como os melhores e 3% muito atrás dos concorrentes.

Se analisarmos com mais cuidado, veremos que existe a influência do que chamamos de nível de maturidade para alcançar a tão sonhada Transformação Digital. Claro que isto envolve diversos temas que precisam ser respondidos de forma clara. Dentre eles podemos citar:

  • Existe ousadia no uso de novas tecnologias e modelos de negócio que afetam o mercado e criam novos negócios?
  • A gestão da transformação digital é integrada demonstrando sinergia com os produtos, serviços e experiências voltados para o cliente?
  • Os objetivos da transformação digital estão alinhados ao nível de estratégia de curto prazo incluindo iniciativas de produtos e experiências digitais?
  • Foram identificadas necessidades de desenvolver estratégias de negócio digital aprimoradas aos clientes?
  • As iniciativas de transformação digital estão desconectadas e mal alinhadas com a estratégia da empresa e continuam não focadas na experiência dos clientes?

Dos questionamentos anteriores, se a resposta foi sim para o último, fatalmente a ida para a sonhada Transformação Digital estará prejudicada. Na pesquisa feita pelo IDC, uma boa parcela das empresas identificou que existe a necessidade de realmente desenvolver estratégias de negócio digital aprimoradas aos seus clientes, mas a execução do projeto encontra-se ainda isolada. Este é um ponto importante para estudo.

Qualquer iniciativa de projeto deve estar envolvida com a estratégia empresarial para ter sucesso. Segundo o IDC, até 2017, um em cada três CEOs das 3 mil maiores empresas da América Latina colocará a Transformação Digital como base de sua estratégia corporativa. Ainda não observei isto surgir no Brasil. O tema envolve basicamente quatro pilares: Gestão de Processo de Negócios, Gestão de Pessoas e Mudanças, Gestão de Valor e Gestão de Tecnologia.

Para concluir, a digitalização de negócios é o meio de alcançar objetivos e resultados nos negócios de cada instituição, mas deve estar focado em fornecer benefícios para conduzir as empresas em caminhos mais produtivos e competitivos”. Estou convencido que é um grande desafio, mas é um caminho que precisa ser trilhado com compromisso e dedicação para a sobrevivência de qualquer instituição.

 

* Denis Augusto Araújo de Souza, Analista de Produtos do UOLDIVEO. Autor da série de livros Tempestade Hacker, publicada pela Amazon.com.br.

Tags: transformação digital, IDC, Ponemon.

Links indicados:

Pausa para o café

Como são as coisas…

O Orlando é Gerente de TI em uma grande empresa de Saúde e passa os dias dando o máximo para garantir que os sistemas continuem disponíveis. Evita qualquer tipo de distração que não seja “garantir que tudo funcione sem falhas”.

Maurício, contratado na mesma época de Orlando, é gerente de desenvolvimento de software. Aquela típica pessoa que fica com os olhos brilhando sempre que fala das possibilidades de usar TI para mudar os negócios e como o mercado está se transformando.

Bruno, CEO de uma empresa de serviços, sempre viu TI como um radar de oportunidades para as empresas onde trabalhou.

Tem o desafio de transformar uma empresa com mais de 20 anos em uma empresa moderna, que acompanhasse a velocidade do mercado para competir com empresas recém-nascidas e com modelos disruptivos.

Em um evento de tecnologia, entre um café e outro, Bruno conheceu Maurício. Foi o que bastou.

Confiante de que Maurício era a pessoa certa, o convidou a fazer parte da sua equipe de TI.

Maurício aceitou na mesma hora.

Todo dia ia para a empresa animado, pensando na transformação que estava promovendo na empresa, usando computação em nuvem para agilizar o processo de entrega de infraestrutura.

Contava aos amigos com orgulho como ajudou a área de marketing a utilizar tecnologia para entregar ao cliente uma experiência de compra diferente de tudo que já havia sido feito no mercado.

Dedicava muitas horas do seu ano a palestras, onde contava como a integração das informações de diversos pontos de contato com os clientes estava gerando informações valiosas sobre os novos hábitos de consumo do público da empresa.

A empresa de Bruno e Maurício, um ano depois, registrou o maior crescimento de sua história e o orçamento de TI havia dobrado.

Outro dia, Maurício encontrou Orlando em uma cafeteria.

Orlando estava bastante feliz. Depois de tantos cortes em sua área, ele continuava empregado.

ORQUESTRANDO MULTICLOUD COM “INFRASTRUCTURE AS CODE”

Embora a maioria já saiba que uma nuvem, seja ela pública ou privada, não consiste em apenas um simples painel de controle de infraestrutura, muitos profissionais e usuários de cloud ainda não exploraram as APIs e continuam orquestrando 100% dos serviços através das interfaces gráficas disponíveis.
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São inúmeras as vantagens em tratar orquestração de IaaS como código, vale ressaltar algumas, como:

  • Versione: Através de um software de controle de versão como Git ou Subversion, você terá um controle efetivo das mudanças que vão sendo realizadas no seus ambientes.
  • Documente: Se a infraestrutura é definida por código ela já será automaticamente documentada.
  • Ganhe agilidade: Maior velocidade para deploy de ambientes complexos.
  • Evite tarefas repetitivas: Reaproveitamento de código evita que você refaça tarefas toda vez que necessitar fazer o deploy de um novo ambiente.

Existem diversas ferramentas e abordagens que vão possibilitar orquestrar ambientes em nuvem utilizando código. Abaixo cito 3 abordagens diferentes, escolha a que faz, mas sentido para sua necessidade.

  • IaaS Management tools” nativas de cada cloud provider

As principais tecnologias e provedores de nuvem fornecem serviços nativos para a orquestração de ambientes através de código, estes serviços possuem abordagens semelhantes mas utilizam padrões específicos de acordo com a tecnologia ou provider, seguem exemplos abaixo:

IAAS-Man

Com estes serviços você poderá escrever um template em formato de texto normalmente JSON ou YAML variando de acordo com o cloud provider. Neste template você basicamente irá descrever os parâmetros e os recursos que serão criados, parâmetros é aquilo que faz sentido ser alterado no momento do deploy, exemplos são, nome, flavors e imagens de S.O. utilizado nas instâncias ou senhas de banco de dados, chaves de segurança e etc. Os recursos são efetivamente os serviços de IaaS que serão criados como instâncias, volumes, IPs, VIPs de LBaaS e etc.
Com estes serviços você não só poderá criar e configurar recursos de IaaS, mas pode utilizá-los para disparar scripts de gestão de configuração para realizar a instalação de serviços e deploy de aplicações de forma automática.

Saiba mais em:

OpenStack – Heat 

AWS – CloudFormation

Google GCE – Cloud Deployment Manager

Azure – ResorceManager – ARM

2 – Terraform – Ferramenta de IAC agnóstica ao Cloud Provider
Terraform é uma ferramenta Open Source mantida pela HashiCorp com o foco em IAC – Infrastructure as Code. O Terraform possui compatibilidade com as principais tecnologias de nuvens existentes no mercado e com ele você poderá definir, versionar, planejar e realizar o deploy de IaaS nas principais nuvens.

terraform

 

Ele possibilita através de arquivos texto nos formatos TF (Terraform Format) ou JSON que sejam definidos múltiplos ou um único provider (ex: Openstack, AWS, Google e etc), parametrizar e criar variáveis, criar e configurar os recursos de IaaS além de possuir módulos para a integração com as principais ferramentas de gerenciamento de configuração como Ansible, Puppet, Chef, Salt e etc. Permitindo que seja feito todo o ciclo de orquestração de forma automatizada e via código.

Saiba mais em Terraform

3 – Ferramentas de gestão de configuração

As principais ferramentas de gestão de configuração disponíveis no mercado além de cuidar do provisionamento de instâncias, configuração de serviços e deploy de aplicações possuem módulos nativos para a criação e orquestração de serviços de IaaS dos principais vendors e tecnologias de nuvem. Abaixo algumas destas ferramentas que podem ser utilizadas também para a orquestração multicloud e de IaaS.

Gerenciamento-Configuracao

Saiba mais em:

Ansible

Puppet

Chef

Salt Stack

A abordagem que você deve escolher depende de fatores como, quantidade de nuvens a serem orquestradas, conhecimento e organização da sua equipe técnica e objetivos a serem alcançados em longo e curto prazo, a resposta para algumas das perguntas abaixo podem ajudar na escolha da abordagem que mais faz sentido para você, exemplos:

ORQUESTRO APENAS UMA OU POUCAS NUVENS?
ORQUESTRO SERVIÇOS MUITO ESPECÍFICOS DE UM CLOUD PROVIDER?

Faz mais sentido utilizar a abordagem 1, pois as ferramentas nativas dos Cloud Providers embora necessitem que você escreva um template exclusivo para cada nuvem, possui maior integração e compatibilidade com serviços específicos e mais novos do que as outras ferramentas agnósticas.

 

FAZ SENTIDO DESACOPLAR A ORQUESTRAÇÃO DE IAAS DO GER. DE SERVIÇOS? UTILIZO FERRAMENTAS DESENVOLVIDAS INTERNAMENTE PARA PROVISIONAMENTO?

A abordagem 2, Terraform ou outra ferramenta agnóstica de IAC deve ser a escolha ideal por desacoplar e fornecer mais recursos específicos focados na orquestração de IaaS.
TEMOS CONHECIMENTO EM FERRAMENTAS DE GER. DE SERVIÇO E A METODOLOGIA DEVOPS JÁ É REALIDADE NA MINHA EMPRESA?

Se já tem know how e equipe capacitada em alguma ferramenta de gerenciamento de serviço, deve fazer sentido ir com a abordagem 3. Apenas fique atento a estruturar bem o código desacoplando de forma inteligente as diferentes camadas como orquestração de IaaS, configuração de S.O. e deploy de aplicações, assim você irá conseguir reaproveitar código de uma forma eficiente.

Até o próximo o post!