Transformação digital: entenda o papel do cloud computing

Transformação digital: entenda o papel do cloud computing

Muito se tem falado sobre transformação digital como um conceito. Entretanto, não se trata de uma teoria para o futuro, mas sim de algo pelo qual as empresas precisam dar o máximo de atenção para continuarem vivas e se manterem competitivas.

Diariamente somos impactados pela transformação digital, mas no mundo corporativo isso implica em uma mudança radical na estrutura das organizações. Vivemos o período em que TI está deixando de ser coadjuvante para desempenhar um papel estratégico central, apoiando as empresas a melhorarem seu desempenho, garantindo resultados cada vez mais satisfatórios.

O IDC prevê em seu estudo “Guia de gastos Transformação Worldwide Digital” que os investimentos das empresas globais com projetos para promover a transformação digital em 2017 devem passar de US$ 1,2 trilhão, um aumento de 17,8% em relação a 2016.

Os gastos com a transformação digital nas organizações, segundo a pesquisa, terão crescimento anual da ordem de 17,9%, chegando em 2020 com despesas da ordem de U$ 2  trilhões comparados a 2015. E para seguir o caminho da era digital, as companhias deverão investir em cloud computing, mobilidade, Big Data, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial e computação cognitiva.

 

E como a computação em nuvem está contribuindo para isso?

O primeiro pré-requisito para uma empresa ingressar ou expandir sua estratégia rumo à transformação digital é planejar o uso de uma tecnologia robusta e inovadora, que acompanhe o crescimento do negócio no curto, médio e longo prazos. As empresas devem estar antenadas às tendências ditadas pela IoT (Internet das Coisas), mídias sociais, dispositivos móveis e, principalmente, a nuvem.

A computação em nuvem é a base para a transformação digital, já que permite às empresas serem mais ágeis, terem mais performance, segurança e redução de custos.

Com os negócios cada vez mais digitais, praticamente todos os setores da economia estão sendo impactados e isso acabará beneficiando não só as empresas, mas especialmente os clientes que fazem parte das novas gerações e que possui um nível de afinidade maior com as novas tecnologias. Como a evolução não pára, novos produtos e serviços serão lançados e os tradicionais modelos de negócios sofrerão mudanças.

As companhias que pensarem digitalmente terão mais oportunidades para melhorar as experiências do usuário, aumentar a flexibilidade, incrementar os negócios e minimizar as despesas.

A cloud computing é fundamental para que as empresas, independentemente de seu porte e setor, encarem os desafios impostos pela transformação digital.

 

Solucione 3 problemas críticos do seu negócio com Cloud Computing

Solucione 3 problemas críticos do seu negócio com Cloud Computing

Noites mal dormidas, irritação, stress e muita pressão por resultados. A vida para quem está à frente de tantos desafios não está nada fácil. Mas afinal, o que efetivamente pode ajudar um gestor de TI a melhorar sua qualidade de vida e resultado da sua empresa?

Um bom começo é entender de forma estruturada a necessidade da empresa e o que o mercado disponibiliza em termos de soluções. Vamos lá!

 

Cenários desafiadores:

Os departamentos de TI estão cada vez mais à procura de parceiros que possam trabalhar com eles, na medida em que adotam abordagens ágeis de desenvolvimento.

Segundo a consultoria Pace Harmon, as empresas estão movendo mais cargas de trabalho para a nuvem pública, mas continuam a executar determinadas aplicações em ambientes de nuvem privada dedicados por razões de segurança, regulamentos ou competitividade. Estão procurando mais por provedores que possam gerenciar e integrar de forma transparente seus ambientes de nuvem híbridos.

Ainda de acordo com a consultoria, a economia de custos baseada no trabalho humano está sendo suplantada por aquelas que são entregues pelo digital. As empresas estão exigindo capacidades de automação de seus fornecedores terceirizados, por proporcionar maior eficiência em muitos processos.

Confira três dores crônicas que podem ser minimizadas com a adoção da  nuvem:

 

1 – Investimentos acompanharem os resultados do negócio

Cenário: A instabilidade econômica exige cautela. E diminuir os custos de TI, com orçamentos já apertados gera uma pressão absurda para os gestores escolherem o portfólio de serviços necessários dentro do orçamento.

Como os custos aumentam:

  • Falta de conhecimento de como associar os custos aos ativos de TI;
  • Dúvidas de como enfrentar a gestão dos licenciamentos, manutenções e contratos de outsourcing;
  • Impacto dos casos de insucesso em projetos;
  • Falta de monitoramento dos gastos relacionados a TI.

Solução: Quando são feitos investimentos em nuvem, acabam-se os gastos fixos em infraestrutura que envolvem, por exemplo, servidores físicos, hardware e máquinas, mão de obra e energia elétrica, e passasse a pagar somente pelo que efetivamente foi usado. Além disso, muitas vezes gastos com licenças e renovações anuais de software também são eliminados.

 

2 – Indisponibilidade de sistemas e do acesso à rede

Cenário: A instabilidade dos serviços de TI é um problema crítico, pois depende de vários fatores. Os gestores devem sempre avaliar seus sistemas para assegurar a alta disponibilidade dos serviços, sem paradas.

Exemplos de consequências da indisponibilidade:

  • Processos críticos do negócio são interrompidos;
  • Serviços de e-mails ou acesso a documentos não funcionam;
  • Imagem da reputação da empresa pode ser afetada por uma crise.

Solução: A indisponibilidade no acesso aos sistemas e à rede é um ponto que traz uma série de prejuízos para as companhias. Por isso, quando um sistema corporativo usa cloud computing, os serviços e ferramentas podem estar distribuídos em diversas partes do mundo, podendo ser acessados em qualquer hora ou lugar. Além disso, soluções de recuperação de desastre baseadas em nuvem podem reduzir custos ao mesmo tempo que garantem reação rápida a eventos críticos.

 

3 – Vulnerabilidade dos dados

Cenário: As informações existentes representam o bem mais valioso de uma empresa. É preciso assegurar que todo o sistema de informações da empresa esteja protegido contra ameaças internas e externas.

Alguns fatores de risco:

  • Acesso a conteúdos na internet;
  • Ataques maliciosos e sequestro dos dados do cliente;
  • Ausência de proteções para o furto de dados;
  • Uso irresponsável dos usuários nos serviços de TI.

Solução: As questões relacionadas à segurança da informação é um problema enfrentado constantemente pelas empresas. Os provedores de nuvem contam com ferramentas de segurança extremamente avançadas, muitas vezes desconhecidas pela maioria das empresas.

Isso ajuda a evitar ataques maliciosos e permite a recuperação de informações, ao contrário de uma estrutura física danificada, na qual os dados talvez não possam ser recuperados facilmente. Manter os dados em discos rígidos físicos é muito mais arriscado do que colocá-los em nuvem!

Fique atento às inúmeras possibilidades que essa tecnologia disponibiliza para empresas de todos os portes. Não restam dúvidas de que o cloud computing pode ser um excelente aliado para os seus negócios.

 

 

 

IoT e IA: entenda por que a nuvem é fundamental?

IoT e IA: entenda por que a nuvem é fundamental

Muitos especialistas talvez ainda acreditem que a Internet das Coisas (IoT) e o cloud computing não possuem relação significativa entre si. No entanto, temos muitas razões para crer que o cloud computing é um verdadeiro combustível para inovação e, consequentemente, para a IoT.

Em apenas uma década, a computação em nuvem teve início de forma marcante na rotina das pessoas, mudando a maneira como as empresas executam suas tarefas e como traçam suas estratégias. Ela trouxe consigo um mercado em expansão no mundo inteiro, abrindo um leque de oportunidades e mostrando como os negócios podem ser mais rápidos, ágeis e econômicos para atender as necessidades dos consumidores.

Enquanto muitos só pensam na nuvem com relação à servidores e armazenamento, ela vem oferecendo uma infinidade de novos recursos que estão revolucionando a tecnologia. Estas características da nuvem marcam a arquitetura da IoT e, por isso, estão rapidamente expandindo e impulsionando a inovação nesta indústria.

Para se ter uma ideia da ascensão desse mercado, um estudo realizado no setor de B2B, pela empresa de pesquisa norte-americana Clutch, com 283 profissionais de TI, apontou que uma em quatro empresas que fazem uso de tecnologia na nuvem já usam recursos de IoT.

 

A nuvem que preenche lacunas

Um dos primeiros espaços ocupados pela nuvem e que é muito utilizado por IoT é a inteligência artificial, sempre voltada para tarefas que incluem frequentemente a tomada de decisão, percepção e análise complexa. Os atuais avanços da indústria de cloud computing permitiram à inteligência artificial evoluir para o uso diário com maior poder de computação e armazenamento de dados.

Outro espaço comum preenchido pela nuvem diz respeito a quantidade de informações recebidas e processadas em tempo real. A nuvem oferece plataformas sofisticadas de Big Data e Analytics, que auxiliam aplicações de IoT a descobrirem informações e insights entre dados que aparentemente não tem relação.

Previsões da IDC afirmam que o ecossistema de IoT movimentará US$ 13 bilhões até 2020, com cerca de 212 bilhões de “coisas” conectadas à internet, no país. E para que tudo isso seja possível de acontecer, o investimento em cloud computing é essencial.

 

IoT e IA são mais populares entre as empresas do que se imagina

O uso significativo de recursos para IoT e Inteligência Artificial nas companhias de todos os portes indica que ambos não são uma coisa passageira em cloud computing.

Há inúmeros exemplos que comprovam essa realidade. Na área da saúde, por exemplo, a internet das coisas já vem sendo usada para monitorar os pacientes por meio de wearables (dispositivos vestíveis). Esses dispositivos são capazes de transmitir dados sobre o tratamento de portadores de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão arterial e outras doenças que exigem acompanhamento constante. Isso não é mais uma novidade. É cotidiano.

Outro exemplo está entre companhias elétricas. O uso de IoT para monitoramento de desgaste de componentes ajuda a cortar custos de manutenção e operação, além de identificar potenciais falhas de equipamento antes que quebrem completamente. Por exemplo, se uma lâmpada queima em uma via pública, o centro de operações pode ser avisado no mesmo instante.

Na agricultura, sensores podem monitorar a temperatura do ar, do solo, a velocidade do vento, umidade, umidade das folhas e coloração das frutas. Compartilhando as informações de agricultores do mundo todo, sistemas de inteligência artificial podem tomar ações para melhorar os rendimentos do produtor.

Neste cenário, não há ficção científica ou especulação. Cloud computing e as novas tecnologias estão intimamente ligados e vai permitir que empresas se reinventem.

A revolução causada pelos smartphones não será nada perto dessa nova fase que está iniciando.

 

Como lidar com a geração Z como consumidores e colaboradores

Como lidar com a geração Z como consumidores e colaboradores

Outro dia assisti uma apresentação sobre a geração Z. Que é justamente a geração que já nasceu neste mundo conectado. Ela não viveu a transição do advento da Internet, onde percebeu-se claramente o mundo antes e depois da Rede.

 

As referências são as de estar conectado à todos em real time e de também executar cinco tarefas simultaneamente. Não há limite!

 

Por mais que imaginemos que essa geração é muito reservada e focada em seu mundo, estudos indicam que é a mais antenada e comunicativa. Porém, usa a tecnologia a seu favor. Tem centenas, para não dizer milhares de amigos virtuais e estão a todo o tempo falando em grupos.

 

É uma geração que não tem preconceito algum, aceita e respeita as pessoas como elas são, não questionando suas posições sociais, políticas e muito menos suas opções sexuais.

 

Como lidar com essa geração como consumidoras ou colegas de trabalho?

 

São extremamente criativas e liberais, o que facilita o contato. Agora, o mundo delas é bastante agitado e instável. Não tem nenhum problema em mudar de ideia, desde que seja convencido para tal.

 

Agora, essa visão pluralista e desapegada de bens materiais, os fazem um consumidor essencialmente de serviços. Por exemplo, não estão preocupados em ter um carro, mas sim em se locomoverem de forma prática, eficiente e o mais barato possível. Assim, serviços como Uber ou Airbnb (para alugarem um quarto), dentre outros exemplos, atendem bem.

 

Essa geração valoriza os serviços digitais disponíveis na rede e estão mais propensos a consumi-los. E por entenderem esse mundo conectado, podem ajudar as empresas a desenvolverem aplicativos e ou serviços de uma maneira geral, para esse mundo novo. E quem sabe, produtos e serviços que atenderão à nova geração que virá – talvez chamada geração Alpha!

 

Gil Torquato

 

BLOG DO UOLDIVEO

A competitividade do seu negócio passa pelo Cloud Computing

Um dos temas preferidos entre os C-levels e tomadores de decisão é a limitação que as empresas brasileiras enfrentam para se tornarem competitivas. Normalmente, os problemas mais críticos apontados são os impostos elevados, burocracia excessiva e os atrasos logísticos.

Porém, além desses fatores, há aspectos internos que limitam a competitividade corporativa. O maior componente de variabilidade de desempenho dentro das companhias está dentro delas mesmas.

De acordo com estudos realizados por Nicholas Bloom, de Stanford, e John Van Reenan, da London School of Economics, envolvendo 10 mil empresas de 20 países, companhias de países emergentes como o Brasil usam menos práticas de gestão quando comparadas a empresas de países desenvolvidos ou a multinacionais que atuam em países emergentes.

O mesmos estudos comprovam que o uso das práticas de gestão está diretamente relacionado ao desempenho financeiro maior. E há de se levar em consideração que as empresas brasileiras ficam com uma desvantagem competitiva significativa quando disputam espaço com multinacionais ou mesmo com produtos importados.

Por conta disso, as empresas mais competitivas buscam se informar melhor como o cloud computing deve funcionar como um novo motor para o crescimento do negócio. Isso porque, ao eliminar as tradicionais restrições de TI (limitação de recursos, processos manuais e capacidade limitada de ganhar escala), a computação em nuvem abre caminho para que a empresa busque crescimento e inovação.

 

Veja por que:

Mais flexibilidade com relação aos custos

Quem prefere contar com a estrutura física projeta a demanda que o negócio precisará atender e disponibiliza recursos para atendê-la. Mas a sazonalidade ou oscilação da economia fazem com que a infraestrutura disponível normalmente seja acima da necessidade do negócio.

Como resultado, gasta-se muito mais com hardware, energia, equipe técnica, espaço, entre outras questões.

Com nuvem, o pagamento é por consumo, ou seja, somente se paga por aquilo que efetivamente está sendo usado. Desta forma, instabilidades na economia ou momentos de sazonalidades permitem que se reduza o uso de infraestrutura e consequentemente o valor desembolsado.

 

Aumento de receita

Um levantamento da IDC Brasil apontou que, mesmo em um cenário econômico recessivo, o segmento de computação em nuvem deverá movimentar cerca de R$ 890 milhões em 2017, o que representa um avanço de 20% em relação ao ano anterior.

Hoje, cerca de 80% das organizações no país preferem cloud computing devido à economia e inovação que o serviço oferece. Dentre as empresas pesquisadas, 10,4% tiveram aumento nas receitas após aderirem à nuvem e houve cerca de 77% de redução em relação aos custos de TI.

 

Mais competitividade

Globalmente, o Brasil também está amadurecendo. De acordo com a Asia Cloud Computing Association (ACCA), o País está em 8º no ranking de nações com melhores ofertas de computação em nuvem.

Empresas de todos os portes e com atuação em diversos segmentos estão se beneficiando da cloud computing para ganhar competitividade, aumentar suas capacidades e, sobretudo, diminuir custos.

E esse é apenas o começo. A cloud computing pode oferecer muito mais do que apenas eficiência. A nuvem proporcionará às empresas a chance de obter cada vez mais dados para melhores decisões, além de aumentar a colaboração entre funcionários e, consequentemente, oferecer um serviço de mais qualidade aos clientes.

 

Negócios digitais: a mudança está lá fora

Negócios digitais: a mudança está lá fora

Nos últimos anos o tema transformação digital vem marcando constante presença nas pautas de diversos CIOs. Afinal, a empresa que não digitalizar seu negócio corre o sério risco de ficar obsoleta e perder espaço no mercado.

Mais do que utilizar a tecnologia de forma intensiva, como tem acontecido no agronegócio, que hoje usa dispositivos para aumentar da sua competitividade, a verdadeira transformação digital está acontecendo na relação das empresas com seus clientes.

Os consumidores, hoje hiperconectados, estão em busca de soluções e respostas em tempo real. Tanto é verdade que, dificilmente, vemos um jovem indo a uma agência bancária. Até mesmo os mais antigos, porém antenados em tecnologia, optam por realizarem transações financeiras por aplicativos.

E os exemplos estão presentes em nossas vidas o tempo todo. A chamada de um táxi, a escolha da rota com menos trânsito, o lugar para se hospedar, tudo está mudando a partir do momento que as empresas viram a oportunidade em conectar o cliente à tecnologia e entregar mais valor.

O mais curioso é que essas empresas, assim como Facebook (maior plataforma de conteúdo do mundo), Alibaba (maior empresa de revenda de varejo do mundo), Skype e Netflix existem apenas digitalmente. O Uber não possui frota própria, Netflix não tem salas de cinema e o Airbnb não possui hotéis próprios.

 

O que isso nos mostra? Simples:

A desmaterialização democratizou a tecnologia.

 

A digitalização provoca a desmaterialização, que potencializa a democratização de uso. O smartphone é um ótimo exemplo. Desmaterializou diversos equipamentos físicos como CDs, gravadores, GPS, câmeras fotográficas, filmadoras, etc, que estão agora embutidos em um único dispositivo, o próprio smartphone.

Esse acesso mais barato à tecnologia tem permitido às empresas inovarem e com isso ir de encontro com o que as pessoas buscam: facilidade, imediatismo e uma nova experiência de uso.

É preciso ficar atento a um ponto importante que, quando mal interpretado, pode comprometer o sucesso da transformação digital:

Somos uma sociedade híbrida – parte orgânica, parte digital – e justamente por isso o processo de digitalização deve ocorrer com foco no negócio e pessoas, e não na TI.

Mobilidade, Social, IoT, Big Data, Cloud, etc. estão relacionadas à transformação, mas como atores da transformação e não como agentes.

 

Cloud computing como vetor de transformação

Qual a relação de novas tecnologias como Cloud Computing dentro deste cenário de inovação e transformação das empresas?

Antes de cloud, inovações passavam por fazer previsões detalhadas e então realizar grandes investimentos para atendê-las. Além disso, o processo para contratação de novos recursos passava por diversas áreas como comercial, arquitetura, jurídico, compras, implantação, etc.

Com cloud computing toda essa burocracia é simplificada, passando o controle para as mãos do cliente. Desta forma, testar e identificar erros rapidamente permite levar a inovação para o centro do negócio.

A quantidade de novos recursos disponíveis dentro das plataformas de cloud computing conecta as empresas a um mundo totalmente novo e completamente favorável à inovação.

E nós ainda não vimos nada. Nos próximos dez anos muitas das empresas que conhecemos e que são líderes em seus mercados sequer existirão. Outras, que estão surgindo agora, tomarão seu lugar sem dar tempo para reação. A questão para os executivos das grandes empresas que ainda não se reinventaram é decidir, hoje, de que lado querem estar. Decidir em dois ou três anos já será tarde demais.

 

Gustavo Villa

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Cloud Híbrida ou Multicloud: entenda as diferenças

Investir em cloud computing é uma estratégia mandatória para as empresas que precisam de mais agilidade, disponibilidade de infraestrutura de TI e mudança de modelo de investimento.

Segundo um estudo da Harvard Business Review, realizado com 452 executivos de TI, quanto mais os serviços de cloud computing tornam-se confiáveis, mais as empresas conseguem se adaptar a eles rapidamente e notar seus benefícios. Ainda de acordo com o estudo, 40% dos entrevistados garantiram que o uso da nuvem aumentou a receita de sua empresa e 36% afirmaram que a adoção fez a margem de lucro subir.

 

Mas qual nuvem é mais indicada para o seu negócio?

Muito tem se falado sobre as vantagens da cloud Híbrida e de Multicloud, mas o mercado ainda tem dificuldade em compreender as diferenças entre as nomenclaturas.

A princípio, elas podem parecer insignificantes, e muitos executivos, incluindo aqueles que sabem o que estão falando, usam os dois termos de forma ambígua, gerando ainda mais confusão e incerteza.

 

Vamos começar explicando o que Multicloud significa

Multicloud envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso. É ainda a combinação de tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas. Ao adotarem a nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia. Logo, diferentes nuvens são mais adequadas para diferentes necessidades.

Empresas com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes. Ao mesmo tempo, as companhias convivem com o desafio de manter sistemas e processos legado, sendo desafiadas a buscar na transformação digital inovação e agilidade.

Para isso, as diversas aplicações têm diferentes requisitos de nuvem e algumas não funcionam adequadamente em ambiente de nuvem. Nesse ponto, o Multicloud se faz efetivo, permitindo que empresas utilizem nuvens com tecnologias e características diferentes.

 

Confira 7 motivos para optar por Multicloud:

 

  1. Orquestração

A utilização da orquestração permite, por meio de código e a automação, definir a infraestrutura executada em várias nuvens.

 

  1. Armazenamento de dados resiliente

Considerando que há diferença entre os principais fornecedores de nuvens, é importante ressaltar a latência desejada, a durabilidade dos objetos e a recuperação de dados. Se a redundância é algo vital para o seu negócio, considere a utilização de diversos provedores em nuvem.

 

  1. Flexibilidade de recursos

Ao utilizar os diversos recursos oferecidos entre provedores, é possível montar táticas combinando API entre nuvens e assim, contar com soluções completamente customizadas e diferenciadas do mercado. Além disso, também pode proporcionar uma grande economia de recursos financeiros.

 

  1. Segurança

Com a combinação entre ambientes diferentes, a segurança conquistada por meio da identificação e autenticação entre diversas nuvens é fortalecida dentro da sua estratégia.

Mas para garantir um ambiente seguro, é preciso contar com reforço otimizado para ambientes virtuais e distribuições híbridas, além de aumentar visibilidade para proteger seus dados, não importando onde eles residem. Outro ponto importante é dispor de soluções que detectem as ameaças mais avançadas e que possa corrigi-las.

Os controles e suas políticas de segurança devem ser integrados, para que a segurança seja distribuída de maneira consistente por todas as instâncias de nuvem. Vale ainda estender os mesmos controles e políticas de segurança utilizados em seus servidores físicos aos ambientes virtualizados e às distribuições de nuvens pública e privada.

 

  1. Otimização em nível global

O multicloud oferece a utilização de diversos provedores ao redor da rede, garantindo presença global levando em conta as características locais.

 

  1. TI como serviço

O Multicloud facilita a evolução da TI para um ‘service broker’, suportando as empresas na otimização do consumo e recursos de acordo com as melhores soluções.

Da mesma forma, como em qualquer projeto não ficamos restritos à apenas um único fornecedor, o mesmo pensamento se estende à estratégia Multicloud. Atuar com diversos modelos de clouds, em um formato pensado exclusivamente para o negócio do cliente, garante a melhor performance.

 

Importante:

Uma estratégia Multicloud pode contar com soluções de nuvens públicas, privadas ou híbridas. As empresas que utilizam Multicloud podem estar usando nuvem híbrida em muitos casos, mas não obrigatoriamente.

 

 

Esclarecendo a nuvem Híbrida

A nuvem híbrida é baseada na combinação de nuvens privadas e pública, mas não necessariamente de fornecedores diferentes.

Usando políticas de provisionamento, utilização e gestão por meio de vários serviços em nuvem internos e externo é possível utilizar uma nuvem pública para ganho de escala e economia financeira e em outros casos a nuvem privada com características personalizadas para workloads muito específicos.

A grande vantagem do híbrido é a diversidade de opções para escolher.

 

Mas afinal, o que é mais vantajoso?

Não existe melhor ou pior. Tudo depende do momento do seu negócio. Empresas que utilizam Multicloud também podem utilizar nuvem híbrida. Basta saber que a abordagem Multicloud permite às empresas utilizar nuvens com tecnologias e características diferentes e com muito mais possibilidades de fornecedores.

A melhor forma de decidir o que faz mais sentido para sua empresa é contratando um fornecedor agnóstico, capaz de avaliar a melhor opção de forma isenta. Em conjunto, vocês podem analisar as necessidades do negócio e definir a estratégia mais adequada.

O Multicloud UOL DIVEO, por exemplo, é uma abordagem criada para ajudar as empresas a promoverem a transformação digital dos negócios utilizando as melhores características de cada fornecedor. Mais do que flexibilidade e agilidade, esse conceito  fortalece o papel estratégico da TI.

Entre suas vantagens, está o fato de funcionarem em diversas nuvens como AWS, MIcrosoft, Google, VMware, Openstack e até mesmo uma combinação delas, geridas pela mesma empresa, com atendimento único e especializado.

Há ainda outros benefícios oferecidos pelo UOL DIVEO como consultoria da jornada para a nuvem, o que garante mais segurança sobre a estratégia de negócios, além de suporte premium dos fabricantes para qualquer volume de consumo, implantação, sustentação e otimização da infraestrutura.

 

sua empresa tem um plano de desastre

Sua empresa está preparada para o próximo desastre?

A palavra desastre está associada a perdas, que podem ser de diversas naturezas e proporções. Quando alguém na Pixar acidentalmente executou um comando de exclusão no local que armazenava o filme Toy Story 2, um ano de trabalho foi apagado. O sistema de backup falhou e… adivinhem! Não havia mais filme.

 

Foi um verdadeiro desastre. Mas os desastres podem ocorrer de diversas maneiras: queda de energia, erro humano, falhas operacionais, ataques maliciosos e podemos mencionar até mesmo os desastres naturais, que muitas vezes fogem do nosso controle. Uma coisa é certa: em todos os casos, ter um plano preventivo é fundamental para anular seus efeitos ou, ao menos, minimizá-los.

 

Sua empresa tem um plano de contingência?

Segundo a edição mais recente do Relatório Global de Fraude & Risco, publicado anualmente pela consultoria Kroll, aproximadamente uma a cada quatro empresas (23%) sofreu nos últimos 12 meses pelo menos uma violação de sistema resultando em perda de dados de clientes ou funcionários. O problema é o segundo maior fator de vulnerabilidade – atrás apenas da infestação por vírus/worms – e o quarto mais recorrente no mundo empresarial.

 

O estudo entrevistou cerca de 550 executivos dos mais diferentes setores em todo o mundo que são responsáveis ou que influenciam diretamente as decisões quanto a programas e estratégias de segurança e combate a fraudes.

 

A segurança cibernética é a mais ameaçada. Ataques, roubos ou perda de informações sigilosas foram reportados por 85% dos respondentes, a maior taxa de incidência no mesmo período. Chama também a atenção o fato de que a maioria desses eventos se dá por vulnerabilidade de software, citado por 26% dos participantes.

 

Muitas empresas ainda adotam backups lentos, destinado à recuperação de ambiente e máquinas individuais – o que não representa uma solução abrangente de recuperação de aplicação e dados. Ou ainda, mantém DRs internos com alto custo e investimentos e sem a possibilidade de aumentar rapidamente sua capacidade. Além disso, em caso de desastre, a proteção fica comprometida.

 

Recuperação de desastre como serviço (DRaaS)

Atualmente, já chegaram ao mercado soluções de DRs com foco na recuperação de desastres de nível corporativo, sem a necessidade de investimento de capital. São soluções que permitem RPO (Recovery Point Objetive) de 15 minutos a até 24h, com implementação simples e realizada em poucos minutos. Com apenas um clique, é possível replicar e salvar as informações.

Simples, rápido, seguro, econômico e implementado por especialistas: essas são as características das soluções DRaaS – recuperação de desastres como serviço.

 

Veja mais sobre os benefícios desta modalidade:

  • Facilidade de uso da ferramenta
  • Recursos disponíveis da ferramenta
  • Custo inferior a soluções de DR tradicionais
  • Suporte dedicado e monitoramento
  • Planejamento e execução de testes de desastre

 

Com uma replicação assíncrona, simples e segura, o DRaaS é uma maneira fácil para iniciar sua jornada para a nuvem e começar a se beneficiar de uma TI ágil e escalável.

 

O UOL DIVEO tem atendido o mercado corporativo com serviços que permitem a continuidade dos negócios inclusive em casos de infecção por malwares / ransomwares.

Quer debater mais sobre abordagens para recuperação de desastre? Entre em contato conosco e compartilhe com a gente suas dúvidas.

 

Indústria 4.0- como a nuvem pode ajudar

Indústria 4.0: como a nuvem pode ajudar?

Esqueça a imagem de uma fábrica funcionando em linha de produção com uma série de empregados uniformizados trabalhando ao mesmo tempo, enfileirados. Também esqueça a linha de montagem da indústria automotiva, com robôs substituindo trabalhadores.

 

A indústria 4.0 já começou a transformar o chão de fábrica e, cada vez mais, robôs, sensores e processos automatizados, estão tornando os processos mais ágeis e eficientes.

 

Não é exagero dizer que está ocorrendo uma nova revolução industrial, como decorrência da evolução tecnológica. No passado, os homens descobriram que produziam mais com a ajuda de máquinas; hoje eles sabem que podem fazê-las produzir praticamente sozinhas!

 

O termo “indústria 4.0” surgiu na Alemanha em 2011, na Feira de Hannover (Alemanha), como parte da estratégia do governo alemão para o desenvolvimento de alta tecnologia para a manufatura do país. A chanceler Angela Merkel, definiu o conceito da indústria 4.0 como “a transformação completa de toda a esfera da produção através da fusão da tecnologia digital e da internet com a indústria convencional”. O conceito se expandiu para outros países do mundo sob diversas iniciativas de governos como uma tendência tecnológica mundial.

 

Segundo estudo da PwC, a indústria 4.0 é uma força de diferenciação potencialmente disruptiva. Ela gera eficiência na cadeia de suprimentos e na produção, melhora na comunicação com os clientes, redução de desperdício e ganho de eficiência significativo no uso de matérias- primas.

Fonte: TAB UOL

 

A importância da cloud computing na indústria 4.0

Com o mundo cada vez mais virtual, a computação em nuvem se mostra como uma ferramenta fundamental na quebra de barreiras geográficas, aumento da produtividade, conectividade e geração de novas oportunidades para companhias de todos os portes e segmentos.

 

As empresas estão sempre à procura de novas formas de otimizar tempo e agilizar a produção sem abrir mão da qualidade. As soluções em cloud computing oferecem recursos de computação, armazenamento e rede sem precedentes. Os serviços de computação tornam as plataformas capazes de unir automação, robótica e Internet das Coisas, contribuindo para desenvolvimentos inovadores a longo prazo.

 

As grandes questões que vieram junto com a robotização da linha de produção e a transformação digital que as indústrias estão passando incluem:

  • Como os seres humanos podem obter melhor suporte para o trabalho na fábrica?
  • Como conectamos várias fábricas de diferentes empresas?
  • Como compartilhamos dados nesse mercado?
  • Como os softwares, sensores e tecnologia RFID interagem?
  • Como um produto auto-consciente se comunica com o ambiente?
  • Como lidar com grandes dados?
  • Como os dispositivos móveis podem ser integrados?
  • Com quais níveis de segurança de dados precisamos?
  • Qual impacto a produção inteligente tem no projeto e na construção da fábrica?

 

Entenda o que a nuvem agrega neste cenário:

A cloud computing e a indústria 4.0 caminham lado a lado, permitindo que diversos sistemas garantam a performance com total tranquilidade, disponibilidade, acessibilidade e economia de recursos.

 

Além disso, a computação em nuvem se mostra como uma ferramenta fundamental na quebra de barreiras geográficas, aumento da produtividade, conectividade e geração de novas oportunidades para companhias de todos os portes e segmentos. As soluções em cloud computing podem garantir este desempenho, já que ajudam com as ferramentas de colaboração e integração entre os departamentos, permitindo uma produção mais rápida e melhor comunicação, reduzindo as chances de erro.

 

Outro benefício da nuvem é que permite realizar um controle maior das operações, com a vantagem da mobilidade, apoiando os gestores a acompanharem o andamento das demandas e interferirem em tempo hábil na operação, caso necessário.

 

O fácil acesso às informações e o compartilhamento de dados é outra vantagem importante que vem com a cloud. Como a nuvem não é um locla físico, várias pessoas podem ter acesso aos arquivos e sistemas, o que garante mais agilidade nos processos.

 

E então? Sua empresa já está preparada para usar a cloud computing como um pilar na realidade da indústria 4.0?

 

Fonte: PwC

 

 

UOLDIVEO

 

Como contratar os serviços certos para a nuvem

Como contratar os serviços certos para a nuvem?

Sempre que um tema ganha popularidade, traz consigo também suas distorções. Discursos parecidos, ofertas similares, players surgindo a todo momento, mas na prática é preciso compreender a importância de se encontrar um parceiro confiável para que sua experiência seja a mais tranquila possível.

 

A computação em nuvem atua na espinha dorsal do negócio. Traz consigo números de grande envergadura. Um levantamento da consultoria IDC apontou que dois terços das empresas globais já utilizam cloud computing e que tais serviços devem movimentar US$ 43,6 bilhões até 2020.

 

Não há mais como fugir!

 

É justamente pela popularidade do tema que grande parte das companhias ainda estão receosas sobre quais serviços podem ser colocados em cloud computing. Assim, muitas vezes, deixam de dar uma chance à tecnologia por questões de confiança na segurança das informações, performance, disponibilidade e a incerteza nos modelos com custos variáveis (que costumam ser flexíveis, de acordo com a utilização).

 

Ocorre também o contrário: algumas empresas, por impulso, migram muitas aplicações para a nuvem de uma só vez, sem o devido planejamento.

 

Se você tem dúvidas sobre quais serviços podem funcionar em cloud computing, vamos esclarecer a seguir:

 

1. Infraestrutura como serviço (IaaS)

Conhecidos como IaaS, os serviços de infraestrutura em nuvem são os que mais crescem no mundo. Quer ver um dado surpreendente? De acordo com o Gartner a infraestrutura de serviço foi responsável por 38,4% do faturamento total no mercado de cloud computing em 2016.

 

2. Plataforma como serviço (PaaS)

Esse é o modelo menos conhecido de cloud computing.  A PaaS fornece a infraestrutura necessária para que os desenvolvedores de software construam novos aplicativos ou aumentem as funcionalidades de soluções já existentes. Esse modelo é atrativo para empresas que precisam criar aplicativos customizados, e também para os desenvolvedores de software e empresas que vendem soluções para nichos específicos.

 

3. Software como serviço (SaaS)

Permite definir um modelo no qual os softwares são mantidos por um fornecedor. Dessa forma, os clientes podem usar a aplicação sem que TI precise se preocupar com infraestrutura, banco de dados, middleware, etc.

Tenha em mente que seja lá qual for o serviço de cloud computing contratado, todos os modelos tem benefícios. Essa é a principal dica para que os resultados do seu projeto em cloud computing mantenham alta performance e contribuam para a produtividade da companhia.

 

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