Não se engane: inovação é um projeto de toda a corporação

Não se engane: inovação é um projeto de toda a corporação

O mundo está em transformação constante e a inovação é a palavra de ordem em dez entre dez empresas. Muitos líderes imaginam que o caminho para isso é criar um setor específico para esta finalidade, com objetivo de acompanhar o mercado, definir as inovações, priorizá-las, elaborar projetos e promover as implantações. Mas o caminho é outro.

Você já se perguntou por que em muitos casos a inovação não ocorre, mesmo com um departamento inteiro destinado a isso?

Em primeiro lugar, a inovação não está relacionada a um setor específico. Ela está ligada a uma cultura que deve ser disseminada entre toda a corporação, desde os colaboradores com funções operacionais até os C-levels. Significa desenvolver um trabalho de convencimento de toda a companhia para que todos sejam livres para contribuir com ideias, opiniões e feedbacks.

É a escolha pela inovação como prioridade.

 

Inovação em todos os lugares

Se a inovação é tão positiva, por que ela estaria em só um lugar? Por que ela estaria em apenas alguns departamentos da sua empresa? E por que apenas alguns funcionários estariam aptos a ter grandes ideias, se todos os seres humanos são dotados de inteligência?

Cada colaborador tem uma formação, experiências e formas de pensar. Não há nada mais produtivo e enriquecedor para um processo de inovação do que a diversidade de ideias. Com essas perspectivas diferenciadas, é possível considerar uma infinidade de referências e desenvolver alternativas que sejam úteis a públicos completamente diversos. Isso é o que enriquece o processo e torna as inovações mais sólidas.

Quando a equipe participa do processo de inovação, todos percebem o quanto é importante criar soluções novas para problemas antigos. Todos têm a mesma oportunidade de ter ideias valorizadas e reconhecidas, o que cria um ambiente propício a inovação e motivação para o trabalho. Cada um se sente livre para pensar em uma nova forma de solucionar um dilema ou simplesmente propor uma melhoria – por menor que seja.

 

A responsabilidade dos líderes

Toda mudança de cultura está diretamente ligada ao exemplo que os líderes e gestores costumam disseminar na companhia. A mentalidade de cada um deles dá o tom de como a equipe aceitará os direcionamentos ou propiciará contribuições, estejam eles relacionados à inovação ou não.

É fundamental trabalhar pela propagação da cultura da inovação e do quanto isso é fundamental para todos. Inovar é uma atitude que está dentro de cada um, mas o estímulo precisa partir dos líderes. Da mesma forma que um budget importante para inovação que não foi aprovado pode gerar frustração, uma reação conservadora diante de uma nova proposição pode repelir ideias futuras. Por esse motivo, o líder deve estar atento a seu comportamento com relação à inovação dentro sua equipe, nos mínimos detalhes.

Vale lembrar que os colaboradores estão na linha de frente. Certamente eles enfrentam muitas dificuldades e podem ter propostas interessantes para solucioná-las. Além disso, muitas vezes, o trabalhador percebe questões que ninguém havia notado. Tem situação melhor para que ocorra o fenômeno da inovação?

 

Inovação deve ser o mote de todos

Os líderes têm muito a aprender com o time, e vice-versa. Independentemente do cargo ou formação, todos devem valorizar o potencial existente em cada profissional e entender que a empresa inteira pode ser beneficiada por ideias bem estruturadas.

Se você escolheu a inovação como prioridade, pense nisso!

 

Empresas de e-commerce registram Black Friday com crescimento de 30% sobre ano anterior

Levantamento do UOL DIVEO compara o total de visitantes, page views e taxas de conversão de diferentes lojas virtuais em relação ao ano passado

O volume de acessos e vendas cresceu significativamente entre a Black Friday de 2016 e 2017. O crescimento foi constatado por dados divulgados pelo UOL DIVEO, empresa que oferece serviços de tecnologia para apoiar as companhias em sua jornada para o digital. Em uma amostragem com base em 18 varejistas online, foi verificado um crescimento médio de 30,4% no número de visitantes únicos e 24,2% no total de page views no acumulado entre 20 e 26 de novembro (semana conhecida como “Black Week”), em comparação com o mesmo período de 2016. A taxa de conversão (índice de contabiliza o número de visitantes que concretizam uma compra) também teve um ligeiro crescimento, o que considerando o aumento de tráfego, gerou um crescimento de receita da ordem de 30% sobre o mesmo período em 2016.

Em números totais, as 18 lojas virtuais consideradas no levantamento – incluindo empresas de diferentes segmentos do varejo -, acumularam 13.325.396 visitantes únicos e 104.334.259 page views ao longo dos sete dias analisados.  A grande demanda já era esperada e, para evitar quedas de servidor ou instabilidade nesses momentos de pico, o UOL DIVEO preparou as lojas virtuais com modernas soluções de TI.

“É fundamental que as empresas se preparem com antecedência, contando com profissionais competentes de TI que saberão adequar os servidores e as demais ferramentas das páginas para funcionar normalmente durante datas de grande tráfego, como a Black Friday. Páginas instáveis ou que caem antes da conclusão das compras estão entre as principais queixas dos consumidores, um erro que pode ser irreversível para a reputação de uma marca”, comenta Alexis Rockenbach, Head de Inovação do UOL DIVEO.

A amostra representa uma tendência de crescimento em todo o mercado e comprova o quanto a Black Friday já está instaurada na cultura dos consumidores brasileiros. “O aumento observado nesse levantamento com 18 clientes reforça o quanto o evento deve ser encarado com grande atenção pelas empresas de e-commerce, que devem investir em soluções de TI para que suas páginas estejam em perfeitas condições durante datas de pico – o que também inclui outras como Natal, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e das Mães”, acrescenta Rockenbach.

 

Sobre o UOLDIVEO
O UOL DIVEO, empresa do Grupo UOL, oferece serviços de tecnologia para apoiar as empresas em sua jornada para o digital. Com soluções de infraestrutura, serviços gerenciados, aplicação e Multicloud, atua de forma isenta por meio de ofertas próprias e acordos com os principais provedores globais de cloud. Possui experiência em implementar, integrar, gerenciar e otimizar soluções personalizadas para oferecer àquela que melhor atenda às necessidades de negócio dos clientes.

A importância do CIO no cenário da transformação digital

A importância do CIO no cenário da transformação digital

“Vamos trocar as turbinas com o Airbus em pleno vôo”. Quem nunca ouviu esta frase em TI? As transformações constantes no cenário de soluções tecnológicas trazem desafios diários aos CIOs, que se veem no comando de enormes aeronaves, repletas de painéis de controles, com o céu nublado e rajadas de raios e trovões.

Dá para afirmar que a rota desse vôo cruza com a jornada da transformação digital da empresa? Ou tudo está embarcado na mesma aeronave? Independentemente da situação e da solução, não dá para negar que a virtualização e a cloud computing são recursos que ajudam os CIOs a não mais construir tudo do zero, mas sim continuar a evolução do negócio de forma integrada, com mais segurança, performance e custos otimizados.

A cada ano, o CIO enfrenta de forma mais intensiva o desafio de gerir estruturas legadas, juntamente com as novidades a serem implementadas, sem deixar de pensar em inovações disruptivas para atender o seu cliente interno. É como “fritar o peixe e olhar o gato”.

Pesquisa CIO Global 2016-2017, realizada pela Deloitte em 48 países, indicou que para 57% dos CIOs, suas empresas têm a expectativa de que eles ajudem na inovação dos negócios e no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Porém mais da metade dos entrevistados (52%) afirma que o desenvolvimento da inovação e de soluções disruptivas simplesmente não existe ou não vem sendo aplicado em suas organizações.

Para manter o bom funcionamento de toda infraestrutura, o CIO deve, juntamente com o gerente de TI, ter em mente que o caminho para a transformação digital envolve as etapas de:

  •      Pensar em tecnologia
  •      Mapear onde quer chegar
  •      Ter bem definida a estratégia de transformação digital

É neste ponto que o cloud computing se conecta com a transformação digital.

Cada vez mais, as empresas estão em busca da contratação de tecnologia como serviço: o SaaS, IaaS e PaaS, por exemplo. Essa mudança gera mais agilidade ao negócio, o que é essencial no processo de transformação.

A nuvem é um habilitador que permite às empresas obter ganhos e redução de custos, já que elas pagam somente por aquilo que consomem. Além disso, outro ponto importante é que o cloud computing gera agilidade e flexibilidade para as empresas, permitindo ao CIO tomar decisões rápidas em relação à infraestrutura, como ativar e desativar recursos, por exemplo.

Outra vantagem é que isso pode ser feito a qualquer momento, sem a necessidade de depender de um fornecedor. No caso de um e-commerce, isso faz toda a diferença, já que a empresa consegue se preparar para atender a alta demanda das datas sazonais, aumentando a capacidade do seu datacenter sempre que for necessário.

A jornada para a nuvem

Antes de optar pelo modelo de nuvem que mais se enquadra ao seu negócio, analise os recursos de TI e as aplicações que rodam melhor em cada fornecedor de cloud computing.

Neste ponto, conte com a jornada na nuvem, analisando o momento certo de migrar cada aplicação e o processo de implementação e sustentação de cada uma. É muito importante planejar em arquitetura de nuvem as aplicações e sistemas associados à inovação. Considere que alguns sistemas legados podem se comportar melhor em datacenter próprio.

Em alguns casos é preciso mais de uma nuvem para tirar o melhor benefício da operação de TI.

 

Multicloud pode ser a solução que você precisa

O conceito de Multicloud envolve o uso de múltiplos serviços em nuvem, mas não é só isso. Ele combina tecnologia, proximidade com o negócio do cliente e pessoas. Ao adotarem a nuvem, as empresas buscam maneiras inovadoras para alavancar a tecnologia. Logo, diferentes nuvens são mais adequadas a diferentes necessidades.

Mesmo os negócios com características tipicamente digitais estão modificando os mercados tradicionais, proporcionando novas experiências aos clientes. As empresas têm o desafio de manter sistemas e processos legados, juntamente com a evolução da jornada da transformação digital. E a nuvem pode endereçar grande parte das soluções. Nesse ponto, a Multicloud se faz efetiva, permitindo que as empresas utilizem recursos tecnológicos com diferentes características e requisitos.

O UOL DIVEO apoia os CIOs na transformação digital sempre conectando buzzwords como Big Data, Analytics, IoT e Cloud Computing às necessidades reais de transformação dos negócios.

 

 

BYOD e Cloud Computing: a combinação perfeita

BYOD e Cloud Computing: a combinação perfeita

Um fenômeno chamado BYOD (Bring Your Own Devices) chegou de mansinho na rotina das empresas e agora se mostra como um movimento sem volta. É praticamente impossível impedir que um funcionário deixe de usar seu dispositivo móvel no ambiente de trabalho.

Em partes, esse fenômeno vem ocorrendo porque, há dez anos, os colaboradores tinham o melhor da tecnologia disponibilizado pelas próprias empresas. Atualmente, observa-se exatamente o contrário. Os dispositivos voltados para o consumidor avançam rapidamente e as substituições de equipamento são frequentes, sempre na busca por equipamentos mais modernos, ágeis e com melhor desempenho.

 

Uma companheira inseparável chamada cloud computing

Acompanhando a tendência de BYOD, não podemos esquecer a sua melhor amiga: a cloud computing. A combinação dessas duas tendências está transformando os ambientes de trabalho dentro das organizações, que pouco a pouco vêm adaptando suas aplicações à essa nova realidade.

Segundo uma pesquisa da CipherCloud, 86% das aplicações em cloud utilizadas no ambiente de trabalho não foram autorizadas. Isso significa que o setor de tecnologia da informação perdeu o controle sobre as aplicações que são utilizadas dentro das empresas. Em poder de seus próprios dispositivos, os funcionários podem simplesmente ter acesso aos serviços em poucos minutos. Talvez alguns departamentos de TI de empresas mais ortodoxas até gostariam de bloqueá-las, porém isso já faz parte da vida corporativa.

 

Segurança em tempos de BYOD

A preocupação com segurança dentro das empresas é fator crítico. A previsão é que até 2020, 60% dos funcionários das empresas utilizem seus próprios smartphones para atividades relacionadas ao trabalho, enquanto a utilização da nuvem pública para fins de armazenagem de informações deve ter um crescimento na faixa de 50% ainda neste ano.

Esse é o maior dilema quando o tema é a utilização de dispositivos móveis no trabalho. Os equipamentos pessoais que têm acesso à rede corporativa são vistos como pontos de acesso fáceis por invasores e, por isso, são considerados o ponto mais vulnerável da empresa. É possível garantir que os dispositivos corporativos tenham os recursos necessários para garantir a segurança durante os acessos à rede; no entanto, a empresa perde o controle se o colaborador utiliza seus próprios dispositivos.

Para isso, a computação em nuvem é a solução mais adequada para o processamento e o armazenamento de dados. Se eles ocorrem fora dos dispositivos móveis e é feito todo na nuvem, a segurança de acesso está garantida somente a quem a informação for importante.

 

Gestão de dispositivos móveis

É importante também pensar na adoção de tecnologia de nuvem para realizar a gestão de dispositivos móveis, com objetivo de garantir a segurança. Existem ferramentas, por exemplo, que possibilitam aos colaboradores formatarem seus dispositivos perdidos ou roubados, para garantir que as informações sensíveis não sejam acessadas por pessoas de fora da organização. Essa é apenas uma possibilidade, entre tantas existentes.

Outro ponto é que, com os aparelhos pessoais, os funcionários podem se descuidar e conectá-los a redes WiFi abertas, partindo do pressuposto que essas redes são seguras. Podem ainda usar aplicativos e serviços que já conhecem por causa do uso pessoal para o trabalho, o que não é recomendado. O ideal é que a empresa dê alternativas corporativas para que os colaboradores entendam que as regras existem.

 

Como utilizar a favor do negócio

As companhias precisam encontrar formas de utilizar as novas tecnologias, que vieram para ficar, a favor do negócio. Já que a computação em nuvem, juntamente com o BYOD, passaram a ser companheiras inseparáveis, em vez de nadar contra a maré, aposte em tecnologias capazes de reduzir as vulnerabilidades para lidar com essa transformação. Se você já percebeu os impactos do BYOD na sua empresa, experimente ficar atento às últimas tendências dessa prática e aproveite o que há de positivo por trás dela.

 

Conheça os erros mais comuns na hora de migrar para a cloud

Conheça os erros mais comuns na hora de migrar para a cloud

Os céticos em acreditar que a cloud computing seria um modismo passageiro, já se conscientizaram de que a nuvem não trata de um simples conceito, mas sim de um modelo de TI. Virou uma verdadeira corrida e um desafio contra o tempo, pois quem não está dentro tem a noção de atraso frente aos seus concorrentes.

A computação em nuvem está em uma fase avançada de expansão no mercado, porém muitas companhias ainda cometem erros de implementação, amargando prejuízos e – pior ainda – colocando suas informações em risco. Alguns problemas decorrentes desses erros são rapidamente corrigidos, mas outros podem destruir projetos inteiros.

Implementar uma estrutura de nuvem em um ambiente de produção não é um processo fácil e possui custo significativo. Por este motivo, mapeamos as principais falhas cometidas pelos tomadores de decisão na hora de migrar para a nuvem.

 

Confira:

 

1 – Olhar para a infraestrutura e não para a aplicação

Este é o primeiro erro cometido e que pode ser a razão de muitas dores de cabeça. Antes de tomar alguma decisão, é necessário compreender o nível de maturidade das diversas aplicações. Algumas delas estão 100% preparadas para a nuvem, outras ainda não. Importante saber que aquelas imaturas para a cloud simplesmente não irão funcionar.  

Por isso, o principal item de reflexão antes de qualquer decisão é analisar o que está sendo levado para a nuvem. Não hesite caso seja necessário fazer substituições de aplicações, em situações em que as mais antigas não estiverem adequadas ao novo ambiente. Vale mais a pena realizar investimentos antes, do que amargar situações desagradáveis na implantação.

 

2 – Tenha cuidado com a cultura da companhia

Ao tomar a decisão de levar as aplicações para a nuvem, avalie se a companhia continua operando da forma tradicional. Muitas empresas acreditam serem digitais, mas na hora “H”, não é bem assim.

É importante que haja uma real mudança na cultura, e isso leva algum tempo.  Os colaboradores precisam ser engajados para a implementação da nova tecnologia. Muitas vezes, os colaboradores não possuem know how para a mudança e, nesses casos, é melhor contar com um parceiro de confiança.

 

3 – Avalie o posicionamento do fornecedor

Este é um erro comum, cometido por falta de tempo ou desconhecimento. Muitas vezes, o fornecedor indica uma nuvem que não se aplica da melhor maneira às necessidades daquela empresa. Infelizmente, a situação é recorrente em empresas de porte pequeno e médio, que contratam parceiros com uma única bandeira de cloud. É preciso estudar bastante as opções antes de selar um contrato, conhecer as opções disponíveis no mercado e ter calma antes de tomar uma decisão.

 

4 – Falta de conhecimento sobre os modelos de nuvem disponíveis

Existem três tipos diferentes de “nuvens”: públicas, privadas e híbridas. Dependendo do tipo de aplicação ou requisito de negócio, é preciso comparar as diferentes opções que nuvens privadas, públicas e híbridas podem oferecer.

Para que se possa decidir sobre um modelo de nuvem, determine qual é o modelo ideal para o seu negócio. Arquitetar a nuvem é uma das decisões mais importantes de tecnologia que você irá enfrentar.

 

5 – Falta de planejamento da migração

Migrar para a nuvem implica em pensar cada detalhe antes de agir.  É importante investigar assuntos que vão desde as legislações a respeito das informações que estarão na nuvem até questões sobre segurança. Caso contrário, corre-se o risco de ter um sistema incapaz de oferecer os serviços apropriados para os usuários e, o mais importante, de passar por uma auditoria.

 

A abordagem consultiva como chave

Devemos considerar que uma abordagem consultiva é a chave para equilibrar os benefícios e os riscos de nuvem. É a melhor forma dos gestores de TI tirarem proveito dos benefícios de uma nuvem privada e pública.

O caminho natural da adoção depende da maturidade tecnológica da empresa e, normalmente, passa de uma estrutura tradicional para uma virtualização, indo para uma nuvem privada e, em seguida, com a extensão dos recursos, para a nuvem pública, formando a nuvem híbrida.

Para finalizar, conte com um parceiro qualificado para apoiar a jornada do seu negócio. Afinal, arquitetar nuvens é tarefa que exige especialização e experiência.

 

Tullio Bertoldi Christianini

 

Saiba porque a carreira de cientista de dados é considerada a profissão do futuro

Saiba porque a carreira de cientista de dados é considerada a profissão do futuro

Você provavelmente já deve ter clicado naquele recurso do LinkedIn “Pessoas que talvez você conheça”, correto? O que talvez seja uma novidade é que um simples link como aquele atingiu uma taxa de cliques 30% maior do que a registrada por outros recursos que direcionavam o usuário para outras páginas do site. Gerou milhões de pageviews e foi decisivo para crescimento da maior rede social de profissionais do mundo.

Essas e outras descobertas são atribuídas a um novo perfil de profissional: o cientista de dados,  uma atividade que vem crescendo a passos largos no mundo inteiro, sobretudo graças a conceitos como Big Data e Ciência de Dados. Muitos profissionais estão atentos a esse movimento e buscam entender como aproveitar o conhecimento que já possuem para se enveredar nesta carreira, que vem dominando o cenário de contratações nos Estados Unidos e Europa.

Quais são as habilidades imprescindíveis ao cientista de dados. E quais os conhecimentos que fazem dele um profissional tão procurado?

 

Quem são eles?

Esses profissionais, em sua maioria, começaram suas carreiras como estatísticos ou analistas de dados. Mas conforme o Big Data (e as tecnologias como o Hadoop) começaram a crescer e evoluir, esses papéis também se transformaram. Os dados passaram a exigir análise, curiosidade criativa e um talento especial para traduzir ideias de alta tecnologia em novas maneiras de obter lucro.

O cientista de dados também tem origens acadêmicas. Há alguns anos, as universidades começaram a reconhecer que os empregadores queriam programadores e pessoas que tivessem espírito de equipe. Os professores ajustaram suas aulas para acomodar isso – e alguns programas, como o Institute for Advanced Analytics, na North Carolina State University, preparam-se para produzir a próxima geração de cientistas de dados. Existem hoje mais de 60 programas semelhantes em universidades nos EUA.

 

O mercado de trabalho

A função de cientista de dados é uma das mais requisitadas no mercado de trabalho. Segundo pesquisa realizada pela Michael Page, esses profissionais estarão entre os mais procurados no segmento de TI nos próximos dois anos.

Outro levantamento, do site norte-americano CareerCast, especializado em carreiras e emprego, colocou a profissão como uma das cinco mais promissoras de 2017. O Fórum Econômico Mundial também considerou a profissão como uma das carreiras mais relevantes.

Mas apesar de tanta empolgação, segundo a revista Harvard Business Review, a profissão cientista de dados está em alta, mas ainda é rara no Brasil. Isso porque não é simples encontrar profissionais que atendam aos três principais conhecimentos exigidos aos profissionais: conhecimentos de programação, estatística/matemática e visão de negócios.

 

Quando contratar um cientista de dados?

A essa altura você pode estar se questionando se a sua empresa precisa de um cientista de dados.

As organizações que realmente precisam desse profissional têm duas coisas em comum: gerenciam enormes quantidades de dados e enfrentam questões importantes diariamente.

Portanto, para responder a essa pergunta é importante refletir sobre alguns pontos:

  •      Qual a importância da análise dos dados para o seu negócio?
  •      Sua empresa tem um ambiente que suporta o uso de analytics?
  •      Os dados são transformados em insights para transformar o negócio?

Não há dúvidas sobre a capacidade da ciência de dados em transformar indústrias e modelos de negócios tradicionais. O conceito de machine learning é um bom exemplo de aplicação, pois permite prever problemas futuros ao usar algorítimos e análise de padrões de dados para identificar e indicar soluções efetivas para problemas de negócios.

Mas é preciso se certificar de que a companhia realmente tem a mentalidade preparada para fazer algumas mudanças e está focada no processo de inovação. Caso contrário, o investimento não fará o menor sentido.

Sendo assim, analise o planejamento estratégico do seu negócio e considere a contratação desse profissional, se a meta da sua empresa for crescer com base na transformação digital.

 

uoldiveo-Black-Friday: como o varejo tem se preparado para suportar a alta demanda

Black Friday: como o varejo tem se preparado para suportar a alta demanda

No ano passado, a Black Friday rendeu ao varejo online R$ 1,9 bilhão de faturamento em apenas 24 horas, segundo dados apurados pela Ebit. Em um único dia foram feitos mais de 2,92 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 653 por compra. Com a crise econômica dando sinais de recuperação, a expectativa é que a data mantenha sua trajetória ascendente, com desempenho ainda melhor este ano.

A boa notícia vem acompanhada de alguns alertas de precaução. Para as empresas tirarem o máximo de proveito da Black Friday é preciso preparar a estrutura de TI para encarar o pico de acessos e de demandas computacionais em um curto período de tempo. As maiores dificuldades enfrentadas pelas companhias de varejo online estão ligadas ao datacenter, uma vez que eles nem sempre são estruturados para lidar com o volume tão alto de transações simultâneas.

Para evitar surpresas de última hora, o varejo tem se preparado com meses de antecedência, justamente para conseguir realizar todos os testes e desenhar uma previsão de possíveis falhas, antes do período crítico.

 

Veja quais são os principais pontos de atenção:

 

  • Adapte sua estrutura

As empresas precisam ter consciência de que necessitam de uma infraestrutura elástica para suportar os picos de acesso em datas especiais, sobretudo na Black Friday.

O uso de servidor em nuvem pode ajudar a evitar quedas e indisponibilidades do site durante grandes demandas, mas só a cloud não resolve, porque parte dela também depende de infraestrutura. A tecnologia de suas aplicações vai dizer até que ponto você poderá usufruir da escalabilidade oferecida pela nuvem.

 

  • Realize Teste de Estresse

O Teste de Estresse consiste em checar se a plataforma na qual a loja virtual está instalada suportará o maior número de acessos e se a própria loja está preparada para lidar com um grande volume de vendas em um curto espaço de tempo, gerenciando prevenção de fraudes, emissão de notas fiscais, embalagem dos produtos vendidos e toda a operação logística.

Para isso, tenha em mão informações sobre performance, estabilidade ou funcionalidades que precisarão ser testadas.

No caso de performance e estabilidade, você submeterá o ambiente a um pico de atividade, onde o objetivo é ver o limite da infraestrutura montada. Já no caso da funcionalidade, o objetivo é saber se tudo está funcionando de acordo com o que foi especificado.

Tenha bem definido o desenho da arquitetura do ambiente, os componentes que fazem parte desta arquitetura (rede, servidores, aplicação e usuários), produtos e aplicações que serão testadas, se a carga na qual o ambiente foi montado deverá atender as demandas e, o mais importante: a quantidade estimada de usuários que vão acessar este ambiente na Black Friday.

 

  • Verifique os serviços de suporte

Cheque com a plataforma quais os serviços de suporte que os fornecedores vão praticar no dia “D”. Geralmente, quem fornece infraestrutura e datacenter cria força-tarefa com uma equipe especial que fica 24 horas à disposição, porque sabem que nesse dia tudo vai ter utilização bem superior à média. Vale a pena verificar com seus fornecedores quais são os planos para suportar o pico de atividade na Black Friday.

É importante contar com uma capacidade maior de processamento e memória do datacenter, exclusivamente para a data. O objetivo é evitar que o serviço pare ao chegar no limite, descartando os pedidos que não consiga processar. Essa condição é denominada “on demand”, criada para situações nas quais o lojista sabe que vai ter um pico de vendas.

 

  • Invista em uma análise de transação robusta

Utilize um processador de pagamentos que realize uma excelente análise de todas as transações corretamente.  Com o aumento das vendas no seu site, mais análises de transações serão necessárias e alguns serviços de análise de risco do tipo automática, feita por software, podem bloquear transações legítimas em função de inconsistências no sistema. E como nessa época o número de transações é maior, o risco de bloqueio de transação também aumenta.

É recomendável que sua empresa tenha uma equipe focada em verificar a legitimidade das transações. Talvez seja necessário repensar a forma como as transações são analisadas para que não as vendas não sejam perdidas e nem sejam vítimas de golpes.

 

  • Conheça a capacidade de seu ambiente

Por fim, tenha em mente que você precisa saber exatamente o quanto seu ambiente consegue escalar. É possível traçar estratégias de acordo com seu nível de escalabilidade, evitando picos repentinos. Uma outra possibilidade é distribuir a campanha ao longo do mês, em vez de apostar tudo em um único dia e deixar os clientes a ver navios.

 

Não se esqueça: este é um trabalho constante que envolve ações estruturadas que devem ser programadas ao longo de 12 meses. Caso contrário, fica a lacuna que pode ser ocupada pelo concorrente, que se preparou antes de você. Nós podemos ajudar a sua empresa a fazer isso. Consulte-nos!

 

Alexis Rockenbach

 

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Um estudo do Gartner apontou que, até 2020, teremos mais de 25 bilhões de dispositivos e objetos conectados à internet. Isso significa que em três anos – sim, são apenas três anos – as empresas terão à disposição, a partir de qualquer dispositivo e sempre que for necessário, informações de qualidade sobre tendências de mercado, processos organizacionais e comportamento de consumo do cliente, entre muitos outros dados importantes para a tomada de decisão. Significa também que vamos ter uma melhor oferta de produtos e serviços aderentes às demandas cada vez mais específicas do consumidor.

Nos últimos anos, a tecnologia transformou a forma como as pessoas se relacionam, como fazem negócios e como vivem a vida de modo geral. Deixamos de depender da área de informática para manter sistemas e equipamentos funcionando e passamos a ter uma rotina altamente tecnológica, com diversos dispositivos conectados de forma totalmente inovadora. Passamos a viver então a era da terceira plataforma de TI, regida por quatro importantes pilares:

  • cloud computing

  • mobilidade

  • big data analytics

  • social business

 

A importância dos aceleradores de inovação na terceira plataforma de TI

Você certamente já ouviu falar sobre os aceleradores de inovação. São práticas inovadoras que estão nos levando para o caminho da terceira plataforma de TI e promovendo a transformação digital, como internet das coisas, machine learning, impressão 3D, realidade virtual e aumentada e robótica, entre outras.

A maioria dos brasileiros que moram nas grandes capitais já vivenciaram experiências propiciadas pelos aceleradores de inovação e nem se deram conta de que estavam fazendo parte de uma transformação digital.

Você já parou para pensar como esse cenário vem ocorrendo em pequenas pílulas ao longo do dia?

Podemos citar exemplos de empresas que se desenvolveram dentro da terceira plataforma de TI, como o Nubank ou o Netflix. Porém, todas estão percebendo que precisam se apoiar na terceira plataforma para acompanhar as grandes mudanças exigidas pela transformação digital. São evoluções simples, mas que levam à redução de custos e a maior satisfação dos clientes.

Por exemplo, os escritórios de arquitetura estão deixando de usar um portfólio impresso com os projetos e apresentando os trabalhos por meio de um cardboard com QR code. Com a ajuda de aplicativos avançados de realidade virtual, eles conseguem apresentar suas ideias de maneira prática e com muito mais recursos do que um simples papel. Como se vê, realidade virtual não é coisa de gamer, nem de ficção científica. É uma solução de negócio tangível e real que ocorre a todo momento.

 

Transformações que enfrentam resistências

Embora todos esperem que a área de TI lidere mudanças, na prática não é assim que tudo acontece. Historicamente, a área de TI não foi estruturada para passar por grandes transformações – embora qualquer evolução passe por ela.

Quando a TI surgiu, na década de 60, seu papel era automatizar processos, garantindo velocidade às contas a pagar, a receber, almoxarifado e etc. Foi algo planejado para ser executado sempre do mesmo jeito, para ser ágil e consistente. No entanto, essa fase acabou e a área de TI precisa compreender o seu novo momento.

Hoje, no mundo em transformação, a área de TI é que tem que suportar a mudança. Sabemos o quanto é difícil virar a chave, pois trata-se de uma questão cultural. É preciso que as empresas compreendam a importância de se investir nas novas tecnologias para acompanhar um movimento que não tem mais volta. Pense nisso!

 

uoldiveo - Dicas para tirar os projetos do papel e cumprir os prazos

3 dicas para tirar os projetos do papel e cumprir os prazos

Projeto em TI é uma atividade crítica recorrente, assim como os seus requisitos: as necessidades são urgentes, os cronogramas são apertados e as expectativas do cliente estão lá em cima. O ponto é que mesmo com todo o empenho das equipes, ao longo das semanas, é possível observar que os projetos não saem do papel da forma idealizada e, pior, com prazos completamente estourados.

Mas como evitar os motivos que levam ao caos tantos projetos de TI?

1 – Tenha claro o escopo contratado

O primeiro e mais típico dos motivos que levam ao caos são os mal-entendidos com relação ao que o cliente deseja versus o que ele contratou, considerando a capacidade de entrega do fornecedor. O entendimento do projeto é fundamental e vai determinar o seu sucesso ou fracasso. Você realmente entendeu a necessidade do cliente e o escopo que foi contratado? Você possui recursos suficientes para cumprir a proposta?

Pode parecer óbvio, porém é primordial avaliar o contrato assinado pela área comercial. A situação é mais comum do que se imagina, sobretudo em empresas de pequeno e médio portes. E em muitas empresas grandes que não possuem tanta maturidade em TI, o que é comum em setores como saúde, agricultura, construção civil, entre outras.

2 – Planeje a contratação dos recursos

Apresente um cronograma viável frente à complexidade do projeto. Em muitos casos, os projetos já começam atribulados porque não foram avaliados os recursos necessários para as tarefas. Além disso, não há tempo hábil para contratações ou treinamentos. Ou seja: não há recursos disponíveis dentro de casa.

Esse cenário conturbado dá origem a outras grandes dificuldades que atrapalham os cronogramas e tiram o sono dos gerentes de projeto, como por exemplo a má comunicação.

3 – Defina bem o papel do gerente de projetos

Podemos dizer que o gerente desempenha uma função que vai além de escriba. É ele quem vai realizar a documentação do projeto e registrar todos os passos necessários para concretizar uma tarefa dentro de um modelo de segurança, pontuando os prazos, negociando possíveis atrasos e fazendo novos acordos. O gerente de projetos precisa ser alguém com capacidade de comunicação com todos os envolvidos – tanto stakeholders quanto sua própria equipe – garantindo que o projeto flua dentro do esperado.

Vale lembrar que a capacidade de negociação do gerente é um dos grandes desafios para o cumprimento dos prazos. Quem nunca se deparou com “brigas” via e-mail com inúmeras pessoas copiadas, com réplicas e tréplicas de acusações, normalmente com o assunto se desviando do foco inicial? Além de ser uma situação vexatória, demonstra a falta de sensibilidade do gerente em avaliar a proposta técnica e estudar com sua equipe antes de conversar com cliente.

A importância de manter o cronograma em dia

Cumprir prazos significa manter o cliente satisfeito e se comprometer com ele, mas para tal é preciso fazer cálculos dentro do universo de trabalho disponível. Muitas vezes, a área comercial faz propostas audaciosas e a área técnica precisa correr para entregar, faça chuva ou faça sol. Isso não é saudável e qualquer erro pode comprometer o relacionamento com o cliente.

Outro ponto é a famosa definição de prioridades: ninguém quer ouvir que tal item em um projeto é mais importante do que outro. Porém, é preciso saber a hora de negociar prazos, pois nem sempre é possível dar vazão a todas as tarefas simultaneamente.

Por fim, entregar um projeto dentro do prazo e com todas as exigências do contrato exige uma comunicação bastante alinhada entre toda a equipe, além de muito jogo de cintura para negociação de cronogramas. Não se engane: os recursos são sempre limitados e quanto mais clareza você conseguir estabelecer em um projeto, melhor para todos.

 

Luis Francisco Felizola Soares

Gestão na nuvem: ainda um desafio para o CIO

Gestão na nuvem: ainda um desafio para o CIO

A área de tecnologia da informação vem passando por uma importante transformação nos últimos anos: os CIOs estão deixando de realizar investimentos altos em máquinas e capacitação técnica para apostarem na contratação de tecnologias como serviços, como por exemplo o SaaS, PaaS e IaaS.

Neste ponto, a cloud computing torna-se a bola da vez, já que as empresas precisam cada vez mais de flexibilidade, escalabilidade e mobilidade para alavancarem os seus negócios.

Até aí tudo seguindo o ritmo natural. Porém, o ponto que vem tirando o sono de muitos gestores começa depois dessa etapa. Agora que o datacenter e as aplicações já estão na nuvem como fica a gestão desses serviços?

Quando uma empresa reduz boa parte da infraestrutura física e migra para a nuvem, ela está em busca de escalabilidade e flexibilidade, mas precisa continuar tendo o controle do que está acontecendo com seus dados.

Muitos gestores de TI estão se perdendo no processo de digitalização dos negócios.

Não adianta investir em transformação digital se não conseguir gerir de forma eficiente o ambiente.

Mas cabe à TI controlar isso sozinha?

 

Busque um parceiro para ajudar no processo de gestão da nuvem

Planejar e gerenciar a infraestrutura de TI é um passo fundamental para ter sucesso na estratégia de migração para a nuvem, principalmente quando se fala de negócios digitais.

Por isso, mais do que nunca, o profissional de TI deve estar focado na evolução do negócio e não apenas acompanhar a performance das “luzinhas” dos sistemas.

O melhor a fazer nesse caso é contar com o apoio de um parceiro como o UOL DIVEO, por exemplo, que vai ajudá-lo a gerir seus sistemas e aplicações em cloud. Isso é essencial para ter a orquestração dos ativos e serviços da empresa de modo estratégico, olhando a TI como um todo.

A digitalização do negócio é um caminho sem volta. Portanto, não adianta partir para essa jornada, se não consegue gerir de forma eficiente os recursos na nuvem. Isso vai ocasionar estouro no orçamento e uma série de outros problemas relacionados à infraestrutura de TI.

O UOL DIVEO é um player agnóstico, que trabalha com todas as nuvens públicas e também com a nuvem privada. Assim, está pronto para apoiar o cliente para qualquer caminho que ele decida seguir.

Portanto, deixe de perder noites de sono tentando resolver sozinho a gestão dos ativos na nuvem. Busque o apoio de um especialista para ajudar a solucionar essa questão.

 

Rodrigo Balleroni