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A competitividade do seu negócio passa pelo Cloud Computing

Um dos temas preferidos entre os C-levels e tomadores de decisão é a limitação que as empresas brasileiras enfrentam para se tornarem competitivas. Normalmente, os problemas mais críticos apontados são os impostos elevados, burocracia excessiva e os atrasos logísticos.

Porém, além desses fatores, há aspectos internos que limitam a competitividade corporativa. O maior componente de variabilidade de desempenho dentro das companhias está dentro delas mesmas.

De acordo com estudos realizados por Nicholas Bloom, de Stanford, e John Van Reenan, da London School of Economics, envolvendo 10 mil empresas de 20 países, companhias de países emergentes como o Brasil usam menos práticas de gestão quando comparadas a empresas de países desenvolvidos ou a multinacionais que atuam em países emergentes.

O mesmos estudos comprovam que o uso das práticas de gestão está diretamente relacionado ao desempenho financeiro maior. E há de se levar em consideração que as empresas brasileiras ficam com uma desvantagem competitiva significativa quando disputam espaço com multinacionais ou mesmo com produtos importados.

Por conta disso, as empresas mais competitivas buscam se informar melhor como o cloud computing deve funcionar como um novo motor para o crescimento do negócio. Isso porque, ao eliminar as tradicionais restrições de TI (limitação de recursos, processos manuais e capacidade limitada de ganhar escala), a computação em nuvem abre caminho para que a empresa busque crescimento e inovação.

 

Veja por que:

Mais flexibilidade com relação aos custos

Quem prefere contar com a estrutura física projeta a demanda que o negócio precisará atender e disponibiliza recursos para atendê-la. Mas a sazonalidade ou oscilação da economia fazem com que a infraestrutura disponível normalmente seja acima da necessidade do negócio.

Como resultado, gasta-se muito mais com hardware, energia, equipe técnica, espaço, entre outras questões.

Com nuvem, o pagamento é por consumo, ou seja, somente se paga por aquilo que efetivamente está sendo usado. Desta forma, instabilidades na economia ou momentos de sazonalidades permitem que se reduza o uso de infraestrutura e consequentemente o valor desembolsado.

 

Aumento de receita

Um levantamento da IDC Brasil apontou que, mesmo em um cenário econômico recessivo, o segmento de computação em nuvem deverá movimentar cerca de R$ 890 milhões em 2017, o que representa um avanço de 20% em relação ao ano anterior.

Hoje, cerca de 80% das organizações no país preferem cloud computing devido à economia e inovação que o serviço oferece. Dentre as empresas pesquisadas, 10,4% tiveram aumento nas receitas após aderirem à nuvem e houve cerca de 77% de redução em relação aos custos de TI.

 

Mais competitividade

Globalmente, o Brasil também está amadurecendo. De acordo com a Asia Cloud Computing Association (ACCA), o País está em 8º no ranking de nações com melhores ofertas de computação em nuvem.

Empresas de todos os portes e com atuação em diversos segmentos estão se beneficiando da cloud computing para ganhar competitividade, aumentar suas capacidades e, sobretudo, diminuir custos.

E esse é apenas o começo. A cloud computing pode oferecer muito mais do que apenas eficiência. A nuvem proporcionará às empresas a chance de obter cada vez mais dados para melhores decisões, além de aumentar a colaboração entre funcionários e, consequentemente, oferecer um serviço de mais qualidade aos clientes.

 

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