Arquitetura em Micro serviços uma nova abordagem para aplicações.

Com a evolução rápida da tecnologia e a transformação digital, as áreas de negócio passaram a exigir maior velocidade na área de TI. A lógica das aplicações determinadas pela abordagem das “3” camadas “back-end”, “negócios” e a interface de “front-end” está passando por uma nova revisão. Essa revisão que chamo de nova abordagem são que as aplicações construídas pelos desenvolvedores estão sendo construídas e distribuídas para a nuvem, impulsionado pela direção do negócio.

A abordagem atual dos negócios são:

 

  • Aplicação deve ser construída e operar em serviços de escala, a fim de atingir a todos em todos os lugares que requisitado pelo negócio.
  • Recursos devem ser capazes de responder às demandas, assim como, a capacidade deve suportar as solicitações de muito clientes. J
  • Utilização de recursos de forma a produzir reduções de custos devido a inteligência da aplicação.

 

A realidade dos negócios apresenta aos desenvolvedores a adotar um modelo de arquitetura chamada de “Micro serviços” termo popularizado James Lewis e Martin Fowler (http://martinfowler.com/articles/microservices.html)

Para entendermos a nova abordagem é necessário compreender a evolução da TI pela ótica do desenvolvimento de aplicações. Você já deve ter ouvido de muitas empresas que para crescer basta inserir mais hardware para aplicação suportar, e isso foi por muitas décadas a realidade da gestão de TI nas empresas, pois a  aplicação neste momento seria orientada pelo back-end devido a ineficiência e limitação da infraestrutura que criava uma forte dependência (acoplamento) entre os serviços de aplicação, isto é, componentes não relacionados dentro das camadas. Por anos essa abordagem que chamamos de “aplicação monolítica” conseguia entregar de forma ágil a entrega de hardware a velocidade que o negócio requisitava, mesmo hoje, ainda existam aplicações com essa abordagem e não devem ser descartas devido aos requisitos de negócio.

Com a evolução da TI para o cloud computing e com isso os requisitos de agilidade, confiabilidade e escala do negócio promoveu ao desenvolvimento  de aplicações o rompimento das limitações de hardware no passado. O micro serviço é um conjunto finito de requisito funcionais que determinado pela arquitetura possa trazer independência, agilidade e funcionalidades que ora separadas possam unificar e implementar uma única função. Ao contrário da aplicação monolítica, que promovem abundância de recursos de infraestrutura, as aplicações em micro serviços promove inteligência ao sabiamente realocar recursos e serviços para as determinadas tarefas cotidianas do negócio.

Enfim, com a mudança do modelo monolítico para o micro serviços muda bastante a velocidade no nosso modo de pensar. Agora podemos ter equipes especializadas naquele conjunto de funcionalidades de negócio, que passarão a tratar o serviço não como um mero componente, mas sim um produto, com ciclo de vida independente, escalável e mais próximo do negócio.

 

Abs.

Luiz Eduardo.

Luiz Eduardo Severino

Com mais de 10 anos de experiência em vendas e marketing direto, Luiz Eduardo é Bacharel em Economia pela PUC de São Paulo, com MBA em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi e especializações nas áreas de gestão de projeto, design, marketing digital, social media, inbound marketing, webmetrics e web.