Criatividade empírica: como ela influencia os resultados da sua empresa?

Criatividade empírica: como ela influencia os resultados da sua empresa?

Quantas vezes você se sentiu motivado por uma ideia inovadora e apostou de olhos fechados, sem fazer uma análise minuciosa de como e do quanto sua ideia traria de retorno para sua companhia? Quantas vezes você foi tomado pela empolgação e considerou uma iniciativa viável, mas depois percebeu que ela não fazia sentido por não ser aderente ao trabalho das pessoas às quais se destinava?

Essa é uma situação bastante comum dentro das empresas, que no afã de criar novos produtos e serviços, pulam etapas importantes no processo de inovação. E muitas delas não conseguem nem mesmo perceber quando é hora de parar / corrigir / substituir / desistir.

 

Criatividade empírica no processo de inovação

Criatividade empírica é apostar em iniciativas com base em evidências, não simplesmente na loucura ou no sonho. Assim definiu Jim Collins, especialista em gestão de empresas, liderança e sustentabilidade empresarial.

Para ter sucesso, é preciso descobrir meios para validar instintos criativos com base em experiências. É possível fazer isso com experimentos práticos e tomada de decisões com base em provas, não apenas considerando opiniões ou suposições.

Ser mais empírico significa unir a criatividade e simultaneamente conduzir experimentos práticos, envolvendo-se com as evidências. Dessa forma, é possível realizar movimentos ousados, criativos e minimizar riscos.

Segundo o guru, uma ideia de negócio que pratique a criatividade empírica tem chances maiores de dar certo.

 

Quando usar a bala de canhão

A inovação deve ser tratada como um processo constante de experimentação, inclusive suscetível a erros – que devem ser utilizados como componente de estudo para correções de rotas. Desta forma, é possível observar resultados e a partir disso, tomar decisões.

Uma dica é sempre disparar tiros de baixo calibre antes de uma bala de canhão. Muitas empresas que não experimentam disparam balas de canhão completamente descalibradas e falham em suas empreitadas. Pior ainda quando este é o único recurso que se tem naquele momento. Ou seja, é prejuízo na certa!

Por isso, o melhor caminho é utilizar a experimentação para ver os resultados e a partir deles. Quando você acertar o tiro menor e se sentir preparado, sua empresa poderá lançar aquele produto ou serviço e até mesmo fazer uma transformação, com base nas suas experiências.

 

A melhor amiga da criatividade empírica

As empresas que se destacam quando o assunto é inovação combinam duas características fundamentais: criatividade empírica e disciplina.

Segundo Collins, os líderes que mais têm resultados não são aqueles que correm mais riscos, ou que se mostram mais visionários ou com mais criatividade. Eles são, na verdade, os mais disciplinados, porém empíricos no modo de fazer as coisas.

Vale lembrar que disciplina não tem nada a ver com burocracia, e também não deve ser confundida com conformidade. A verdadeira disciplina é resultado da clareza de propósitos e de ter certeza do que é importante e de que nada vai nos tirar do caminho.

Resumindo, para que seu processo de inovação seja bem-sucedido, esteja atento ao princípio de criatividade empírica: valide seus instintos criativos, tome decisões com base em provas e teste possibilidades. Com isso em mente, tenha certeza que sua ideia tem tudo para dar certo.

 

Por que experimentar é tão importante em projetos complexos?

Por que experimentar é tão importante em projetos complexos?

O projeto é grande, envolve muitos colaboradores e exige resultados rápidos e assertivos. Porém, no meio do caminho, surgem uma série de percalços: informações desalinhadas, prazos postergados e outras dificuldades. Tudo foi ocasionado por algum erro, certo? E o que fazer para aprender com ele?

Qualquer aprendizagem é resultado de uma experiência e cada ser humano constrói seu próprio conhecimento – já dizia o psicólogo e filósofo suíço Jean Piaget. Neste processo, o experimento e o erro são componentes de fundamental importância.

 

Experimento e inovação caminhando de mãos dadas

Todo processo de inovação necessariamente demanda experimentação e validação de novas possibilidades. Está relacionado ao estudo da viabilidade deste experimento, verificando-se na prática se aquilo que se mostrava uma ideia inovadora e interessante se traduz em resultados.

Uma ideia fantástica em tese pode não ter tanto potencial para se materializar por conta de fatores diversos, como por exemplo, dificuldades técnicas e culturais das pessoas que pensaram aquela ação ou até mesmo dos seus destinatários. Sua prática é importante para que, a partir de estudos e análises, seja possível obter uma amostra da sua viabilidade dentro do negócio, e assim identificar se ela é aderente e relevante para a companhia. Por isso, dentro da área de inovação, o ideal não é pensar em projetos, mas sim em experimentos.

 

O erro como componente importante do aprendizado

Piaget disse também que as crianças estão constantemente testando suas teorias próprias sobre o mundo. Ao tomar uma ação errada, a criança precisa saber que errou e porque aquilo é considerado erro. Assim, as informações dotadas de sentido serão internalizadas e os erros não voltarão a se repetir, pois afinal, ocorreu um aprendizado.

As empresas também necessitam testar suas próprias teorias sobre o mercado em que atuam, sobretudo em tempos de transformação digital onde todos atuam em busca de inovação. É importante que sejamos capazes de captar rapidamente uma decisão equivocada, e não há problema nenhum em voltar atrás e deixar de lado o trabalho realizado até ali. Esta é uma etapa da experimentação, que certamente levará ao sucesso com correções de rota realizadas no tempo certo.

 

A necessidade da autocrítica dos conceitos

O processo de inovação é composto por diversos passos, estudos e análises – com a finalidade de identificar necessidades sobre como e onde é necessário inovar. Portanto, a inovação acaba por se tornar o resultado de um trabalho elaborado, não proveniente apenas de pura inspiração.

Por isso, as empresas precisam levar em consideração que é fundamental fazer uma autocrítica de cada conceito, e não insistir indefinidamente em uma ação supostamente inovadora. Toda iniciativa necessita de consistência e, muitas vezes, a vaidade ou os objetivos focados em causas próprias podem levar gestores e tomadores de decisão a terem dificuldades em desapegar de conceitos que não correspondem a resultados mensuráveis.

 

Mudar para que se vença as dificuldades

Inovação é um processo evolutivo.

Consta que Thomas Edison, após ter sido intimado pelo seu patrocinador a interromper uma de suas experiências disse: “por que desistir agora, se já sabemos muitos modos de como não fazer uma lâmpada? Estamos hoje mais próximos de saber como fazer uma lâmpada que antes!” Sim, errar é a possibilidade de acertar na próxima tentativa.

Diríamos que o erro bom é aquele que nos abre alternativas. Seja capaz de dar um passo para trás, mirar na direção certa para, em seguida, dar dois passos para frente.

Esse processo é contínuo e também necessita de persistência. É preciso haver uma zona de equilíbrio, pois desistir na primeira dificuldade não significa tirar proveito dos seus erros. Por isso, a dica é estar sempre atento aos resultados gerados pela sua ideia, e como eles se encaixam dentro da companhia. Eles estão aderentes às necessidades do negócio? Possuem aceitação dos colaboradores ou clientes aos quais se destinam? Estão dentro do budget proposto? Seus resultados caminham para justificar a ideia? Analise e siga em frente, errando ou não. Afinal, é errando que se inova.

 

8 lições de Jim Collins

8 lições de Jim Collins para inovar nos negócios

“A inovação tem um papel significativo no desempenho das empresas, mas não da maneira esperada. Quem tem mais patentes não é necessariamente o mais bem-sucedido”.

 

Esta frase de Jim Collins, um dos maiores especialistas do mundo em gestão de empresas, liderança e sustentabilidade empresarial, coloca em questão a forma como as empresas lidam com a inovação. Segundo o guru, as melhores empresas têm a capacidade de dar escala a novos produtos, fazer os melhores ajustes e transformar uma pequena inovação num grande negócio.

Ao longo do caminho, ele escreveu seis bestsellers que, juntos, venderam mais de 10 milhões de cópias e foram traduzidos para 35 idiomas. Entre eles, estão títulos já considerados clássicos de negócios, como Empresas feitas para vencer, Feitas para durar e Como as gigantes caem.

Quando era professor da Stanford Graduate School of Business, a escola de negócios da Stanford University, Collins começou a se interessar pelo que estava por trás das melhores companhias do mundo: por que algumas prosperavam e outras não?

Tudo passa pela criatividade, que é algo natural e abundante. Porém, há um ponto fundamental que determina aquelas que sairão vencedoras: a disciplina. O grande desafio é fazer casar a disciplina e a criatividade, para que a disciplina não acabe por minar a criatividade. Em empresas excelentes, a questão não está apenas na inovação, mas na forma de inovar.

Para uma empresa ser bem-sucedida ao inovar, é preciso realizar tentativas suficientes, fazer ajustes ao longo do desenvolvimento da inovação e ter assertividade e foco no objetivo.

 

As lições de Jim Collins

1. “Não são as circunstâncias que causam resultados – são as pessoas”

Este é um dos aspectos mais claros da pesquisa de Collins: as circunstâncias são apenas o palco em que uma empresa está atuando. Elas representam o jeito que suas equipes trabalham – seus valores, suas escolhas, a qualidade de sua execução e a habilidade de não perder seus objetivos de vista em tempos bons ou ruins.

 

2. “A inovação por si só não é o segredo da vantagem competitiva, mas sim a capacidade de mesclar disciplina com inovação”

Enquanto a criatividade é um traço humano natural, a disciplina é aprendida. Empresas que têm sucesso nos negócios unem os dois fatores para obter resultados produtivos e escaláveis. Em outras palavras, não basta apenas inovar. É preciso ter uma forma de inovar para criar coisas novas sem perder o foco.

Uma companhia que consegue atingir esse equilíbrio é aquela que testa suas ideias suficientemente, faz ajustes ao longo do processo e mantém o foco no objetivo final, que é chegar à inovação escalável, que funcione e que se torne uma vantagem competitiva.

 

3. “Se sua companhia desaparecesse, deixaria um buraco que não poderia ser facilmente coberto por outra empresa no planeta?”

Para o autor, este é um dos traços de uma grande empresa. Mas o que isso significa? Cultura, sistemas e processos são considerados inputs de uma companhia. São algo importante que a compõe, mas que não determina sua verdadeira grandeza.

Um output é o outro lado da moeda, algo maior e que impacta o mundo externo, como por exemplo, uma performance verdadeiramente superior na indústria e que não diminui quando uma figura-chave sai de cena, mas especialmente a capacidade de ter um impacto distinto no ambiente em que atua.

É aí que entra uma espécie de teste de impacto que tem mais a ver com presença do que com porte. Collins afirma que um restaurante pode ter uma relação tão boa com seus clientes e uma presença tão grande na comunidade que, se sumisse, as pessoas sentiriam um buraco enorme.

 

4. “Criatividade empírica é apostar com base em evidências, não na loucura ou no sonho”

Para ter sucesso, não basta criar novos e maravilhosos produtos e serviços. É preciso seguir um princípio de criatividade empírica, que pode ser traduzido como a habilidade de validar instintos criativos empiricamente.

É possível fazer isso por meio de observação direta, experimentos práticos e tomada de decisões com base em provas, não apenas opiniões ou suposições. Uma ideia de negócio que pratique a criatividade empírica, validando conceitos e testando possibilidades, tem chances maiores de dar certo.

 

5. “É melhor construir um relógio que pode dizer as horas mesmo quando você não está lá”

Quando uma empresa não depende exclusivamente de um grande líder para funcionar bem, tem mais chances de sucesso. A essência é construir uma grande cultura para que a organização se torne excelente.

Para qualquer empresa grande e duradoura, o princípio é estimular o progresso mas manter um núcleo: conservar os valores, os princípios básicos e aquilo que deseja ser.

 

6. “Se não está ruim agora, é questão de tempo”

Na vida, altos e baixos são inevitáveis e é importante manter-se atento e praticar a resiliência mesmo quando o céu for de brigadeiro. Assim, quando uma crise surgir, você não será pego de surpresa e nem tomará decisões reativas ou impensadas que coloquem seu negócio em risco.

Se uma empresa estiver em uma fase razoavelmente boa, cabe à equipe responsável a disciplina de dizer: ‘temos que ter valores, temos que ter as pessoas certas, temos que ter nossas finanças em ordem, temos que entender de fato de fato e profundamente o que fazemos melhor que qualquer outro e garantir que isso seja cultivado. Não esperamos até termos um problema para nos tornarmos fortes.’

 

7. “Mantenha-se sempre irracionalmente preocupado se sua empresa não está atingindo seu potencial”

A frase pode parecer ansiosa demais, mas o exagero tem um ponto. Se você e sua equipe acharem que atingiram o ápice do sucesso ou conquistaram seu maior objetivo, podem se tornar apáticos e desatentos e certamente levarão um susto quanto o tapete for puxado, colocando tudo a perder.

Nunca pense em sua empresa como ótima, não importa o nível de sucesso.

Atingiu seu objetivo? Crie outro. Está dando tudo certo? Mantenha-se disciplinado e aproveite a oportunidade para melhorar o que for possível. Trabalhe duro, sonhe grande e tenha os olhos sempre abertos.

 

8. “Todas as organizações podem entregar resultados melhores”

Jim Collins criou um mantra para as grandes instituições: são pessoas disciplinadas que pensam disciplinadamente e tomam ações disciplinadas. A palavra-chave, naturalmente, é disciplina. É ela que passa por boa parte das sentenças em destaque nesse texto e que é capaz de melhorar resultados ou manter (e elevar) performances estelares por meio de decisões bem embasadas, do cultivo e aderência aos valores da companhia, da prática da resiliência e do estímulo ao progresso – faça chuva ou faça sol.

Para finalizar, Collins ensina que a inovação por si só não é o segredo da vantagem competitiva, mas sim a capacidade de mesclar disciplina com inovação, para que a inovação possa ser escalonada — essa é a fonte da vantagem competitiva de grandes empresas. Collins tem muito a ensinar.

 

E você, como investe em inovação na sua empresa. Que tal refletir? O UOL DIVEO pode ajudar a tornar esse processo mais fácil.

 

Como inovar com pouco budget?

Como inovar com pouco budget?

Muitos executivos atrelam projetos de inovação a algo grandioso, dependente de grandes investimentos. Em tempos de crise, quando a ordem é cortar custos e investir o mínimo possível, boa parte das empresas opta por deixar a inovação de lado e priorizar outras frentes, que garantam retorno no curto e médio prazo. Neste cenário, temos uma pergunta:

Como obter o máximo com o mínimo investimento em inovação?

Em primeiro lugar, é possível sim investir em inovação aos poucos e até mesmo conseguir tirar do papel o seu projeto, que há tempos juntava poeira na gaveta, mesmo sem investimento nenhum.

 

Existem alguns caminhos:

 

1)    Envolva seus colaboradores

Todos devem estar a par da cultura da empresa em termos de inovação e devem se sentir à vontade para dar contribuições, trazer sugestões e propor melhorias. Uma equipe engajada é sinônimo de inovação, com custo baixo. Invista em sessões de brainstorming e não hesite em pedir a opinião do seu time para solucionar alguma dificuldade.

Lembre-se que a contribuição espontânea e dedicada de todas as pessoas acontece quando os funcionários, do operador ao presidente, sentem-se parte do time, fazem o que gostam e são reconhecidos por seu trabalho.

 

2)    Proporcione um ambiente criativo

Todo ser humano tem um potencial criativo guardado dentro de si, mas muitas vezes é preciso um “empurrãozinho” para despertá-lo. Que tal fazer algo para estimular isso dentro da empresa?

Os especialistas são unânimes em dizer que a criatividade vem da liberdade e não do controle. O processo criativo leva tempo, porque é necessário amadurecimento para a ideia se desenvolver por completo. Por isso, proporcione momentos voltados para o estímulo da criatividade da sua equipe.

Treinamentos e atividades diferenciadas que estejam focados na lógica do negócio sempre são ótimas alternativas para estimular a criatividade dos profissionais.

Outro ponto importante é pensar em estratégias para tornar o ambiente mais leve e tolerante ao erro. Caso contrário, não é possível ter inovação.

 

3)    Inicie o processo de inovação aos poucos

Tenha em mente que a inovação pode nascer de uma ideia simples e sem investimentos. A inovação acontece quando existe uma combinação de conhecimento e criatividade em um ambiente favorável, mas não necessariamente ela ocorrerá de forma repentina.

As grandes ideias podem surgir aos poucos, a partir de uma construção muito mais complexa, da conexão com outras ideias que andaram por aí e que de repente se encontram e formam um sentido maior.

Caminhe aos poucos com seu processo inovador e quando menos você esperar, tudo fará sentido.

 

4)    Desenvolva novos produtos com os recursos que possui

Quando o tema é inovação, a tendência é pensar em maneiras mirabolantes para isso. No entanto, a resposta pode estar em técnicas tradicionais para conjugar as necessidades do consumidor com os produtos e os processos da organização.

O termômetro mais preciso dessas necessidades está entre os profissionais que trabalham nas áreas de marketing e vendas, uma vez que eles estão mais perto dos clientes e mais atentos aos movimentos dos concorrentes.

Outras duas áreas que frequentemente lideram a inovação são design e engenharia de produto, pela análise de valor e introdução de novos materiais e tecnologias. Depois que o novo produto é definido, é preciso estabelecer um processo para sua produção e venda.

 

Resumindo, ser inovador não significa ter um budget significativo para tal. Em inovação, mais vale uma estratégia bem estruturada do que investimentos substanciais que não são aplicados da melhor maneira.

 

Você se identificou com o problema do budget? Quer discutir mais o assunto para a sua empresa? Entre em contato com o UOLDIVEO e saiba como podemos ajudá-lo.

 

Não se engane: inovação é um projeto de toda a corporação

Não se engane: inovação é um projeto de toda a corporação

O mundo está em transformação constante e a inovação é a palavra de ordem em dez entre dez empresas. Muitos líderes imaginam que o caminho para isso é criar um setor específico para esta finalidade, com objetivo de acompanhar o mercado, definir as inovações, priorizá-las, elaborar projetos e promover as implantações. Mas o caminho é outro.

Você já se perguntou por que em muitos casos a inovação não ocorre, mesmo com um departamento inteiro destinado a isso?

Em primeiro lugar, a inovação não está relacionada a um setor específico. Ela está ligada a uma cultura que deve ser disseminada entre toda a corporação, desde os colaboradores com funções operacionais até os C-levels. Significa desenvolver um trabalho de convencimento de toda a companhia para que todos sejam livres para contribuir com ideias, opiniões e feedbacks.

É a escolha pela inovação como prioridade.

 

Inovação em todos os lugares

Se a inovação é tão positiva, por que ela estaria em só um lugar? Por que ela estaria em apenas alguns departamentos da sua empresa? E por que apenas alguns funcionários estariam aptos a ter grandes ideias, se todos os seres humanos são dotados de inteligência?

Cada colaborador tem uma formação, experiências e formas de pensar. Não há nada mais produtivo e enriquecedor para um processo de inovação do que a diversidade de ideias. Com essas perspectivas diferenciadas, é possível considerar uma infinidade de referências e desenvolver alternativas que sejam úteis a públicos completamente diversos. Isso é o que enriquece o processo e torna as inovações mais sólidas.

Quando a equipe participa do processo de inovação, todos percebem o quanto é importante criar soluções novas para problemas antigos. Todos têm a mesma oportunidade de ter ideias valorizadas e reconhecidas, o que cria um ambiente propício a inovação e motivação para o trabalho. Cada um se sente livre para pensar em uma nova forma de solucionar um dilema ou simplesmente propor uma melhoria – por menor que seja.

 

A responsabilidade dos líderes

Toda mudança de cultura está diretamente ligada ao exemplo que os líderes e gestores costumam disseminar na companhia. A mentalidade de cada um deles dá o tom de como a equipe aceitará os direcionamentos ou propiciará contribuições, estejam eles relacionados à inovação ou não.

É fundamental trabalhar pela propagação da cultura da inovação e do quanto isso é fundamental para todos. Inovar é uma atitude que está dentro de cada um, mas o estímulo precisa partir dos líderes. Da mesma forma que um budget importante para inovação que não foi aprovado pode gerar frustração, uma reação conservadora diante de uma nova proposição pode repelir ideias futuras. Por esse motivo, o líder deve estar atento a seu comportamento com relação à inovação dentro sua equipe, nos mínimos detalhes.

Vale lembrar que os colaboradores estão na linha de frente. Certamente eles enfrentam muitas dificuldades e podem ter propostas interessantes para solucioná-las. Além disso, muitas vezes, o trabalhador percebe questões que ninguém havia notado. Tem situação melhor para que ocorra o fenômeno da inovação?

 

Inovação deve ser o mote de todos

Os líderes têm muito a aprender com o time, e vice-versa. Independentemente do cargo ou formação, todos devem valorizar o potencial existente em cada profissional e entender que a empresa inteira pode ser beneficiada por ideias bem estruturadas.

Se você escolheu a inovação como prioridade, pense nisso!

 

BYOD e Cloud Computing: a combinação perfeita

BYOD e Cloud Computing: a combinação perfeita

Um fenômeno chamado BYOD (Bring Your Own Devices) chegou de mansinho na rotina das empresas e agora se mostra como um movimento sem volta. É praticamente impossível impedir que um funcionário deixe de usar seu dispositivo móvel no ambiente de trabalho.

Em partes, esse fenômeno vem ocorrendo porque, há dez anos, os colaboradores tinham o melhor da tecnologia disponibilizado pelas próprias empresas. Atualmente, observa-se exatamente o contrário. Os dispositivos voltados para o consumidor avançam rapidamente e as substituições de equipamento são frequentes, sempre na busca por equipamentos mais modernos, ágeis e com melhor desempenho.

 

Uma companheira inseparável chamada cloud computing

Acompanhando a tendência de BYOD, não podemos esquecer a sua melhor amiga: a cloud computing. A combinação dessas duas tendências está transformando os ambientes de trabalho dentro das organizações, que pouco a pouco vêm adaptando suas aplicações à essa nova realidade.

Segundo uma pesquisa da CipherCloud, 86% das aplicações em cloud utilizadas no ambiente de trabalho não foram autorizadas. Isso significa que o setor de tecnologia da informação perdeu o controle sobre as aplicações que são utilizadas dentro das empresas. Em poder de seus próprios dispositivos, os funcionários podem simplesmente ter acesso aos serviços em poucos minutos. Talvez alguns departamentos de TI de empresas mais ortodoxas até gostariam de bloqueá-las, porém isso já faz parte da vida corporativa.

 

Segurança em tempos de BYOD

A preocupação com segurança dentro das empresas é fator crítico. A previsão é que até 2020, 60% dos funcionários das empresas utilizem seus próprios smartphones para atividades relacionadas ao trabalho, enquanto a utilização da nuvem pública para fins de armazenagem de informações deve ter um crescimento na faixa de 50% ainda neste ano.

Esse é o maior dilema quando o tema é a utilização de dispositivos móveis no trabalho. Os equipamentos pessoais que têm acesso à rede corporativa são vistos como pontos de acesso fáceis por invasores e, por isso, são considerados o ponto mais vulnerável da empresa. É possível garantir que os dispositivos corporativos tenham os recursos necessários para garantir a segurança durante os acessos à rede; no entanto, a empresa perde o controle se o colaborador utiliza seus próprios dispositivos.

Para isso, a computação em nuvem é a solução mais adequada para o processamento e o armazenamento de dados. Se eles ocorrem fora dos dispositivos móveis e é feito todo na nuvem, a segurança de acesso está garantida somente a quem a informação for importante.

 

Gestão de dispositivos móveis

É importante também pensar na adoção de tecnologia de nuvem para realizar a gestão de dispositivos móveis, com objetivo de garantir a segurança. Existem ferramentas, por exemplo, que possibilitam aos colaboradores formatarem seus dispositivos perdidos ou roubados, para garantir que as informações sensíveis não sejam acessadas por pessoas de fora da organização. Essa é apenas uma possibilidade, entre tantas existentes.

Outro ponto é que, com os aparelhos pessoais, os funcionários podem se descuidar e conectá-los a redes WiFi abertas, partindo do pressuposto que essas redes são seguras. Podem ainda usar aplicativos e serviços que já conhecem por causa do uso pessoal para o trabalho, o que não é recomendado. O ideal é que a empresa dê alternativas corporativas para que os colaboradores entendam que as regras existem.

 

Como utilizar a favor do negócio

As companhias precisam encontrar formas de utilizar as novas tecnologias, que vieram para ficar, a favor do negócio. Já que a computação em nuvem, juntamente com o BYOD, passaram a ser companheiras inseparáveis, em vez de nadar contra a maré, aposte em tecnologias capazes de reduzir as vulnerabilidades para lidar com essa transformação. Se você já percebeu os impactos do BYOD na sua empresa, experimente ficar atento às últimas tendências dessa prática e aproveite o que há de positivo por trás dela.

 

Saiba porque a carreira de cientista de dados é considerada a profissão do futuro

Saiba porque a carreira de cientista de dados é considerada a profissão do futuro

Você provavelmente já deve ter clicado naquele recurso do LinkedIn “Pessoas que talvez você conheça”, correto? O que talvez seja uma novidade é que um simples link como aquele atingiu uma taxa de cliques 30% maior do que a registrada por outros recursos que direcionavam o usuário para outras páginas do site. Gerou milhões de pageviews e foi decisivo para crescimento da maior rede social de profissionais do mundo.

Essas e outras descobertas são atribuídas a um novo perfil de profissional: o cientista de dados,  uma atividade que vem crescendo a passos largos no mundo inteiro, sobretudo graças a conceitos como Big Data e Ciência de Dados. Muitos profissionais estão atentos a esse movimento e buscam entender como aproveitar o conhecimento que já possuem para se enveredar nesta carreira, que vem dominando o cenário de contratações nos Estados Unidos e Europa.

Quais são as habilidades imprescindíveis ao cientista de dados. E quais os conhecimentos que fazem dele um profissional tão procurado?

 

Quem são eles?

Esses profissionais, em sua maioria, começaram suas carreiras como estatísticos ou analistas de dados. Mas conforme o Big Data (e as tecnologias como o Hadoop) começaram a crescer e evoluir, esses papéis também se transformaram. Os dados passaram a exigir análise, curiosidade criativa e um talento especial para traduzir ideias de alta tecnologia em novas maneiras de obter lucro.

O cientista de dados também tem origens acadêmicas. Há alguns anos, as universidades começaram a reconhecer que os empregadores queriam programadores e pessoas que tivessem espírito de equipe. Os professores ajustaram suas aulas para acomodar isso – e alguns programas, como o Institute for Advanced Analytics, na North Carolina State University, preparam-se para produzir a próxima geração de cientistas de dados. Existem hoje mais de 60 programas semelhantes em universidades nos EUA.

 

O mercado de trabalho

A função de cientista de dados é uma das mais requisitadas no mercado de trabalho. Segundo pesquisa realizada pela Michael Page, esses profissionais estarão entre os mais procurados no segmento de TI nos próximos dois anos.

Outro levantamento, do site norte-americano CareerCast, especializado em carreiras e emprego, colocou a profissão como uma das cinco mais promissoras de 2017. O Fórum Econômico Mundial também considerou a profissão como uma das carreiras mais relevantes.

Mas apesar de tanta empolgação, segundo a revista Harvard Business Review, a profissão cientista de dados está em alta, mas ainda é rara no Brasil. Isso porque não é simples encontrar profissionais que atendam aos três principais conhecimentos exigidos aos profissionais: conhecimentos de programação, estatística/matemática e visão de negócios.

 

Quando contratar um cientista de dados?

A essa altura você pode estar se questionando se a sua empresa precisa de um cientista de dados.

As organizações que realmente precisam desse profissional têm duas coisas em comum: gerenciam enormes quantidades de dados e enfrentam questões importantes diariamente.

Portanto, para responder a essa pergunta é importante refletir sobre alguns pontos:

  •      Qual a importância da análise dos dados para o seu negócio?
  •      Sua empresa tem um ambiente que suporta o uso de analytics?
  •      Os dados são transformados em insights para transformar o negócio?

Não há dúvidas sobre a capacidade da ciência de dados em transformar indústrias e modelos de negócios tradicionais. O conceito de machine learning é um bom exemplo de aplicação, pois permite prever problemas futuros ao usar algorítimos e análise de padrões de dados para identificar e indicar soluções efetivas para problemas de negócios.

Mas é preciso se certificar de que a companhia realmente tem a mentalidade preparada para fazer algumas mudanças e está focada no processo de inovação. Caso contrário, o investimento não fará o menor sentido.

Sendo assim, analise o planejamento estratégico do seu negócio e considere a contratação desse profissional, se a meta da sua empresa for crescer com base na transformação digital.

 

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Um estudo do Gartner apontou que, até 2020, teremos mais de 25 bilhões de dispositivos e objetos conectados à internet. Isso significa que em três anos – sim, são apenas três anos – as empresas terão à disposição, a partir de qualquer dispositivo e sempre que for necessário, informações de qualidade sobre tendências de mercado, processos organizacionais e comportamento de consumo do cliente, entre muitos outros dados importantes para a tomada de decisão. Significa também que vamos ter uma melhor oferta de produtos e serviços aderentes às demandas cada vez mais específicas do consumidor.

Nos últimos anos, a tecnologia transformou a forma como as pessoas se relacionam, como fazem negócios e como vivem a vida de modo geral. Deixamos de depender da área de informática para manter sistemas e equipamentos funcionando e passamos a ter uma rotina altamente tecnológica, com diversos dispositivos conectados de forma totalmente inovadora. Passamos a viver então a era da terceira plataforma de TI, regida por quatro importantes pilares:

  • cloud computing

  • mobilidade

  • big data analytics

  • social business

 

A importância dos aceleradores de inovação na terceira plataforma de TI

Você certamente já ouviu falar sobre os aceleradores de inovação. São práticas inovadoras que estão nos levando para o caminho da terceira plataforma de TI e promovendo a transformação digital, como internet das coisas, machine learning, impressão 3D, realidade virtual e aumentada e robótica, entre outras.

A maioria dos brasileiros que moram nas grandes capitais já vivenciaram experiências propiciadas pelos aceleradores de inovação e nem se deram conta de que estavam fazendo parte de uma transformação digital.

Você já parou para pensar como esse cenário vem ocorrendo em pequenas pílulas ao longo do dia?

Podemos citar exemplos de empresas que se desenvolveram dentro da terceira plataforma de TI, como o Nubank ou o Netflix. Porém, todas estão percebendo que precisam se apoiar na terceira plataforma para acompanhar as grandes mudanças exigidas pela transformação digital. São evoluções simples, mas que levam à redução de custos e a maior satisfação dos clientes.

Por exemplo, os escritórios de arquitetura estão deixando de usar um portfólio impresso com os projetos e apresentando os trabalhos por meio de um cardboard com QR code. Com a ajuda de aplicativos avançados de realidade virtual, eles conseguem apresentar suas ideias de maneira prática e com muito mais recursos do que um simples papel. Como se vê, realidade virtual não é coisa de gamer, nem de ficção científica. É uma solução de negócio tangível e real que ocorre a todo momento.

 

Transformações que enfrentam resistências

Embora todos esperem que a área de TI lidere mudanças, na prática não é assim que tudo acontece. Historicamente, a área de TI não foi estruturada para passar por grandes transformações – embora qualquer evolução passe por ela.

Quando a TI surgiu, na década de 60, seu papel era automatizar processos, garantindo velocidade às contas a pagar, a receber, almoxarifado e etc. Foi algo planejado para ser executado sempre do mesmo jeito, para ser ágil e consistente. No entanto, essa fase acabou e a área de TI precisa compreender o seu novo momento.

Hoje, no mundo em transformação, a área de TI é que tem que suportar a mudança. Sabemos o quanto é difícil virar a chave, pois trata-se de uma questão cultural. É preciso que as empresas compreendam a importância de se investir nas novas tecnologias para acompanhar um movimento que não tem mais volta. Pense nisso!

 

Negócios digitais: a mudança está lá fora

Negócios digitais: a mudança está lá fora

Nos últimos anos o tema transformação digital vem marcando constante presença nas pautas de diversos CIOs. Afinal, a empresa que não digitalizar seu negócio corre o sério risco de ficar obsoleta e perder espaço no mercado.

Mais do que utilizar a tecnologia de forma intensiva, como tem acontecido no agronegócio, que hoje usa dispositivos para aumentar da sua competitividade, a verdadeira transformação digital está acontecendo na relação das empresas com seus clientes.

Os consumidores, hoje hiperconectados, estão em busca de soluções e respostas em tempo real. Tanto é verdade que, dificilmente, vemos um jovem indo a uma agência bancária. Até mesmo os mais antigos, porém antenados em tecnologia, optam por realizarem transações financeiras por aplicativos.

E os exemplos estão presentes em nossas vidas o tempo todo. A chamada de um táxi, a escolha da rota com menos trânsito, o lugar para se hospedar, tudo está mudando a partir do momento que as empresas viram a oportunidade em conectar o cliente à tecnologia e entregar mais valor.

O mais curioso é que essas empresas, assim como Facebook (maior plataforma de conteúdo do mundo), Alibaba (maior empresa de revenda de varejo do mundo), Skype e Netflix existem apenas digitalmente. O Uber não possui frota própria, Netflix não tem salas de cinema e o Airbnb não possui hotéis próprios.

 

O que isso nos mostra? Simples:

A desmaterialização democratizou a tecnologia.

 

A digitalização provoca a desmaterialização, que potencializa a democratização de uso. O smartphone é um ótimo exemplo. Desmaterializou diversos equipamentos físicos como CDs, gravadores, GPS, câmeras fotográficas, filmadoras, etc, que estão agora embutidos em um único dispositivo, o próprio smartphone.

Esse acesso mais barato à tecnologia tem permitido às empresas inovarem e com isso ir de encontro com o que as pessoas buscam: facilidade, imediatismo e uma nova experiência de uso.

É preciso ficar atento a um ponto importante que, quando mal interpretado, pode comprometer o sucesso da transformação digital:

Somos uma sociedade híbrida – parte orgânica, parte digital – e justamente por isso o processo de digitalização deve ocorrer com foco no negócio e pessoas, e não na TI.

Mobilidade, Social, IoT, Big Data, Cloud, etc. estão relacionadas à transformação, mas como atores da transformação e não como agentes.

 

Cloud computing como vetor de transformação

Qual a relação de novas tecnologias como Cloud Computing dentro deste cenário de inovação e transformação das empresas?

Antes de cloud, inovações passavam por fazer previsões detalhadas e então realizar grandes investimentos para atendê-las. Além disso, o processo para contratação de novos recursos passava por diversas áreas como comercial, arquitetura, jurídico, compras, implantação, etc.

Com cloud computing toda essa burocracia é simplificada, passando o controle para as mãos do cliente. Desta forma, testar e identificar erros rapidamente permite levar a inovação para o centro do negócio.

A quantidade de novos recursos disponíveis dentro das plataformas de cloud computing conecta as empresas a um mundo totalmente novo e completamente favorável à inovação.

E nós ainda não vimos nada. Nos próximos dez anos muitas das empresas que conhecemos e que são líderes em seus mercados sequer existirão. Outras, que estão surgindo agora, tomarão seu lugar sem dar tempo para reação. A questão para os executivos das grandes empresas que ainda não se reinventaram é decidir, hoje, de que lado querem estar. Decidir em dois ou três anos já será tarde demais.

 

Gustavo Villa

Indústria 4.0- como a nuvem pode ajudar

Indústria 4.0: como a nuvem pode ajudar?

Esqueça a imagem de uma fábrica funcionando em linha de produção com uma série de empregados uniformizados trabalhando ao mesmo tempo, enfileirados. Também esqueça a linha de montagem da indústria automotiva, com robôs substituindo trabalhadores.

 

A indústria 4.0 já começou a transformar o chão de fábrica e, cada vez mais, robôs, sensores e processos automatizados, estão tornando os processos mais ágeis e eficientes.

 

Não é exagero dizer que está ocorrendo uma nova revolução industrial, como decorrência da evolução tecnológica. No passado, os homens descobriram que produziam mais com a ajuda de máquinas; hoje eles sabem que podem fazê-las produzir praticamente sozinhas!

 

O termo “indústria 4.0” surgiu na Alemanha em 2011, na Feira de Hannover (Alemanha), como parte da estratégia do governo alemão para o desenvolvimento de alta tecnologia para a manufatura do país. A chanceler Angela Merkel, definiu o conceito da indústria 4.0 como “a transformação completa de toda a esfera da produção através da fusão da tecnologia digital e da internet com a indústria convencional”. O conceito se expandiu para outros países do mundo sob diversas iniciativas de governos como uma tendência tecnológica mundial.

 

Segundo estudo da PwC, a indústria 4.0 é uma força de diferenciação potencialmente disruptiva. Ela gera eficiência na cadeia de suprimentos e na produção, melhora na comunicação com os clientes, redução de desperdício e ganho de eficiência significativo no uso de matérias- primas.

Fonte: TAB UOL

 

A importância da cloud computing na indústria 4.0

Com o mundo cada vez mais virtual, a computação em nuvem se mostra como uma ferramenta fundamental na quebra de barreiras geográficas, aumento da produtividade, conectividade e geração de novas oportunidades para companhias de todos os portes e segmentos.

 

As empresas estão sempre à procura de novas formas de otimizar tempo e agilizar a produção sem abrir mão da qualidade. As soluções em cloud computing oferecem recursos de computação, armazenamento e rede sem precedentes. Os serviços de computação tornam as plataformas capazes de unir automação, robótica e Internet das Coisas, contribuindo para desenvolvimentos inovadores a longo prazo.

 

As grandes questões que vieram junto com a robotização da linha de produção e a transformação digital que as indústrias estão passando incluem:

  • Como os seres humanos podem obter melhor suporte para o trabalho na fábrica?
  • Como conectamos várias fábricas de diferentes empresas?
  • Como compartilhamos dados nesse mercado?
  • Como os softwares, sensores e tecnologia RFID interagem?
  • Como um produto auto-consciente se comunica com o ambiente?
  • Como lidar com grandes dados?
  • Como os dispositivos móveis podem ser integrados?
  • Com quais níveis de segurança de dados precisamos?
  • Qual impacto a produção inteligente tem no projeto e na construção da fábrica?

 

Entenda o que a nuvem agrega neste cenário:

A cloud computing e a indústria 4.0 caminham lado a lado, permitindo que diversos sistemas garantam a performance com total tranquilidade, disponibilidade, acessibilidade e economia de recursos.

 

Além disso, a computação em nuvem se mostra como uma ferramenta fundamental na quebra de barreiras geográficas, aumento da produtividade, conectividade e geração de novas oportunidades para companhias de todos os portes e segmentos. As soluções em cloud computing podem garantir este desempenho, já que ajudam com as ferramentas de colaboração e integração entre os departamentos, permitindo uma produção mais rápida e melhor comunicação, reduzindo as chances de erro.

 

Outro benefício da nuvem é que permite realizar um controle maior das operações, com a vantagem da mobilidade, apoiando os gestores a acompanharem o andamento das demandas e interferirem em tempo hábil na operação, caso necessário.

 

O fácil acesso às informações e o compartilhamento de dados é outra vantagem importante que vem com a cloud. Como a nuvem não é um locla físico, várias pessoas podem ter acesso aos arquivos e sistemas, o que garante mais agilidade nos processos.

 

E então? Sua empresa já está preparada para usar a cloud computing como um pilar na realidade da indústria 4.0?

 

Fonte: PwC

 

 

UOLDIVEO