Saiba porque a carreira de cientista de dados é considerada a profissão do futuro

Saiba porque a carreira de cientista de dados é considerada a profissão do futuro

Você provavelmente já deve ter clicado naquele recurso do LinkedIn “Pessoas que talvez você conheça”, correto? O que talvez seja uma novidade é que um simples link como aquele atingiu uma taxa de cliques 30% maior do que a registrada por outros recursos que direcionavam o usuário para outras páginas do site. Gerou milhões de pageviews e foi decisivo para crescimento da maior rede social de profissionais do mundo.

Essas e outras descobertas são atribuídas a um novo perfil de profissional: o cientista de dados,  uma atividade que vem crescendo a passos largos no mundo inteiro, sobretudo graças a conceitos como Big Data e Ciência de Dados. Muitos profissionais estão atentos a esse movimento e buscam entender como aproveitar o conhecimento que já possuem para se enveredar nesta carreira, que vem dominando o cenário de contratações nos Estados Unidos e Europa.

Quais são as habilidades imprescindíveis ao cientista de dados. E quais os conhecimentos que fazem dele um profissional tão procurado?

 

Quem são eles?

Esses profissionais, em sua maioria, começaram suas carreiras como estatísticos ou analistas de dados. Mas conforme o Big Data (e as tecnologias como o Hadoop) começaram a crescer e evoluir, esses papéis também se transformaram. Os dados passaram a exigir análise, curiosidade criativa e um talento especial para traduzir ideias de alta tecnologia em novas maneiras de obter lucro.

O cientista de dados também tem origens acadêmicas. Há alguns anos, as universidades começaram a reconhecer que os empregadores queriam programadores e pessoas que tivessem espírito de equipe. Os professores ajustaram suas aulas para acomodar isso – e alguns programas, como o Institute for Advanced Analytics, na North Carolina State University, preparam-se para produzir a próxima geração de cientistas de dados. Existem hoje mais de 60 programas semelhantes em universidades nos EUA.

 

O mercado de trabalho

A função de cientista de dados é uma das mais requisitadas no mercado de trabalho. Segundo pesquisa realizada pela Michael Page, esses profissionais estarão entre os mais procurados no segmento de TI nos próximos dois anos.

Outro levantamento, do site norte-americano CareerCast, especializado em carreiras e emprego, colocou a profissão como uma das cinco mais promissoras de 2017. O Fórum Econômico Mundial também considerou a profissão como uma das carreiras mais relevantes.

Mas apesar de tanta empolgação, segundo a revista Harvard Business Review, a profissão cientista de dados está em alta, mas ainda é rara no Brasil. Isso porque não é simples encontrar profissionais que atendam aos três principais conhecimentos exigidos aos profissionais: conhecimentos de programação, estatística/matemática e visão de negócios.

 

Quando contratar um cientista de dados?

A essa altura você pode estar se questionando se a sua empresa precisa de um cientista de dados.

As organizações que realmente precisam desse profissional têm duas coisas em comum: gerenciam enormes quantidades de dados e enfrentam questões importantes diariamente.

Portanto, para responder a essa pergunta é importante refletir sobre alguns pontos:

  •      Qual a importância da análise dos dados para o seu negócio?
  •      Sua empresa tem um ambiente que suporta o uso de analytics?
  •      Os dados são transformados em insights para transformar o negócio?

Não há dúvidas sobre a capacidade da ciência de dados em transformar indústrias e modelos de negócios tradicionais. O conceito de machine learning é um bom exemplo de aplicação, pois permite prever problemas futuros ao usar algorítimos e análise de padrões de dados para identificar e indicar soluções efetivas para problemas de negócios.

Mas é preciso se certificar de que a companhia realmente tem a mentalidade preparada para fazer algumas mudanças e está focada no processo de inovação. Caso contrário, o investimento não fará o menor sentido.

Sendo assim, analise o planejamento estratégico do seu negócio e considere a contratação desse profissional, se a meta da sua empresa for crescer com base na transformação digital.

 

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Um estudo do Gartner apontou que, até 2020, teremos mais de 25 bilhões de dispositivos e objetos conectados à internet. Isso significa que em três anos – sim, são apenas três anos – as empresas terão à disposição, a partir de qualquer dispositivo e sempre que for necessário, informações de qualidade sobre tendências de mercado, processos organizacionais e comportamento de consumo do cliente, entre muitos outros dados importantes para a tomada de decisão. Significa também que vamos ter uma melhor oferta de produtos e serviços aderentes às demandas cada vez mais específicas do consumidor.

Nos últimos anos, a tecnologia transformou a forma como as pessoas se relacionam, como fazem negócios e como vivem a vida de modo geral. Deixamos de depender da área de informática para manter sistemas e equipamentos funcionando e passamos a ter uma rotina altamente tecnológica, com diversos dispositivos conectados de forma totalmente inovadora. Passamos a viver então a era da terceira plataforma de TI, regida por quatro importantes pilares:

  • cloud computing

  • mobilidade

  • big data analytics

  • social business

 

A importância dos aceleradores de inovação na terceira plataforma de TI

Você certamente já ouviu falar sobre os aceleradores de inovação. São práticas inovadoras que estão nos levando para o caminho da terceira plataforma de TI e promovendo a transformação digital, como internet das coisas, machine learning, impressão 3D, realidade virtual e aumentada e robótica, entre outras.

A maioria dos brasileiros que moram nas grandes capitais já vivenciaram experiências propiciadas pelos aceleradores de inovação e nem se deram conta de que estavam fazendo parte de uma transformação digital.

Você já parou para pensar como esse cenário vem ocorrendo em pequenas pílulas ao longo do dia?

Podemos citar exemplos de empresas que se desenvolveram dentro da terceira plataforma de TI, como o Nubank ou o Netflix. Porém, todas estão percebendo que precisam se apoiar na terceira plataforma para acompanhar as grandes mudanças exigidas pela transformação digital. São evoluções simples, mas que levam à redução de custos e a maior satisfação dos clientes.

Por exemplo, os escritórios de arquitetura estão deixando de usar um portfólio impresso com os projetos e apresentando os trabalhos por meio de um cardboard com QR code. Com a ajuda de aplicativos avançados de realidade virtual, eles conseguem apresentar suas ideias de maneira prática e com muito mais recursos do que um simples papel. Como se vê, realidade virtual não é coisa de gamer, nem de ficção científica. É uma solução de negócio tangível e real que ocorre a todo momento.

 

Transformações que enfrentam resistências

Embora todos esperem que a área de TI lidere mudanças, na prática não é assim que tudo acontece. Historicamente, a área de TI não foi estruturada para passar por grandes transformações – embora qualquer evolução passe por ela.

Quando a TI surgiu, na década de 60, seu papel era automatizar processos, garantindo velocidade às contas a pagar, a receber, almoxarifado e etc. Foi algo planejado para ser executado sempre do mesmo jeito, para ser ágil e consistente. No entanto, essa fase acabou e a área de TI precisa compreender o seu novo momento.

Hoje, no mundo em transformação, a área de TI é que tem que suportar a mudança. Sabemos o quanto é difícil virar a chave, pois trata-se de uma questão cultural. É preciso que as empresas compreendam a importância de se investir nas novas tecnologias para acompanhar um movimento que não tem mais volta. Pense nisso!

 

BLOG DO UOLDIVEO

Negócios digitais: a mudança está lá fora

Nos últimos anos o tema transformação digital vem marcando constante presença nas pautas de diversos CIOs. Afinal, a empresa que não digitalizar seu negócio corre o sério risco de ficar obsoleta e perder espaço no mercado.

Mais do que utilizar a tecnologia de forma intensiva, como tem acontecido no agronegócio, que hoje usa dispositivos para aumentar da sua competitividade, a verdadeira transformação digital está acontecendo na relação das empresas com seus clientes.

Os consumidores, hoje hiperconectados, estão em busca de soluções e respostas em tempo real. Tanto é verdade que, dificilmente, vemos um jovem indo a uma agência bancária. Até mesmo os mais antigos, porém antenados em tecnologia, optam por realizarem transações financeiras por aplicativos.

E os exemplos estão presentes em nossas vidas o tempo todo. A chamada de um táxi, a escolha da rota com menos trânsito, o lugar para se hospedar, tudo está mudando a partir do momento que as empresas viram a oportunidade em conectar o cliente à tecnologia e entregar mais valor.

O mais curioso é que essas empresas, assim como Facebook (maior plataforma de conteúdo do mundo), Alibaba (maior empresa de revenda de varejo do mundo), Skype e Netflix existem apenas digitalmente. O Uber não possui frota própria, Netflix não tem salas de cinema e o Airbnb não possui hotéis próprios.

 

O que isso nos mostra? Simples:

A desmaterialização democratizou a tecnologia.

 

A digitalização provoca a desmaterialização, que potencializa a democratização de uso. O smartphone é um ótimo exemplo. Desmaterializou diversos equipamentos físicos como CDs, gravadores, GPS, câmeras fotográficas, filmadoras, etc, que estão agora embutidos em um único dispositivo, o próprio smartphone.

Esse acesso mais barato à tecnologia tem permitido às empresas inovarem e com isso ir de encontro com o que as pessoas buscam: facilidade, imediatismo e uma nova experiência de uso.

É preciso ficar atento a um ponto importante que, quando mal interpretado, pode comprometer o sucesso da transformação digital:

Somos uma sociedade híbrida – parte orgânica, parte digital – e justamente por isso o processo de digitalização deve ocorrer com foco no negócio e pessoas, e não na TI.

Mobilidade, Social, IoT, Big Data, Cloud, etc. estão relacionadas à transformação, mas como atores da transformação e não como agentes.

 

Cloud computing como vetor de transformação

Qual a relação de novas tecnologias como Cloud Computing dentro deste cenário de inovação e transformação das empresas?

Antes de cloud, inovações passavam por fazer previsões detalhadas e então realizar grandes investimentos para atendê-las. Além disso, o processo para contratação de novos recursos passava por diversas áreas como comercial, arquitetura, jurídico, compras, implantação, etc.

Com cloud computing toda essa burocracia é simplificada, passando o controle para as mãos do cliente. Desta forma, testar e identificar erros rapidamente permite levar a inovação para o centro do negócio.

A quantidade de novos recursos disponíveis dentro das plataformas de cloud computing conecta as empresas a um mundo totalmente novo e completamente favorável à inovação.

E nós ainda não vimos nada. Nos próximos dez anos muitas das empresas que conhecemos e que são líderes em seus mercados sequer existirão. Outras, que estão surgindo agora, tomarão seu lugar sem dar tempo para reação. A questão para os executivos das grandes empresas que ainda não se reinventaram é decidir, hoje, de que lado querem estar. Decidir em dois ou três anos já será tarde demais.

 

Gustavo Villa

Indústria 4.0: como a nuvem pode ajudar?

Esqueça a imagem de uma fábrica funcionando em linha de produção com uma série de empregados uniformizados trabalhando ao mesmo tempo, enfileirados. Também esqueça a linha de montagem da indústria automotiva, com robôs substituindo trabalhadores.

 

A indústria 4.0 já começou a transformar o chão de fábrica e, cada vez mais, robôs, sensores e processos automatizados, estão tornando os processos mais ágeis e eficientes.

 

Não é exagero dizer que está ocorrendo uma nova revolução industrial, como decorrência da evolução tecnológica. No passado, os homens descobriram que produziam mais com a ajuda de máquinas; hoje eles sabem que podem fazê-las produzir praticamente sozinhas!

 

O termo “indústria 4.0” surgiu na Alemanha em 2011, na Feira de Hannover (Alemanha), como parte da estratégia do governo alemão para o desenvolvimento de alta tecnologia para a manufatura do país. A chanceler Angela Merkel, definiu o conceito da indústria 4.0 como “a transformação completa de toda a esfera da produção através da fusão da tecnologia digital e da internet com a indústria convencional”. O conceito se expandiu para outros países do mundo sob diversas iniciativas de governos como uma tendência tecnológica mundial.

 

Segundo estudo da PwC, a indústria 4.0 é uma força de diferenciação potencialmente disruptiva. Ela gera eficiência na cadeia de suprimentos e na produção, melhora na comunicação com os clientes, redução de desperdício e ganho de eficiência significativo no uso de matérias- primas.

Fonte: TAB UOL

 

A importância da cloud computing na indústria 4.0

Com o mundo cada vez mais virtual, a computação em nuvem se mostra como uma ferramenta fundamental na quebra de barreiras geográficas, aumento da produtividade, conectividade e geração de novas oportunidades para companhias de todos os portes e segmentos.

 

As empresas estão sempre à procura de novas formas de otimizar tempo e agilizar a produção sem abrir mão da qualidade. As soluções em cloud computing oferecem recursos de computação, armazenamento e rede sem precedentes. Os serviços de computação tornam as plataformas capazes de unir automação, robótica e Internet das Coisas, contribuindo para desenvolvimentos inovadores a longo prazo.

 

As grandes questões que vieram junto com a robotização da linha de produção e a transformação digital que as indústrias estão passando incluem:

  • Como os seres humanos podem obter melhor suporte para o trabalho na fábrica?
  • Como conectamos várias fábricas de diferentes empresas?
  • Como compartilhamos dados nesse mercado?
  • Como os softwares, sensores e tecnologia RFID interagem?
  • Como um produto auto-consciente se comunica com o ambiente?
  • Como lidar com grandes dados?
  • Como os dispositivos móveis podem ser integrados?
  • Com quais níveis de segurança de dados precisamos?
  • Qual impacto a produção inteligente tem no projeto e na construção da fábrica?

 

Entenda o que a nuvem agrega neste cenário:

A cloud computing e a indústria 4.0 caminham lado a lado, permitindo que diversos sistemas garantam a performance com total tranquilidade, disponibilidade, acessibilidade e economia de recursos.

 

Além disso, a computação em nuvem se mostra como uma ferramenta fundamental na quebra de barreiras geográficas, aumento da produtividade, conectividade e geração de novas oportunidades para companhias de todos os portes e segmentos. As soluções em cloud computing podem garantir este desempenho, já que ajudam com as ferramentas de colaboração e integração entre os departamentos, permitindo uma produção mais rápida e melhor comunicação, reduzindo as chances de erro.

 

Outro benefício da nuvem é que permite realizar um controle maior das operações, com a vantagem da mobilidade, apoiando os gestores a acompanharem o andamento das demandas e interferirem em tempo hábil na operação, caso necessário.

 

O fácil acesso às informações e o compartilhamento de dados é outra vantagem importante que vem com a cloud. Como a nuvem não é um locla físico, várias pessoas podem ter acesso aos arquivos e sistemas, o que garante mais agilidade nos processos.

 

E então? Sua empresa já está preparada para usar a cloud computing como um pilar na realidade da indústria 4.0?

 

Fonte: PwC

 

 

UOLDIVEO

 

Como inserir Design Thinking na sua empresa

Olá,

Sou idealizador do Congresso Nacional de Design Thinking (CONATHINK) realizado durante o último mês de março. Ao total reunimos 29 experts de Design Thinking que ministraram 38 palestras ao longo de 7 dias.

Este evento me proporcionou contato com milhares de pessoas interessadas em inovação e um dos questionamentos que mais escutei durante os 7 dias do congresso foi referente a dificuldade de inserir a inovação dentro das empresas. Em 100% dos casos o maior ofensor apontado pelas pessoas foi a cultura avessa aos valores defendidos pelo Design Thinking.

Ok, nós sabemos que a cultura da maioria das empresas foi forjada no passado, onde os valores praticados eram outros, muitas vezes contrários aos valores defendidos pelo Design Thinking. Isto realmente acaba sendo uma barreira muito grande e difícil de ser superada pela maioria dos Design Thinkers que se aventuram nesta missão.

Mas existe um caminho ainda pouco praticado que pode te levar ao sucesso, mesmo que a cultura da sua empresa não esteja 100% alinhado com os valores defendidos pelo Design Thinking.

O segredo está em não tentar mudar a empresa e sim trabalhar a forma como você está tentando introduzir o Design Thinking neste ambiente. Quer saber como?

EXERCITE OS 3 PILARES DO DESIGN THINKING: empatia, colaboração e experimentação.

A minha sugestão para você conseguir realizar isto é aplicar o Design Thinking para implantar o Design Thinking?

Pode parecer estranho, mas este é um bom caminho a se seguir.

Vamos iniciar pelo 1º pilar, a empatia.

Se você avaliar um pouco mais a fundo verá que os stakeholders da sua empresa não são contrários ao Design Thinking ou a inovação em si. Você só deve identificar qual o verdadeiro motivo que está travando o processo, a famosa segunda camada.

Defina sua persona e aplique o mapa da empatia. Provavelmente você irá se deparar com problemas como alocação de pessoas, demandas que já chegam com uma solução definida, o medo de que as falhas da fase de prototipação tornem o projeto mais caro ou impacte na credibilidade do time, a dificuldade para garantir uma data já acordada com stakeholders e por aí vai.

A grande questão é que você tem que conhecer exatamente qual é a tua barreira, pois ter essa clareza que possibilitará planejar um plano de ação para superá-la.

É possível puxar esta frente sozinho, mas se você encontrar entusiastas da inovação que possam te apoiar nesta caminhada será muito bem-vindo. Aqui você estará trabalhando o 2º pilar, a colaboração.

Assim como em um projeto padrão do Design Thinking a colaboração gera um ambiente muito propício a inovação, pois a diversidade estimula a criatividade. Mas atenção, é fundamental que as pessoas recrutadas sejam entusiastas da inovação.

O 3º pilar é um dos mais importantes no processo de introduzir o Design Thinking em uma empresa e geralmente é ignorado. Antes de ‘vender’ o Design Thinking para sua empresa, experimente.

A melhor forma de experimentar neste caso é identificar um problema conhecido na tua empresa e trabalhar em sua solução aplicando o Design Thinking. E atenção, todas empresas possuem problemas conhecidos. Esta é a oportunidade que você terá para aplicar o Design Thinking sem ninguém te cobrar por uma data. Nesta fase isto é importante, pois o time ainda está se habituando ao Design Thinking e você precisará prototipar e testar quais caminhos deve seguir. Também é nesta etapa que você deve eliminar todas as objeções mapeadas no mapa da empatia.

Ao finalizar este projeto você terá seu 1º case de sucesso, que deverá ser usado para abrir portas para o Design Thinking na sua empresa, e deverá eliminar todas as objeções que seus stakeholders possuíam.

De forma breve este são os passos que eu indico para introduzir o Design Thinking na sua empresa.

 

Grande abraço,

Rodrigo Muniz

Antes que seja tarde

Por que o comportamento do consumidor importa na transformação digital dos negócios?

Durante boa parte do ano de 2015 e o ano todo de 2016, vimos o tema “transformação digital” virar “mainstream” entre as empresas.

Em 2016, porém, o “buzz” em torno do assunto ficou mais claro pela mudança rápida em mercados consolidados como TV por assinatura, Taxi e instituições financeiras.

Serviços disruptivos como Netflix, Uber e as Fintechs mudaram a forma como nos relacionamos com empresas e ficou claro que é um processo sem volta. Quem detém o poder, o consumidor, decidiu experimentar e percebeu que as novas opções agradam mais.

O mercado sabe disso e reage na mesma velocidade. Não à toa, um estudo realizado pela BCG apontou que dos US$ 96 bilhões levantados em fundos de capital de risco desde a virada do século, US$ 4 bilhões foram especificamente para fintechs do mercado de capital.

Para se ter ideia do peso da transformação digital, a Fitch Ratings avaliou que as Fintechs não ocuparão o espaço dos bancos – não por que não tem relevância para o consumidor, mas sim por que as instituições financeiras, percebendo a mudança do mercado, estão mudando e dando muito mais peso para suas estratégias de atuação digital.

Mas por que o comportamento do consumidor importa?

Os institutos de pesquisa alertavam anos antes para a transformação digital que o mundo está passando e que as empresas precisavam se adaptar, sob o risco de se tornarem irrelevantes.

Mas digital pelo digital não importa.

Digital só importa à medida que o comportamento do cliente muda e isso passa a fazer sentido para ele.

Quando uma empresa de café em capsulas decide lançar uma cafeteira que permite que você programe, de qualquer lugar do mundo, o horário que seu café deve ser preparado, para você chegar em casa e encontrar ele pronto e quente na xícara, não estamos falando de simplesmente agregar uma função nova em um produto, mas sim em como melhorar a experiência de consumo usando a vantagem do mundo hiperconectado.

Casos mais clássicos como da Netflix também são sintomáticos: As pessoas têm perfis e rotinas diferentes. Por que tentar enquadrá-las em um padrão, se é possível entregar conteúdo de acordo com suas preferências, na hora que ela deseja? Experiência de consumo elevada à décima potência.

No mundo B2B não é diferente.

Saber quem influencia, quem decide e quem autoriza a compra dentro de qualquer processo de compras é trivial dentro do comercial e marketing, porém, isso não diz nada a respeito da experiência do cliente.

Entender como este mundo hiperconectado afeta a rotina dos envolvidos e dos seus clientes é que muda tudo.

Por isso, para convencer de que a transformação digital dos negócios é importante, antes entenda como é a jornada do seu cliente e como ela impacta a forma como ele interage com seu negócio. Antes que seja tarde.

Machine learning e Inteligência Artificial 5 dicas na visão de um desenvolvedor.

  1. Qual é o primeiro passo para um desenvolvedor iniciar em Inteligência Artificial e Machine Learning?

Estudar. É importante compreender fundamentalmente os algoritmos que você estará usando, caso contrário, cada método de Machine Learning é uma caixa preta. Então tente fazer projetos ML, como competições Kaggle, onde você tem uma definição clara do que você está tentando aprender – como um algoritmo específico ou kit de ferramentas. Você vai falhar, muitas vezes, mas é assim que melhor aprender ML técnicas.

 

  1. Quais são os principais processos de criação para o Machine Learning?

O primeiro e mais importante passo é entender o problema que você está tentando resolver. Quais são as entradas e saídas desejadas? Quais são os dados? Completamente compreender os dados, antes de experimentar com algoritmos. Caso contrário, você pode ter nenhuma confiança realista na qualidade do resultado ou confiabilidade. Você provavelmente também precisará pré-processar e transformar os dados, e talvez obter mais dados. O próximo passo no processo ML é considerar os algoritmos e métodos que você tem à sua disposição. Para os algoritmos que são adequados para o seu problema e dados, existem muitos critérios a considerar, tais como fiabilidade, eficiência, escalabilidade, e assim por diante.

 

Os principais pontos são:

  • Defina o problema;
  • Analisar e preparar os dados;
  • Selecionar algoritmos;
  • Execute e avalie os algoritmos;
  • Melhore os resultados com experimentos focalizados;
  • Finalizar resultados com ajuste fino.

 

  1. Quais são as melhores ferramentas ou plataformas de machine learning para desenvolvedores?

Isso realmente depende de quais problemas você está tentando resolver, especificamente os dados que você está lidando. Dito isto, open-source reina supremo. Existem muitos kits de ferramentas de alta qualidade e de código aberto para aprendizado de máquinas para que os desenvolvedores aproveitem e as comunidades são ativas e úteis. No mundo Python, eu realmente gosto Scikit-learn para a sua ampla gama de aprendizagem de máquinas e ferramentas de análise de dados. Pela mesma razão que eu gosto mlpack para C + + desenvolvedores. O NLTK é um go to para métodos e dados de processamento de linguagem natural (PNL), embora os pacotes de aprendizagem profunda implementem algoritmos de PNL de alta qualidade. Se você está tentando fazer análises de streaming, NuPIC é melhor. É o estado da arte da AI, com um incrível repositório e comunidade, e implementado em Python, C ++, Java e Flink. Especificamente para aprendizagem profunda, estamos vendo um monte de estruturas boas e rápidas: confira Theano, Neon ou TensorFlow do Google. Em Java, eu recomendo altamente deeplearning4j.  É aprendizagem profunda de ferramentas de machine learning, escrito por alguns engenheiros muito espertos. 🙂

 

  1. Qual seria atualmente a linguagem de programação recomendada para ML para desenvolvedores?

Python, sem dúvida. A maioria dos kits de ferramentas de aprendizado e análise de dados estão em Python e tem uma comunidade enorme e útil. Os métodos avançados, como HTM e aprendizagem profunda são muitas vezes implementados em Python.

 

  1. Como o machine learning é diferente da machine intelligence?

ML está construindo sistemas de software que visam melhorar com experiência. Algoritmos de ML executam tarefas específicas e estreitas, como jogar um determinado jogo. Um exemplo é a aprendizagem profunda ou algoritmos de clustering. MI é a manifestação de software da inteligência: não a capacidade de realizar uma tarefa específica, mas sim a capacidade de descobrir a estrutura no mundo através da interação sensório-motor e, em seguida, usar esse conhecimento para atingir objetivos. Talvez uma definição mais clara de MI seja através de seus requisitos: a máquina deve aprender a partir de fluxos de dados sem rótulos, continuamente, ao fazer previsões, detectar anomalias e fazer classificação, ou seja, o que o cérebro humano faz.

 

Grande abraços e até a próxima.

Luiz Eduardo

 

Tecnologias disruptivas, negócios incrementais

Se você observar os cursos da moda, os termos mais procurados e os últimos livros dos gurus, uma palavra recorrente certamente estará presente: inovação. É certo que não se trata de uma business word recente, ela já está por ai há algum tempo. Mas se antes era um diferencial, hoje é um mandatório para a sobrevivência no mercado.

Design Thinking, Lean Startup, Agile, Lean Innovation, tecnologias emergentes. Todos os métodos possíveis para ter um insight inovador, transformador. Mas analisando o índice global de inovação, nós figuramos na 69ª posição, com um índice de 34,87, atrás do México, Tailândia e Vietnã (Global Innovation Index – 2015). Apesar de contarmos com problemas de políticas públicas de incentivo, um sistema tributário complexo e dimensões continentais desiguais pensam demais, mas estes seriam os únicos fatores que impendem o mercado de se colocar numa melhor posição?

No filme Holywoodiano “O Grande Truque”, o personagem de Nikola Tesla diz: “ A sociedade só permite que você inove uma vez”.  O quão aberto estamos realmente para inovação?

Além das tecnologias emergentes e o desafio da transformação, nós vivemos talvez o que seja o segundo maior conflito de gerações (sendo o primeiro entre os baby boomers e a geração X). A vanguarda e o desenvolvimento tecnológico estão cada vez mais sob domínio de uma geração com menor idade – como a geração Z. Porém as diretorias e altas posições executivas e estratégicas, em sua grande maioria, são ocupadas pela geração X e baby boomers. O que não seria um problema potencial se as gerações conseguissem gerar a sinergia necessária para aproveitar o melhor de todo o aprendizado que marcaram suas gerações.

As gerações Y (milennials) e Z cresceram em um ambiente completamente diferente de seus pais, com uma economia recessa, ameaça de terrorismo global e escassez de recursos naturais. Elas são movidas por propósitos, muito além de números, e ambas tem um poder concentrado de influência sobre compras. A geração Z tem um espírito completamente empreendedor, e por terem crescido em um ambiente completamente digital, valorizam as comunicações pessoais e as relações humanas, muito mais que a geração Y (Gen Y and Gen Z Global Workplace Expectations Study, 2014).

Onde tudo isso se encaixa com a inovação?

Assim como no ambiente de trabalho, onde tentamos encaixar, a geração questionadora e insatisfeita, dentro de companhias com forma de trabalho, comunicação e hierarquias ultrapassadas, nós utilizamos tecnologias inovadoras em negócios antigos, apenas lhe conferindo agilidade e uma roupagem nova. Para inovar de verdade é preciso primeiro entender os anseios e fatores motivadores do mercado. O consumidor de hoje está muito mais antenado na ética, honestidade, relacionamento e comprometimento das empresas, são preocupados com o meio ambiente, sustentabilidade e com a própria saúde, um fator que demonstra isso é que mesmo diante de um mercado recessivo, o mercado de orgânicos tenha dobrado no Brasil no último ano.

Elon Musk, na sua entrevista ao TED Talks, quando questionado sobre o “ingrediente secreto” da sua brilhante capacidade de inovar, em projetos fantasticamente diferentes, do qual o próprio entrevistador destaca a visão transversal entre design, tecnologia e negocio e a confiança de desenvolvê-los, atribui este sucesso ao “framework” utilizado para solucionar os problemas, onde ele diz: “É a física. Sabe, é o tipo de raciocínio com princípios básicos. O que eu quero dizer com isto é: traga as coisas para a suas verdades fundamentais e raciocine a partir daí, em oposição à raciocinar por analogia. Na maior parte do tempo estamos raciocinando por analogia, que basicamente significa copiar o que as outras pessoas fazem com pequenas variações. E você tem que fazer isso, senão do contrário seria impossível viver o dia a dia. Mas quando você quer fazer algo novo, você tem que aplicar a abordagem da física. Física é na verdade imaginar como descobrir coisas novas que são contra intuitivas.”

Domine os anseios e problemas do seu mercado, experimente ser seu cliente. E seja capaz de responder qual o caminho mais rápido e seguro para atender esta demanda. Como torná-la acessível? Quais tecnologias podem te apoiar hoje? Quais princípios fundamentais regem este problema? E somente esteja aberto quando as respostas surgirem.

 

Mais em:

https://www.globalinnovationindex.org/gii-2016-report

http://millennialbranding.com/2014/geny-genz-global-workplace-expectations-study/

 

Preciso mesmo complicar para inovar?

Depois de 20 anos trabalhando ininterruptamente com Web (e inexoravelmente com a TI ao seu redor) e acompanhando praticamente como tudo começou, como está evoluindo e para onde vai, você se sente confortável para falar do assunto com algum conhecimento de causa. Afirmo com segurança que, nesse tempo todo, a palavra que mais ouvi foi “inovação”. Eu sei: inovar não é ato exclusivo de TI. A NASA, por exemplo, a tem em seu DNA e mostrou sua importância durante a Corrida Espacial, no século passado. E não só ela, mas também a antiga (e rival) União Soviética. A partir de 1760, em outro exemplo contundente, a própria Revolução Industrial foi um marco em inovação que moldou tecnologia, indústria, comércio, relações humanas e processos de forma indelével.

Uma busca simples pelo termo “inovação” no Google retorna, sem maiores refinamentos, 102 milhões de resultados. Em inglês, “innovation” aparece 448 milhões. Ok, desconte as empresas que possuem a palavra no Nome Fantasia por puro modismo e mesmo assim temos um indicador da importância da palavra.

Fica claro, portanto, porque existem tantos mantras que utilizam essa palavra, a maioria deles compelindo pessoas, processos e empresas a serem sempre criativos, revolucionários, visionários. Algumas vezes de forma orgânica, fluida, inerente ao seu modus operandi; outras, de forma paranoica, obstinada e atabalhoada. Esse é o momento em que ela começa a trabalhar contra tudo aquilo para o qual deveria servir; é quando a inovação complica ao invés de descomplicar.

Quando falo de complicar estou me referindo àquele modelo de inovação que parte da premissa “Preciso inovar, e para isso eu tenho que criar algo mirabolante”. Não consigo conceber uma conexão que justifique que inovar significa inventar algo hiperbólico. Para mim, na verdade, deve ser o contrário: uma das funções importante da inovação (entre tantas outras) é simplificar e obter resultados maiores e melhores com cada vez mais simplicidade.

Recentemente li um artigo médico que unia os conceitos de inovação com IoT. O tom do artigo era utópico, com ares de ficção científica, e concluía com algo do tipo “ansiamos por um dia em que inventarão ferramentas que, conectadas e acessíveis remotamente, possam informar o estado de um paciente de maneira ativa, nas quais poderemos intervir prontamente mesmo à distância”. Do ponto de vista da inovação, o autor se mostrou um romântico adepto da complicação: precisamos realmente criar algo que ainda não existe para atingir algum estágio inovador? Não seria inovador o suficiente criar não um novo monitor cardíaco que converse com a Web, mas apenas um acessório que se conecte aos já existentes, para atender dentro dos conceitos de IoT?  O fato é que a adoção do pensamento inovador não deve se ater exclusivamente à criação de algo novo, mas também à revisão de processos, fossilizados pelo tempo. O que nos faz entender porque, então, ainda encontramos resistência: por causa do fator intangibilidade. Pensar a inovação de forma complicada leva à intangibilidade, ao inacessível, através da seguinte inferência:

SE Para inovar eu tenho que (re) inventar algo do zero
E (re) inventar algo do zero demora e dá trabalho.
E se demora, não se paga e não gera resultado a curto prazo.
PORTANTO não é viável inovar”.

 Um exemplo clássico que mostra o quanto inovar não é apenas inventar: o mesmo programa espacial da NASA do século passado, que citei mais acima, deparou-se com o seguinte problema: como fazer funcionar uma caneta em ambiente de micro gravidade? E milhares de dólares foram investidos para criar uma caneta que permitisse aos astronautas escrever em ambiente tão inóspito. Dinheiro empreendido, resultado não obtido: as canetas inventadas não funcionavam, a despeito de tanta reinvenção e verba investida. O que o programa rival e contemporâneo soviético fez para resolver o mesmo problema? Utilizou lápis no lugar das canetas (um agradecimento aqui ao Marco Antônio Tangari por ter me lembrado desse caso). Isso também é inovação!

Não quero me fixar à ideia de que inovar é apenas criar ajustes e acessórios ao que já existe, mas que TAMBÉM É. E que ao pensar uma forma de simplificar um processo, mesmo que você utilize recursos que já existem (como o lápis para os soviéticos) você pode eliminar o ranço que te desmotivaria a inovar.

Marcelo Simonka.

 

O futuro é exponencial

  Sempre quando ouço falar sobre bitcoin lembro do livro Reconhecimento de Padrões, do William Gibson – famoso pela trilogia Sprawl, inspiração de Matrix – onde, em 2003, ele já especulava que a utilização de dinheiro em papel seria considerada ilegal. Ao analisar as possibilidades de utilização do blockchain (“livro-contábil” em banco de dados distribuídos público) nos faz sentir personagens de um enredo cyberpunk de verdade.

As possibilidades de desintermediação são quase infinitas, ainda mais quando associadas à outras tecnologias emergentes do mercado digital, como internet das coisas, machine learning, inteligência artificial, realidade virtual e realidade aumentada, e há aplicabilidade tanto para soluções financeiras como não financeiras. Hoje  as mais diversas iniciativas globais com o objetivo de desburocratizar os sistemas, oferecer segurança, transparência e conexões diretas entre consumidores e fornecedores, população e governo, usuários e devices.

Em quase todas as transações financeiras ou de confiança, um terceiro é responsável por validar e intermediar o processo, como instituições financeiras, cartórios e autoridades certificadoras (no caso de certificados digitais), o blockchain substitui todas elas através da criptografia e assinaturas com histórico de transações, através de um “livro-contábil” público distribuído entre os nós da rede que validam a origem, o destino e a ordem em que as transações ocorreram por meio de hashs, timestamp e recursos computacionais utilizados no processo.

No primeiro relatório do World Ecomomic Fórum para a disrupção ou  4º revolução – Deep Shift – coloca o blockchain no centro dos 6 grandes tópicos das mudanças, com foco principal em economia compartilhada e confiança distribuída, e prevê que até 2027 o uso do blockchain seja massivo globalmente. De olho nesse mercado, e atento as mudanças, não só do modelo de negócio, mas da própria característica fundamental de sua existência (como a alavancagem do dinheiro, inflação e derivativos) os setenta maiores bancos do mundo formaram em 2014 o consórcio R3 Cev, com o objetivo de construir e capacitar a próxima geração de serviços financeiros como contratos inteligentes, confiança distribuída e investimento em startups de serviços financeiros. Mas esse não é o único mercado de olho no poder do blockchain. Há desde compartilhamento de arquivos, contratos inteligentes, transparência na governabilidade à emissão de cidadania utilizando hoje a tecnologia que promete revolucionar não só a nossa relação como consumidores, mas a nossa própria noção de comunidade global e divisões geopolíticas:

Bitnation é uma estrutura governamental baseado em blockchain – um país na internet -, capaz de oferecer serviços como cartórios, segurança baseados em análise de risco, monitoração gps, resposta à eventos de emergências, imagens de lugares inacessíveis ou inseguros via drone, proteção e assistência médica, serviços à refugiados em parceria com a ACNUR, ACNUDH e UNPO, educação, entre outros.

Slock é uma fechadura inteligente, que possibilita, por exemplo, o aluguel de um quarto de hotel ou casa consultando a disponibilidade do local direto no device, efetuar a reserva e a transferência de criptomoeda diretamente à fechadura. E esta pode, por exemplo, efetuar a avaliação da sua própria funcionalidade, abrir um chamado de conserto e dividir os lucros entre os proprietários através de contratos inteligentes.

O mesmo será possível com os carros autônomos.

Para ir  além das soluções futuristas existem milhões de possibilidades práticas que dão transparência e agilidade aos processos burocráticos atuais como serviços governamentais de identificação, registro de propriedade, registro de novas empresas, consulta à população, decisões judiciárias, prescrições médicas, votos, pagamentos de taxas e impostos, tudo via internet, com soluções blockchain, que hoje já estão disponíveis na Estônia, o e-Estônia.

Através de contratos inteligentes é possível executar automaticamente as cobranças e divisões de lucros das cláusulas de um contrato, atividade com grande aplicabilidade na indústria fonográfica e serviço de stream, por exemplo.

Da agenda do médico à carteira de motorista, do reconhecimento de assinatura ao fechamento de um contrato, do aluguel da casa à emissão de um passaporte, onde o blockchain pode revolucionar a sua vida hoje?

Mais informações em:

 https://www.weforum.org/reports/deep-shift-technology-tipping-points-and-societal-impact/

http://www.r3cev.com/

https://smartcontract.com/

Abraços,

Ana Paula