4 fatores importantes sobre nuvem e continuidade de negócios que você precisa saber agora mesmo

Os departamentos de TI estão sob constante pressão para disponibilizar novas tecnologias que permitam que a empresa mantenha dados críticos, aplicações, processos seguros e em funcionamento 24 x 7.

Some a isto ofertas de nuvem que permitem que a empresa terceirize parte da responsabilidade pela gestão e garantia de segurança e confiabilidade e temos o ambiente perfeito para a continuidade de negócios e recuperação de desastres ser deixada para segundo plano frente aos desafios do dia-a-dia de gerenciamento de TI.

Ao utilizar serviços baseados na nuvem é fácil perder de vista os principais riscos de continuidade de negócios e por isso listamos aqui 4 pontos importantes que você deveria ter em mente enquanto utiliza cloud computing para sua empresa.

 

1. Continuidade de negócios é mais que recuperação de desastres

A indústria é permeada com termos como “continuidade de negócios” e “recuperação de desastres”, o que pode torná-lo confuso para os líderes empresariais. Mesmo o termo “recuperação de desastres” leva a maioria dos profissionais de TI para o caminho errado.

Soluções de DR são normalmente utilizadas para “cenários de desastres” e “desastres” relacionados a causas naturais não são a causa mais comum de interrupção de TI.

Falhas de software, hardware e erro humano são as principais categorias responsáveis ​​por algum tipo de interrupção no negócio.

As empresas precisam de parar de pensar apenas em desastres e começar a considerar maneiras de evitar interrupções.

 

2. As nuvens nem sempre incluem alta disponibilidade e / ou garantia de continuidade de negócios

A todo momento o serviço de nuvem é entregue a partir de um Data Center.

Se esse Data Center tiver problemas, o fornecedor de nuvem pode mover suas cargas de trabalho rapidamente para um novo Data Center?

Sempre verifique como a empresa lida com isto para poder decidir como se preparar para isto.

Muitas vezes os players de nuvem pública disponibilizam maneiras de garantir a continuidade de negócios utilizando replicação de dados em Data Centers localizados em regiões distintas.

Fique atento: este recurso não é padrão na oferta de nuvem e precisa ser configurado individualmente na maioria dos casos.

 

3. A localização dos servidores garante mais do que latência

A nuvem não é um lugar mágico – onde seus arquivos são armazenados fisicamente realmente importa.

A localização dos servidores da nuvem pode afetar a velocidade de acesso e preços, mas é um erro pensar em localização apenas por este prisma.

Quando falamos em continuidade de negócios, localização em região diferente da principal e eventualmente o uso de fornecedores distintos realmente é algo a ser considerado.

 

4. Backup nem sempre é parte da oferta padrão

Fornecedores de nuvem nem sempre oferecem backup de dados armazenados dentro das métricas necessárias para o negócio de sua empresa.

Alguns fornecedores sequer oferecem backup dos dados como parte padrão de sua oferta.

Por padrão assuma que o fornecedor não oferece garantias e verifique com o mesmo como ele lida com backup, antes de definir um plano para isto.

 

Continuidade de negócios é um tema importante para você?

Se você quiser discutir os cenários de continuidade de negócios, com garantia de alta disponibilidade, segurança e conectividade integradas às ofertas em nuvem, entre em contato conosco pelo telefone (11) 3092 6161 ou pelo nosso formulário de contato.

 

Antes que seja tarde

Por que o comportamento do consumidor importa na transformação digital dos negócios?

Durante boa parte do ano de 2015 e o ano todo de 2016, vimos o tema “transformação digital” virar “mainstream” entre as empresas.

Em 2016, porém, o “buzz” em torno do assunto ficou mais claro pela mudança rápida em mercados consolidados como TV por assinatura, Taxi e instituições financeiras.

Serviços disruptivos como Netflix, Uber e as Fintechs mudaram a forma como nos relacionamos com empresas e ficou claro que é um processo sem volta. Quem detém o poder, o consumidor, decidiu experimentar e percebeu que as novas opções agradam mais.

O mercado sabe disso e reage na mesma velocidade. Não à toa, um estudo realizado pela BCG apontou que dos US$ 96 bilhões levantados em fundos de capital de risco desde a virada do século, US$ 4 bilhões foram especificamente para fintechs do mercado de capital.

Para se ter ideia do peso da transformação digital, a Fitch Ratings avaliou que as Fintechs não ocuparão o espaço dos bancos – não por que não tem relevância para o consumidor, mas sim por que as instituições financeiras, percebendo a mudança do mercado, estão mudando e dando muito mais peso para suas estratégias de atuação digital.

Mas por que o comportamento do consumidor importa?

Os institutos de pesquisa alertavam anos antes para a transformação digital que o mundo está passando e que as empresas precisavam se adaptar, sob o risco de se tornarem irrelevantes.

Mas digital pelo digital não importa.

Digital só importa à medida que o comportamento do cliente muda e isso passa a fazer sentido para ele.

Quando uma empresa de café em capsulas decide lançar uma cafeteira que permite que você programe, de qualquer lugar do mundo, o horário que seu café deve ser preparado, para você chegar em casa e encontrar ele pronto e quente na xícara, não estamos falando de simplesmente agregar uma função nova em um produto, mas sim em como melhorar a experiência de consumo usando a vantagem do mundo hiperconectado.

Casos mais clássicos como da Netflix também são sintomáticos: As pessoas têm perfis e rotinas diferentes. Por que tentar enquadrá-las em um padrão, se é possível entregar conteúdo de acordo com suas preferências, na hora que ela deseja? Experiência de consumo elevada à décima potência.

No mundo B2B não é diferente.

Saber quem influencia, quem decide e quem autoriza a compra dentro de qualquer processo de compras é trivial dentro do comercial e marketing, porém, isso não diz nada a respeito da experiência do cliente.

Entender como este mundo hiperconectado afeta a rotina dos envolvidos e dos seus clientes é que muda tudo.

Por isso, para convencer de que a transformação digital dos negócios é importante, antes entenda como é a jornada do seu cliente e como ela impacta a forma como ele interage com seu negócio. Antes que seja tarde.

Pausa para o café

Como são as coisas…

O Orlando é Gerente de TI em uma grande empresa de Saúde e passa os dias dando o máximo para garantir que os sistemas continuem disponíveis. Evita qualquer tipo de distração que não seja “garantir que tudo funcione sem falhas”.

Maurício, contratado na mesma época de Orlando, é gerente de desenvolvimento de software. Aquela típica pessoa que fica com os olhos brilhando sempre que fala das possibilidades de usar TI para mudar os negócios e como o mercado está se transformando.

Bruno, CEO de uma empresa de serviços, sempre viu TI como um radar de oportunidades para as empresas onde trabalhou.

Tem o desafio de transformar uma empresa com mais de 20 anos em uma empresa moderna, que acompanhasse a velocidade do mercado para competir com empresas recém-nascidas e com modelos disruptivos.

Em um evento de tecnologia, entre um café e outro, Bruno conheceu Maurício. Foi o que bastou.

Confiante de que Maurício era a pessoa certa, o convidou a fazer parte da sua equipe de TI.

Maurício aceitou na mesma hora.

Todo dia ia para a empresa animado, pensando na transformação que estava promovendo na empresa, usando computação em nuvem para agilizar o processo de entrega de infraestrutura.

Contava aos amigos com orgulho como ajudou a área de marketing a utilizar tecnologia para entregar ao cliente uma experiência de compra diferente de tudo que já havia sido feito no mercado.

Dedicava muitas horas do seu ano a palestras, onde contava como a integração das informações de diversos pontos de contato com os clientes estava gerando informações valiosas sobre os novos hábitos de consumo do público da empresa.

A empresa de Bruno e Maurício, um ano depois, registrou o maior crescimento de sua história e o orçamento de TI havia dobrado.

Outro dia, Maurício encontrou Orlando em uma cafeteria.

Orlando estava bastante feliz. Depois de tantos cortes em sua área, ele continuava empregado.

O Brasil e a transformação dos negócios

Afirmar que a aproximação de TI com o negócio é inevitável ou que as empresas precisam passar por uma transformação digital para sobreviverem, é novidade? Não.

Estes assuntos vem sendo debatidos intensamente durante o último ano pelos mais variados institutos de pesquisa e  consultorias ao redor do mundo. Mas e o Brasil nesta história?

Uma recente pesquisa realizada pelo IDC com 150 empresas brasileiras de médio e grande porte mostra como durante o último ano a redução de custos da empresa perdeu importância, ao mesmo tempo que a introdução de novos produtos no mercado ganhou mais peso.

É verdade que para muitas empresas o olhar ainda é de curto prazo e com foco em oportunidades relacionadas a produtos, mas o movimento tem aumentado e será inevitável que um processo mais amplo de transformação aconteça.

Empresas digitais, que são ágeis por natureza, não conseguem conviver com excesso de controle, com estruturas verticalizadas e centralização de decisões.

Empresas digitais se aproveitam de um mundo hiperconectado ao invés de evitá-lo, o que faz com que investimento em iniciativas como Cloud Computing, Big Data e Segurança tornem-se foco.

Para se ter ideia, a quantidade de empresas com iniciativas mobile dentro delas chega a 68%. Sessenta e oito!

Isto significa que o Brasil está no mesmo ritmo do restante do mundo? não.
A infraestrutura tradicional de TI ainda concentra 63% do orçamento das empresas, contra apenas 6% em cloud (base de sustentação para a transformação digital), mas a boa notícia é que os investimentos em computação em nuvem no Brasil tem crescido muito, estando presente em 37,4% das iniciativas das empresas este ano.

Ao que tudo indica, CIOs e líderes de TI tem entendido quão importante é tornar suas áreas mais ágeis e flexíveis, ao mesmo tempo que garantem estabilidade e segurança dos sistemas.

“Porque escolher OpenStack?”: A primeira pergunta que você deveria saber responder

“OpenStack. Ok… é uma tecnologia de nuvem. E?”

Foi essa minha reação quando ouvi falar na mais famosa plataforma Open Source de orquestração de nuvem pela primeira vez.

Naquele momento, o principal ponto para mim era entender o valor do OpenStack para empresas, altos executivos, gestores e quem lida no dia a dia com infraestrutura e desenvolvimento.

Não demorou para entender o valor por trás da tecnologia, mas uma dúvida ainda continuava:

Será que todo profissional de TI sabe o real valor do OpenStack? E se todo mundo ainda tiver um “E?” na cabeça?

Para entender o valor, primeiro é preciso pensar na transformação que estamos passando.

O mundo cria 2,5 quintilhões de bytes de dados diários.
90% dos dados no mundo de hoje foram criados nos últimos dois anos!

Este volume de informações vai continuar a aumentar e os motivos são muito claros: mobile, social, IoT.
Pessoas conectadas. Objetos conectados. O mundo girando em torno de dados.

E olhando para o mundo das empresas, as oportunidades para este novo momento que estamos vivendo são inúmeras. Quem tem mais agilidade para se adaptar a este mundo de dados para criar novos negócios e modificar a maneira que as coisas são feitas tem uma vantagem competitiva fundamental.

Nota mental: Agilidade

A área de TI das empresas precisa ter capacidade de escala para enfrentar os desafios de volumes crescentes de dados, mas ao mesmo tempo precisam garantir que as informações estão seguras e facilmente acessíveis.

Para manterem-se competitivas, as empresas devem usar tecnologias que entreguem agilidade e capacidade de uso rápido e OpenStack oferece isto.

Não à toa, Yahoo, Cisco WebEx, Mercadolibre, Red Hat, PayPal e American Express usam OpenStack. E mais: existe uma comunidade global de mais de 40.000 usuários e mais de 500 empresas contribuindo ativamente com ele.

E onde está o valor do OpenStack frente às outras nuvens?

Comecemos pelas nuvens privadas.

Existem ótimas plataformas de cloud computing que podem ser usadas para construção de nuvem privada, mas junto com a maioria delas vem a condição de estar sujeito às regras de financeiras e de uso do fornecedor; e isto pode justamente levar a empresa a não atingir seus objetivos de agilidade.

O OpenStack cobre esta lacuna, como o Linux fez no passado. O valor está no serviço e não no produto. A empresa passa a ter liberdade para decidir.

Nota mental: Liberdade

É estratégico construir a nuvem por conta própria? Ok.
É estratégico usar o know-how de um fornecedor especializado para acelerar o projeto e reduzir riscos? Ok.
Deseja alterar a forma como o OpenStack funciona para atender uma característica do negócio? Ok também.

A decisão é da empresa e pode ser mudada a qualquer momento.

Mas e a nuvem pública em OpenStack?

O mundo muda o tempo todo e com os negócios não é diferente.

Além da agilidade, flexibilidade e elasticidade proporcionada pelas nuvens públicas, a liberdade também faz parte do cenário. Liberdade de levar as cargas de trabalho de um provedor de serviços para outro a qualquer momento. Liberdade para levar cargas de trabalho para a nuvem privada em tecnologia OpenStack, sem grandes esforços e investimentos. Liberdade para integrar a nuvem pública e privada. Liberdade.

Além disto, a gigantesca comunidade OpenStack contribui todos os dias com melhorias, novidades e solução de problemas à uma velocidade incomparável com qualquer outra empresa do mundo. O resultado disto é rapidez para atingir a maturidade da solução.

Nota mental: Maturidade.

É “cool” usar OpenStack pela novidade e pela liberdade, mas acima de tudo, a possibilidade de usar e gerir infraestrutura se aproveitando da maturidade já obtida, olhando para o futuro e para onde a plataforma está caminhando faz do OpenStack uma plataforma a ser considerada na estratégia de adoção de nuvem pelas empresas.

Por fim, é importante ter em mente aquilo que grandes institutos de pesquisa de tecnologia tem repetido constantemente: não existe uma nuvem ideal para todas as aplicações e nem toda aplicação funciona adequadamente em qualquer nuvem.

Uma estratégia multicloud, onde a decisão das nuvens a serem usadas passa pela análise das características das aplicações e seus requisitos de negocio é fundamental para o sucesso da adoção massiva de cloud computing.

O UOLDIVEO tem ajudado empresas na escolha, construção, gestão e melhoria de nuvens públicas, privadas e híbridas e por isso recomendo conhecer nossos serviços e falar com um de nossos especialistas em nuvem.

Site: uoldiveo.com.br
Contato: 11 3092 6161

6 mitos inacreditáveis sobre segurança em nuvem

Toda semana dedico um bom tempo a entender quais são os principais problemas e oportunidades que a área de TI das empresas enfrenta no dia a dia e em uma das pesquisas encontrei um artigo da Forbes que colocava segurança como uma das principais preocupações de CIOs para 2016.
Descobri ao mesmo tempo que este é um dos fatores que tem desestimulado a adoção rápida de cloud computing por algumas empresas.

Segurança em cloud? Como assim?

Conversei com diversos especialistas em cloud e segurança, e em nenhum momento consegui chegar à conclusão de que a tecnologia aplicada à maioria das nuvens era determinante para tornar a computação em nuvem mais vulnerável que um ambiente tradicional de TI.

Então, por que tanta insegurança com a segurança?

insegurança
sensação ou sentimento de não estar protegido, seguro.

Um dos motivos é comportamental. O fato da tecnologia de nuvem ser nova pode causar um comportamento mais conservador, fazendo com que alguns profissionais prefiram aguardar testes e casos de sucesso de outras companhias para tomar sua decisão – mesmo isto implicando em agir de forma mais lenta e reativa com relação ao mercado.

O outro motivo é basear-se em informações incorretas. A verdade é que alguns pontos que tenho observado sobre esta insegurança são na verdade fruto de mitos propagados constantemente pela internet e que apenas reforçam uma informação imprecisa, impedindo que profissionais de TI tomem decisão com base em fatos.

Há ainda uma parcela das decisões de adoção de nuvem que estão de fato baseadas em características muito específicas e incomuns que fazem com que a segurança seja um impeditivo.

Chegou a hora de separar verdade de ficção e acabar com alguns mitos sobre segurança na nuvem (IaaS)!

MITO 1: NUVENS PÚBLICAS NÃO SÃO SEGURAS.

O ambiente de nuvem pública pode ser ainda mais seguro do que um ambiente on-premisses ou mesmo um Data Center. O fato é que nenhuma nuvem é igual a outra e por isso o importante é que as empresas tenham critérios claros de controle e visibilidade desejados.

Por se tratar de um ambiente compartilhado, na maioria das vezes os controles aplicados à nuvem são mais rígidos do que em ambientes on-premisses.
Diversas regras de segurança são aplicadas na camada física da infraestrutura, além de existir isolamento lógico entre todos os clientes, fazendo com que os ambientes estejam blindados contra acessos não autorizados.

Um exemplo disso é que o UOLDIVEO, para reduzir os riscos de clientes e do próprio UOL, atualiza constantemente suas tecnologias, regras de firewalls, planos de mitigação de vulnerabilidades para todos componentes de infraestrutura baseado na detecção de tentativas de ataques, além de segmentação de rede e aplicação de patchs de segurança.

MITO 2: SEGURANÇA EM NUVEM É UM NOVO DESAFIO.

A verdade é que a segurança na nuvem não é uma preocupação nova.
A computação em nuvem tem mudado muita coisa no mundo da infraestrutura, mas a maioria das preocupações de segurança, como proteger a infraestrutura e os dados sensíveis, são preocupações antigas.
Requisitos de segurança e de governança são os mesmos independentemente de componentes físicos, virtuais ou de nuvem. Na nuvem, a maneira pela qual as mudanças na infraestrutura acontecem tornam controle e visibilidade ainda mais importantes.

MITO 3: COMPLIANCE É O MESMO QUE SEGURANÇA.

Muitas empresas acreditam que se o provedor de nuvem é certificado, seus sistemas são seguros e invulneráveis à ataques.
Na verdade, o certificado não garante a segurança. Apenas confirma que o que estava definido, foi cumprido no momento da auditoria.
Muitas vezes, os padrões de conformidade às políticas e procedimentos dependem de pessoas ao invés de sistemas automatizados e por isso podem ocorrer falhas entre auditorias. Acreditar que ter certificação é o mesmo que ter segurança – e vice-versa – coloca a empresa em risco.

MITO 4: CLIENTES DE UMA MESMA NUVEM PODE ATACAR UNS AOS OUTROS.

Em uma nuvem pública como VMware vCloud Air, OpenStack, AWS ou Microsoft Azure, os clientes compartilham recursos de computação, armazenamento e recursos de rede.
Como os recursos físicos são compartilhados, muitas empresas se preocupam que sejam atacadas por outros clientes que utilizam o mesmo serviço. Na verdade, existem diversas questões que garantem a proteção entre clientes.

Invadir a camada de virtualização, por exemplo, não é simples. Há poucos relatos deste tipo no mundo e casos deste tipo ocorreram elevando o nível de permissão de um usuário existente, dentro do painel de gestão.

Para evitar isto, é possível isolar a camada de gerenciamento, colocando-a em uma rede separada e ainda que estejam na mesma rede, é possível fazer o isolamento da VLAN.

MITO 5: INVASÕES VIA INTERNET SÃO MAIS AMEAÇADORAS NA NUVEM DO QUE EM UM DATA CENTER.

Ameaças vindas da Internet são reais, mas não são mais ameaçadoras na nuvem do que para qualquer outro ambiente.
Alguns dos principais problemas de segurança em nuvem incluem violações de dados, invasão de conta, APIs inseguras e negação de serviço (DDoS). Estas preocupações não são novas quando falamos em serviços conectados à Internet.
Uma variedade de proteções pode ser utilizada contra esses ataques, que vão desde firewalls, varredura de vulnerabilidades e criptografia para prevenção de intrusão de rede, até credenciais inteligentes.

MITO 6: VOCÊ NÃO PODE CONTROLAR ONDE SEUS DADOS RESIDEM NA NUVEM.

A localização dos dados é uma preocupação importante e muitos países têm leis que não permitem a exportação de dados pessoais ou o seu armazenamento em outro país.
Quando a residência de dados é uma preocupação, especialmente para informações pessoais como informações de saúde, impostos e financeiras, a escolha do provedor de nuvem deve basear-se onde o service provider mantém seus Data Centers em nuvem.
Empresas que fornecem serviços em vários continentes devem, pelo menos, escolher um provedor de serviços que possa satisfazer essas necessidades com Data Centers aderentes à política de cada país.

 

Gostou deste post? Aproveite e baixe gratuitamente nosso whitepaper “Nuvem híbrida: deixe as preocupações com segurança no passado” e saiba mais sobre segurança em nuvem.

Dica: Este whitepaper acima pode ser ainda mais interessante se sua empresa utiliza ambiente virtualizado em tecnologia VMWare.

O que todo profissional de TI deve saber sobre OpenStack

O que Yahoo, Cisco WebEx, Mercadolibre, Red Hat, PayPal e American Express tem em comum?

Todos eles usam OpenStack.

Estes são apenas alguns exemplos de que OpenStack tem conquistado o cenário de TI e, ao longo do último ano, tem captado a atenção das comunidades de TI e de negócios.

Enquanto a maioria dos CIOs já entendem os benefícios da nuvem privada, pública e híbrida, muitos ainda estão no escuro quando se trata de serviços de TI específicos que OpenStack fornece.

Com uma comunidade global de mais de 40.000 usuários e mais de 500 empresas contribuindo ativamente, o OpenStack veio para ficar.

Porque as empresas estão aderindo ao OpenStack?

De acordo com dados de mercado, o mundo cria 2,5 quintilhões de bytes de dados diários, o que significa que 90 por cento dos dados no mundo de hoje foram criados nos últimos dois anos.

Este é um exemplo de que as empresas precisam escalar rapidamente para enfrentar os desafios de volumes crescentes de dados, mas também querem ter certeza de que suas informações estão seguras e facilmente acessíveis.

A forma como usamos e pensamos tecnologia está evoluindo mais rápido do que nunca. Para manter-se competitivas, as empresas devem usar tecnologias que entreguem agilidade e capacidade de uso rápido e OpenStack oferece isto.

Mas o que é o OpenStack?

OpenStack é um software de código aberto, o que significa que qualquer pessoa pode acessar o código-fonte, fazer as modificações necessárias e compartilhar livremente essas mudanças a comunidade em geral.

Seu propósito é realizar a orquestração da nuvem e seus componentes de infraestrutura, por meio de um padrão pré-estabelecido, apoiado por vários fornecedores, evitando assim o lock-in de hardware e software.

Isso também significa que OpenStack tem o benefício de milhares de desenvolvedores em todo o mundo trabalhando em conjunto para desenvolver um produto mais forte, mais robusto e mais seguro, com uma capacidade de desenvolvimento e correção de erros além de qualquer empresa do mundo.

Por outro lado, o que muitos usuários e desenvolvedores tem revelado é a necessidade de se aprofundar tecnicamente na tecnologia para conseguir lidar com o OpenStack no dia-a-dia. As empresas devem estar preparadas para dedicarem talentos reais de programação e arquitetos sênior, e devem estar preparadas para passar até dois anos trabalhando em “Q.A.” até conseguirem qualquer implementação funcional.

A Dualtec, empresa especializada em cloud computing, adquirida pelo UOLDIVEO, passou por este desafio antes de ter sua oferta de nuvem pública estável e seus processos maduros para atender ao mercado.

É exatamente neste ponto que o UOLDIVEO pode colaborar com as empresas, já que além de fornecer nuvem pública em OpenStack com características pre-determinadas, ainda apoia grandes empresas na construção, gestão e otimização de nuvem privada, com características customizadas.

5 maneiras de avaliar se infraestrutura e operações estão drenando seu orçamento de TI

A redução nos custos é uma busca interminável na maioria das empresa, principalmente em tempos de crise.
O crescimento lento – e muitas vezes até a redução – dos orçamentos de TI, tem feito com que grande parte dele seja usado para manter os sistemas e a operação funcionando – limitando a agilidade das empresas.
É exatamente este cenário que tem imposto desafios para CIOs e gestores de TI, que agora precisam concentrar seus esforços em áreas que podem garantir redução de custos significativa para alocação em outras frentes antes sequer consideradas.

Para ajudar você, algumas perguntas devem ser feitas para avaliar oportunidades de otimização de custos:

1) Você conhece o custo total de aquisição (TCO) do seu ambiente?

TCO – Total cost of ownership – como o próprio termo diz, avaliar os custos totais de aquisição – diretos e indiretos – associados a um ativo durante seu ciclo de vida é a chave para identificar oportunidades de redução de custos e comparar o ambiente atual com outras alternativas.
Ele também é mais rápido e mais fácil de usar do que os custos reais vindos de relatórios financeiros, já que além de demorados, normalmente não permitem uma visão simplificada e detalhada o suficiente para uma adequada avaliação.

2) Você avalia constantemente o tempo de depreciação dos ativos de seu Data Center e estratégias alternativas disponíveis no mercado?

Estender a depreciação dos equipamentos pode parecer uma opção inteligente, mas de fato isto gera um custo maior de longo prazo.
A tecnologia de servidores evolui a cada ano, oferecendo maior performance, menor depreciação, redução no consumo de energia, etc. A redução do consumo de energia pelos novos equipamentos já permite justificar facilmente a decisão de investimento.
Outra alternativa é a opção por soluções de Cloud Computing, que hoje tem à disposição soluções específicas para cada característica de ambiente e aplicação.
Por exemplo, se sua empresa possui sistemas legados em ambientes depreciados, há nuvens que podem atender melhor este tipo de cenário.

3) Grande parte da infraestrutura e operação de data center ainda é mantida dentro da própria empresa?

De acordo com a consultoria Gartner, os custos de Infraestrutura e operações representam aproximadamente 70% do orçamento de TI de empresas de pequeno e médio porte, e aproximadamente 80% dos gastos em execução.

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A recomendação da empresa é que Infraestrutura e operações seja o ponto focal para redução destes gastos.

Justamente neste ponto consideramos a utilização de serviços de Data Centers e Managed Service Providers (MSPs) uma opção para que empresas consigam o benefício da redução de custos, além de altos índices de qualidade e SLA na prestação de serviços.

4) Qual esforço está sendo colocado para reduzir os custos com Storage?

Para a maioria das empresas, o TCO de storage não vai diminuir dentro de três anos, porque o crescimento de armazenamento está superando o declínio no custo de armazenamento por Terabyte. Sem fortes estratégias de contenção de custos, o aumento no armazenamento pode consumir a economia de custos em outras áreas.

5) Você sabe exatamente onde e como Cloud Computing faz sentido em seu ambiente de Infraestrutura e operações?

Cloud muitas vezes entrega redução de custos, mas nem sempre. Por isso é importante entender onde e como Cloud Computing entrega valor. O ponto de partida é ter em consciência de que não há uma solução ou modelo de cloud que se adeque a qualquer necessidade de TI.

Há diversas soluções no mercado e cada uma delas entrega benefícios diferentes ao ambiente de TI das empresas – inclusive redução de custos.

Quando falamos em redução de custos, Disaster Recovery (DR), é um bom exemplo.
Eles são concebidos para serem usados somente como medida emergencial em situações bastante atípicas e por isso permanecem a maior parte do tempo ociosos.

Manter infraestrutura para suportar o plano de Disaster Recovery sem nuvem, depende de altos investimentos e de bastante tempo. Os custos com equipamentos são altos e normalmente os processos são realizados em localidades geográficas distintas. Caso sua empresa ainda não tenha utilize DR em Cloud, esta é uma boa oportunidade para redução de custos sem abrir mão de disponibilidade e segurança.

Por fim, outra forma de redução de custos está diretamente associada a um dos entraves mais críticos nos orçamentos de TI: a rigidez da contratação de infraestrutura tradicional, pouco variável conforme as necessidades do negócio e volatilidade de demanda.

Fonte:
Gartner, Ago 2014, Best Practices to Drive Cost and Value Optimization for Infrastructure and Operations.