Migração para cloud

Conheça os erros mais comuns na hora de migrar para a cloud

Os céticos em acreditar que a cloud computing seria um modismo passageiro, já se conscientizaram de que a nuvem não trata de um simples conceito, mas sim de um modelo de TI. Virou uma verdadeira corrida e um desafio contra o tempo, pois quem não está dentro tem a noção de atraso frente aos seus concorrentes.

A computação em nuvem está em uma fase avançada de expansão no mercado, porém muitas companhias ainda cometem erros de implementação, amargando prejuízos e – pior ainda – colocando suas informações em risco. Alguns problemas decorrentes desses erros são rapidamente corrigidos, mas outros podem destruir projetos inteiros.

Implementar uma estrutura de nuvem em um ambiente de produção não é um processo fácil e possui custo significativo. Por este motivo, mapeamos as principais falhas cometidas pelos tomadores de decisão na hora de migrar para a nuvem.

 

Confira:

 

1 – Olhar para a infraestrutura e não para a aplicação

Este é o primeiro erro cometido e que pode ser a razão de muitas dores de cabeça. Antes de tomar alguma decisão, é necessário compreender o nível de maturidade das diversas aplicações. Algumas delas estão 100% preparadas para a nuvem, outras ainda não. Importante saber que aquelas imaturas para a cloud simplesmente não irão funcionar.  

Por isso, o principal item de reflexão antes de qualquer decisão é analisar o que está sendo levado para a nuvem. Não hesite caso seja necessário fazer substituições de aplicações, em situações em que as mais antigas não estiverem adequadas ao novo ambiente. Vale mais a pena realizar investimentos antes, do que amargar situações desagradáveis na implantação.

 

2 – Tenha cuidado com a cultura da companhia

Ao tomar a decisão de levar as aplicações para a nuvem, avalie se a companhia continua operando da forma tradicional. Muitas empresas acreditam serem digitais, mas na hora “H”, não é bem assim.

É importante que haja uma real mudança na cultura, e isso leva algum tempo.  Os colaboradores precisam ser engajados para a implementação da nova tecnologia. Muitas vezes, os colaboradores não possuem know how para a mudança e, nesses casos, é melhor contar com um parceiro de confiança.

 

3 – Avalie o posicionamento do fornecedor

Este é um erro comum, cometido por falta de tempo ou desconhecimento. Muitas vezes, o fornecedor indica uma nuvem que não se aplica da melhor maneira às necessidades daquela empresa. Infelizmente, a situação é recorrente em empresas de porte pequeno e médio, que contratam parceiros com uma única bandeira de cloud. É preciso estudar bastante as opções antes de selar um contrato, conhecer as opções disponíveis no mercado e ter calma antes de tomar uma decisão.

 

4 – Falta de conhecimento sobre os modelos de nuvem disponíveis

Existem três tipos diferentes de “nuvens”: públicas, privadas e híbridas. Dependendo do tipo de aplicação ou requisito de negócio, é preciso comparar as diferentes opções que nuvens privadas, públicas e híbridas podem oferecer.

Para que se possa decidir sobre um modelo de nuvem, determine qual é o modelo ideal para o seu negócio. Arquitetar a nuvem é uma das decisões mais importantes de tecnologia que você irá enfrentar.

 

5 – Falta de planejamento da migração

Migrar para a nuvem implica em pensar cada detalhe antes de agir.  É importante investigar assuntos que vão desde as legislações a respeito das informações que estarão na nuvem até questões sobre segurança. Caso contrário, corre-se o risco de ter um sistema incapaz de oferecer os serviços apropriados para os usuários e, o mais importante, de passar por uma auditoria.

 

A abordagem consultiva como chave

Devemos considerar que uma abordagem consultiva é a chave para equilibrar os benefícios e os riscos de nuvem. É a melhor forma dos gestores de TI tirarem proveito dos benefícios de uma nuvem privada e pública.

O caminho natural da adoção depende da maturidade tecnológica da empresa e, normalmente, passa de uma estrutura tradicional para uma virtualização, indo para uma nuvem privada e, em seguida, com a extensão dos recursos, para a nuvem pública, formando a nuvem híbrida.

Para finalizar, conte com um parceiro qualificado para apoiar a jornada do seu negócio. Afinal, arquitetar nuvens é tarefa que exige especialização e experiência.

 

Tullio Bertoldi Christianini

 

Saiba porque a carreira de cientista de dados é considerada a profissão do futuro

Saiba porque a carreira de cientista de dados é considerada a profissão do futuro

Você provavelmente já deve ter clicado naquele recurso do LinkedIn “Pessoas que talvez você conheça”, correto? O que talvez seja uma novidade é que um simples link como aquele atingiu uma taxa de cliques 30% maior do que a registrada por outros recursos que direcionavam o usuário para outras páginas do site. Gerou milhões de pageviews e foi decisivo para crescimento da maior rede social de profissionais do mundo.

Essas e outras descobertas são atribuídas a um novo perfil de profissional: o cientista de dados,  uma atividade que vem crescendo a passos largos no mundo inteiro, sobretudo graças a conceitos como Big Data e Ciência de Dados. Muitos profissionais estão atentos a esse movimento e buscam entender como aproveitar o conhecimento que já possuem para se enveredar nesta carreira, que vem dominando o cenário de contratações nos Estados Unidos e Europa.

Quais são as habilidades imprescindíveis ao cientista de dados. E quais os conhecimentos que fazem dele um profissional tão procurado?

 

Quem são eles?

Esses profissionais, em sua maioria, começaram suas carreiras como estatísticos ou analistas de dados. Mas conforme o Big Data (e as tecnologias como o Hadoop) começaram a crescer e evoluir, esses papéis também se transformaram. Os dados passaram a exigir análise, curiosidade criativa e um talento especial para traduzir ideias de alta tecnologia em novas maneiras de obter lucro.

O cientista de dados também tem origens acadêmicas. Há alguns anos, as universidades começaram a reconhecer que os empregadores queriam programadores e pessoas que tivessem espírito de equipe. Os professores ajustaram suas aulas para acomodar isso – e alguns programas, como o Institute for Advanced Analytics, na North Carolina State University, preparam-se para produzir a próxima geração de cientistas de dados. Existem hoje mais de 60 programas semelhantes em universidades nos EUA.

 

O mercado de trabalho

A função de cientista de dados é uma das mais requisitadas no mercado de trabalho. Segundo pesquisa realizada pela Michael Page, esses profissionais estarão entre os mais procurados no segmento de TI nos próximos dois anos.

Outro levantamento, do site norte-americano CareerCast, especializado em carreiras e emprego, colocou a profissão como uma das cinco mais promissoras de 2017. O Fórum Econômico Mundial também considerou a profissão como uma das carreiras mais relevantes.

Mas apesar de tanta empolgação, segundo a revista Harvard Business Review, a profissão cientista de dados está em alta, mas ainda é rara no Brasil. Isso porque não é simples encontrar profissionais que atendam aos três principais conhecimentos exigidos aos profissionais: conhecimentos de programação, estatística/matemática e visão de negócios.

 

Quando contratar um cientista de dados?

A essa altura você pode estar se questionando se a sua empresa precisa de um cientista de dados.

As organizações que realmente precisam desse profissional têm duas coisas em comum: gerenciam enormes quantidades de dados e enfrentam questões importantes diariamente.

Portanto, para responder a essa pergunta é importante refletir sobre alguns pontos:

  •      Qual a importância da análise dos dados para o seu negócio?
  •      Sua empresa tem um ambiente que suporta o uso de analytics?
  •      Os dados são transformados em insights para transformar o negócio?

Não há dúvidas sobre a capacidade da ciência de dados em transformar indústrias e modelos de negócios tradicionais. O conceito de machine learning é um bom exemplo de aplicação, pois permite prever problemas futuros ao usar algorítimos e análise de padrões de dados para identificar e indicar soluções efetivas para problemas de negócios.

Mas é preciso se certificar de que a companhia realmente tem a mentalidade preparada para fazer algumas mudanças e está focada no processo de inovação. Caso contrário, o investimento não fará o menor sentido.

Sendo assim, analise o planejamento estratégico do seu negócio e considere a contratação desse profissional, se a meta da sua empresa for crescer com base na transformação digital.

 

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Black Friday: como o varejo tem se preparado para suportar a alta demanda

No ano passado, a Black Friday rendeu ao varejo online R$ 1,9 bilhão de faturamento em apenas 24 horas, segundo dados apurados pela Ebit. Em um único dia foram feitos mais de 2,92 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 653 por compra. Com a crise econômica dando sinais de recuperação, a expectativa é que a data mantenha sua trajetória ascendente, com desempenho ainda melhor este ano.

A boa notícia vem acompanhada de alguns alertas de precaução. Para as empresas tirarem o máximo de proveito da Black Friday é preciso preparar a estrutura de TI para encarar o pico de acessos e de demandas computacionais em um curto período de tempo. As maiores dificuldades enfrentadas pelas companhias de varejo online estão ligadas ao datacenter, uma vez que eles nem sempre são estruturados para lidar com o volume tão alto de transações simultâneas.

Para evitar surpresas de última hora, o varejo tem se preparado com meses de antecedência, justamente para conseguir realizar todos os testes e desenhar uma previsão de possíveis falhas, antes do período crítico.

 

Veja quais são os principais pontos de atenção:

 

  • Adapte sua estrutura

As empresas precisam ter consciência de que necessitam de uma infraestrutura elástica para suportar os picos de acesso em datas especiais, sobretudo na Black Friday.

O uso de servidor em nuvem pode ajudar a evitar quedas e indisponibilidades do site durante grandes demandas, mas só a cloud não resolve, porque parte dela também depende de infraestrutura. A tecnologia de suas aplicações vai dizer até que ponto você poderá usufruir da escalabilidade oferecida pela nuvem.

 

  • Realize Teste de Estresse

O Teste de Estresse consiste em checar se a plataforma na qual a loja virtual está instalada suportará o maior número de acessos e se a própria loja está preparada para lidar com um grande volume de vendas em um curto espaço de tempo, gerenciando prevenção de fraudes, emissão de notas fiscais, embalagem dos produtos vendidos e toda a operação logística.

Para isso, tenha em mão informações sobre performance, estabilidade ou funcionalidades que precisarão ser testadas.

No caso de performance e estabilidade, você submeterá o ambiente a um pico de atividade, onde o objetivo é ver o limite da infraestrutura montada. Já no caso da funcionalidade, o objetivo é saber se tudo está funcionando de acordo com o que foi especificado.

Tenha bem definido o desenho da arquitetura do ambiente, os componentes que fazem parte desta arquitetura (rede, servidores, aplicação e usuários), produtos e aplicações que serão testadas, se a carga na qual o ambiente foi montado deverá atender as demandas e, o mais importante: a quantidade estimada de usuários que vão acessar este ambiente na Black Friday.

 

  • Verifique os serviços de suporte

Cheque com a plataforma quais os serviços de suporte que os fornecedores vão praticar no dia “D”. Geralmente, quem fornece infraestrutura e datacenter cria força-tarefa com uma equipe especial que fica 24 horas à disposição, porque sabem que nesse dia tudo vai ter utilização bem superior à média. Vale a pena verificar com seus fornecedores quais são os planos para suportar o pico de atividade na Black Friday.

É importante contar com uma capacidade maior de processamento e memória do datacenter, exclusivamente para a data. O objetivo é evitar que o serviço pare ao chegar no limite, descartando os pedidos que não consiga processar. Essa condição é denominada “on demand”, criada para situações nas quais o lojista sabe que vai ter um pico de vendas.

 

  • Invista em uma análise de transação robusta

Utilize um processador de pagamentos que realize uma excelente análise de todas as transações corretamente.  Com o aumento das vendas no seu site, mais análises de transações serão necessárias e alguns serviços de análise de risco do tipo automática, feita por software, podem bloquear transações legítimas em função de inconsistências no sistema. E como nessa época o número de transações é maior, o risco de bloqueio de transação também aumenta.

É recomendável que sua empresa tenha uma equipe focada em verificar a legitimidade das transações. Talvez seja necessário repensar a forma como as transações são analisadas para que não as vendas não sejam perdidas e nem sejam vítimas de golpes.

 

  • Conheça a capacidade de seu ambiente

Por fim, tenha em mente que você precisa saber exatamente o quanto seu ambiente consegue escalar. É possível traçar estratégias de acordo com seu nível de escalabilidade, evitando picos repentinos. Uma outra possibilidade é distribuir a campanha ao longo do mês, em vez de apostar tudo em um único dia e deixar os clientes a ver navios.

 

Não se esqueça: este é um trabalho constante que envolve ações estruturadas que devem ser programadas ao longo de 12 meses. Caso contrário, fica a lacuna que pode ser ocupada pelo concorrente, que se preparou antes de você. Nós podemos ajudar a sua empresa a fazer isso. Consulte-nos!

 

Alexis Rockenbach

 

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Por que as empresas devem investir na terceira plataforma da tecnologia de TI?

Um estudo do Gartner apontou que, até 2020, teremos mais de 25 bilhões de dispositivos e objetos conectados à internet. Isso significa que em três anos – sim, são apenas três anos – as empresas terão à disposição, a partir de qualquer dispositivo e sempre que for necessário, informações de qualidade sobre tendências de mercado, processos organizacionais e comportamento de consumo do cliente, entre muitos outros dados importantes para a tomada de decisão. Significa também que vamos ter uma melhor oferta de produtos e serviços aderentes às demandas cada vez mais específicas do consumidor.

Nos últimos anos, a tecnologia transformou a forma como as pessoas se relacionam, como fazem negócios e como vivem a vida de modo geral. Deixamos de depender da área de informática para manter sistemas e equipamentos funcionando e passamos a ter uma rotina altamente tecnológica, com diversos dispositivos conectados de forma totalmente inovadora. Passamos a viver então a era da terceira plataforma de TI, regida por quatro importantes pilares:

  • cloud computing

  • mobilidade

  • big data analytics

  • social business

 

A importância dos aceleradores de inovação na terceira plataforma de TI

Você certamente já ouviu falar sobre os aceleradores de inovação. São práticas inovadoras que estão nos levando para o caminho da terceira plataforma de TI e promovendo a transformação digital, como internet das coisas, machine learning, impressão 3D, realidade virtual e aumentada e robótica, entre outras.

A maioria dos brasileiros que moram nas grandes capitais já vivenciaram experiências propiciadas pelos aceleradores de inovação e nem se deram conta de que estavam fazendo parte de uma transformação digital.

Você já parou para pensar como esse cenário vem ocorrendo em pequenas pílulas ao longo do dia?

Podemos citar exemplos de empresas que se desenvolveram dentro da terceira plataforma de TI, como o Nubank ou o Netflix. Porém, todas estão percebendo que precisam se apoiar na terceira plataforma para acompanhar as grandes mudanças exigidas pela transformação digital. São evoluções simples, mas que levam à redução de custos e a maior satisfação dos clientes.

Por exemplo, os escritórios de arquitetura estão deixando de usar um portfólio impresso com os projetos e apresentando os trabalhos por meio de um cardboard com QR code. Com a ajuda de aplicativos avançados de realidade virtual, eles conseguem apresentar suas ideias de maneira prática e com muito mais recursos do que um simples papel. Como se vê, realidade virtual não é coisa de gamer, nem de ficção científica. É uma solução de negócio tangível e real que ocorre a todo momento.

 

Transformações que enfrentam resistências

Embora todos esperem que a área de TI lidere mudanças, na prática não é assim que tudo acontece. Historicamente, a área de TI não foi estruturada para passar por grandes transformações – embora qualquer evolução passe por ela.

Quando a TI surgiu, na década de 60, seu papel era automatizar processos, garantindo velocidade às contas a pagar, a receber, almoxarifado e etc. Foi algo planejado para ser executado sempre do mesmo jeito, para ser ágil e consistente. No entanto, essa fase acabou e a área de TI precisa compreender o seu novo momento.

Hoje, no mundo em transformação, a área de TI é que tem que suportar a mudança. Sabemos o quanto é difícil virar a chave, pois trata-se de uma questão cultural. É preciso que as empresas compreendam a importância de se investir nas novas tecnologias para acompanhar um movimento que não tem mais volta. Pense nisso!

 

dicas-para-tirar-os-projetos-do-papel-e-cumprir-os-prazos

3 dicas para tirar os projetos do papel e cumprir os prazos

Projeto em TI é uma atividade crítica recorrente, assim como os seus requisitos: as necessidades são urgentes, os cronogramas são apertados e as expectativas do cliente estão lá em cima. O ponto é que mesmo com todo o empenho das equipes, ao longo das semanas, é possível observar que os projetos não saem do papel da forma idealizada e, pior, com prazos completamente estourados.

Mas como evitar os motivos que levam ao caos tantos projetos de TI?

1 – Tenha claro o escopo contratado

O primeiro e mais típico dos motivos que levam ao caos são os mal-entendidos com relação ao que o cliente deseja versus o que ele contratou, considerando a capacidade de entrega do fornecedor. O entendimento do projeto é fundamental e vai determinar o seu sucesso ou fracasso. Você realmente entendeu a necessidade do cliente e o escopo que foi contratado? Você possui recursos suficientes para cumprir a proposta?

Pode parecer óbvio, porém é primordial avaliar o contrato assinado pela área comercial. A situação é mais comum do que se imagina, sobretudo em empresas de pequeno e médio portes. E em muitas empresas grandes que não possuem tanta maturidade em TI, o que é comum em setores como saúde, agricultura, construção civil, entre outras.

2 – Planeje a contratação dos recursos

Apresente um cronograma viável frente à complexidade do projeto. Em muitos casos, os projetos já começam atribulados porque não foram avaliados os recursos necessários para as tarefas. Além disso, não há tempo hábil para contratações ou treinamentos. Ou seja: não há recursos disponíveis dentro de casa.

Esse cenário conturbado dá origem a outras grandes dificuldades que atrapalham os cronogramas e tiram o sono dos gerentes de projeto, como por exemplo a má comunicação.

3 – Defina bem o papel do gerente de projetos

Podemos dizer que o gerente desempenha uma função que vai além de escriba. É ele quem vai realizar a documentação do projeto e registrar todos os passos necessários para concretizar uma tarefa dentro de um modelo de segurança, pontuando os prazos, negociando possíveis atrasos e fazendo novos acordos. O gerente de projetos precisa ser alguém com capacidade de comunicação com todos os envolvidos – tanto stakeholders quanto sua própria equipe – garantindo que o projeto flua dentro do esperado.

Vale lembrar que a capacidade de negociação do gerente é um dos grandes desafios para o cumprimento dos prazos. Quem nunca se deparou com “brigas” via e-mail com inúmeras pessoas copiadas, com réplicas e tréplicas de acusações, normalmente com o assunto se desviando do foco inicial? Além de ser uma situação vexatória, demonstra a falta de sensibilidade do gerente em avaliar a proposta técnica e estudar com sua equipe antes de conversar com cliente.

A importância de manter o cronograma em dia

Cumprir prazos significa manter o cliente satisfeito e se comprometer com ele, mas para tal é preciso fazer cálculos dentro do universo de trabalho disponível. Muitas vezes, a área comercial faz propostas audaciosas e a área técnica precisa correr para entregar, faça chuva ou faça sol. Isso não é saudável e qualquer erro pode comprometer o relacionamento com o cliente.

Outro ponto é a famosa definição de prioridades: ninguém quer ouvir que tal item em um projeto é mais importante do que outro. Porém, é preciso saber a hora de negociar prazos, pois nem sempre é possível dar vazão a todas as tarefas simultaneamente.

Por fim, entregar um projeto dentro do prazo e com todas as exigências do contrato exige uma comunicação bastante alinhada entre toda a equipe, além de muito jogo de cintura para negociação de cronogramas. Não se engane: os recursos são sempre limitados e quanto mais clareza você conseguir estabelecer em um projeto, melhor para todos.

 

Luis Francisco Felizola Soares

Gestão na nuvem: ainda um desafio para o CIO

Gestão na nuvem: ainda um desafio para o CIO

A área de tecnologia da informação vem passando por uma importante transformação nos últimos anos: os CIOs estão deixando de realizar investimentos altos em máquinas e capacitação técnica para apostarem na contratação de tecnologias como serviços, como por exemplo o SaaS, PaaS e IaaS.

Neste ponto, a cloud computing torna-se a bola da vez, já que as empresas precisam cada vez mais de flexibilidade, escalabilidade e mobilidade para alavancarem os seus negócios.

Até aí tudo seguindo o ritmo natural. Porém, o ponto que vem tirando o sono de muitos gestores começa depois dessa etapa. Agora que o datacenter e as aplicações já estão na nuvem como fica a gestão desses serviços?

Quando uma empresa reduz boa parte da infraestrutura física e migra para a nuvem, ela está em busca de escalabilidade e flexibilidade, mas precisa continuar tendo o controle do que está acontecendo com seus dados.

Muitos gestores de TI estão se perdendo no processo de digitalização dos negócios.

Não adianta investir em transformação digital se não conseguir gerir de forma eficiente o ambiente.

Mas cabe à TI controlar isso sozinha?

 

Busque um parceiro para ajudar no processo de gestão da nuvem

Planejar e gerenciar a infraestrutura de TI é um passo fundamental para ter sucesso na estratégia de migração para a nuvem, principalmente quando se fala de negócios digitais.

Por isso, mais do que nunca, o profissional de TI deve estar focado na evolução do negócio e não apenas acompanhar a performance das “luzinhas” dos sistemas.

O melhor a fazer nesse caso é contar com o apoio de um parceiro como o UOLDIVEO, por exemplo, que vai ajudá-lo a gerir seus sistemas e aplicações em cloud. Isso é essencial para ter a orquestração dos ativos e serviços da empresa de modo estratégico, olhando a TI como um todo.

A digitalização do negócio é um caminho sem volta. Portanto, não adianta partir para essa jornada, se não consegue gerir de forma eficiente os recursos na nuvem. Isso vai ocasionar estouro no orçamento e uma série de outros problemas relacionados à infraestrutura de TI.

O UOLDIVEO é um player agnóstico, que trabalha com todas as nuvens públicas e também com a nuvem privada. Assim, está pronto para apoiar o cliente para qualquer caminho que ele decida seguir.

Portanto, deixe de perder noites de sono tentando resolver sozinho a gestão dos ativos na nuvem. Busque o apoio de um especialista para ajudar a solucionar essa questão.

 

Rodrigo Balleroni

 

Transformação digital: entenda o papel do cloud computing

Transformação digital: entenda o papel do cloud computing

Muito se tem falado sobre transformação digital como um conceito. Entretanto, não se trata de uma teoria para o futuro, mas sim de algo pelo qual as empresas precisam dar o máximo de atenção para continuarem vivas e se manterem competitivas.

Diariamente somos impactados pela transformação digital, mas no mundo corporativo isso implica em uma mudança radical na estrutura das organizações. Vivemos o período em que TI está deixando de ser coadjuvante para desempenhar um papel estratégico central, apoiando as empresas a melhorarem seu desempenho, garantindo resultados cada vez mais satisfatórios.

O IDC prevê em seu estudo “Guia de gastos Transformação Worldwide Digital” que os investimentos das empresas globais com projetos para promover a transformação digital em 2017 devem passar de US$ 1,2 trilhão, um aumento de 17,8% em relação a 2016.

Os gastos com a transformação digital nas organizações, segundo a pesquisa, terão crescimento anual da ordem de 17,9%, chegando em 2020 com despesas da ordem de U$ 2  trilhões comparados a 2015. E para seguir o caminho da era digital, as companhias deverão investir em cloud computing, mobilidade, Big Data, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial e computação cognitiva.

 

E como a computação em nuvem está contribuindo para isso?

O primeiro pré-requisito para uma empresa ingressar ou expandir sua estratégia rumo à transformação digital é planejar o uso de uma tecnologia robusta e inovadora, que acompanhe o crescimento do negócio no curto, médio e longo prazos. As empresas devem estar antenadas às tendências ditadas pela IoT (Internet das Coisas), mídias sociais, dispositivos móveis e, principalmente, a nuvem.

A computação em nuvem é a base para a transformação digital, já que permite às empresas serem mais ágeis, terem mais performance, segurança e redução de custos.

Com os negócios cada vez mais digitais, praticamente todos os setores da economia estão sendo impactados e isso acabará beneficiando não só as empresas, mas especialmente os clientes que fazem parte das novas gerações e que possui um nível de afinidade maior com as novas tecnologias. Como a evolução não pára, novos produtos e serviços serão lançados e os tradicionais modelos de negócios sofrerão mudanças.

As companhias que pensarem digitalmente terão mais oportunidades para melhorar as experiências do usuário, aumentar a flexibilidade, incrementar os negócios e minimizar as despesas.

A cloud computing é fundamental para que as empresas, independentemente de seu porte e setor, encarem os desafios impostos pela transformação digital.

 

Solucione-3-problemas-críticos-do-seu-negócio-com-Cloud-Computing

Solucione 3 problemas críticos do seu negócio com Cloud Computing

Noites mal dormidas, irritação, stress e muita pressão por resultados. A vida para quem está à frente de tantos desafios não está nada fácil. Mas afinal, o que efetivamente pode ajudar um gestor de TI a melhorar sua qualidade de vida e resultado da sua empresa?

Um bom começo é entender de forma estruturada a necessidade da empresa e o que o mercado disponibiliza em termos de soluções. Vamos lá!

 

Cenários desafiadores:

Os departamentos de TI estão cada vez mais à procura de parceiros que possam trabalhar com eles, na medida em que adotam abordagens ágeis de desenvolvimento.

Segundo a consultoria Pace Harmon, as empresas estão movendo mais cargas de trabalho para a nuvem pública, mas continuam a executar determinadas aplicações em ambientes de nuvem privada dedicados por razões de segurança, regulamentos ou competitividade. Estão procurando mais por provedores que possam gerenciar e integrar de forma transparente seus ambientes de nuvem híbridos.

Ainda de acordo com a consultoria, a economia de custos baseada no trabalho humano está sendo suplantada por aquelas que são entregues pelo digital. As empresas estão exigindo capacidades de automação de seus fornecedores terceirizados, por proporcionar maior eficiência em muitos processos.

Confira três dores crônicas que podem ser minimizadas com a adoção da  nuvem:

 

1 – Investimentos acompanharem os resultados do negócio

Cenário: A instabilidade econômica exige cautela. E diminuir os custos de TI, com orçamentos já apertados gera uma pressão absurda para os gestores escolherem o portfólio de serviços necessários dentro do orçamento.

Como os custos aumentam:

  • Falta de conhecimento de como associar os custos aos ativos de TI;
  • Dúvidas de como enfrentar a gestão dos licenciamentos, manutenções e contratos de outsourcing;
  • Impacto dos casos de insucesso em projetos;
  • Falta de monitoramento dos gastos relacionados a TI.

Solução: Quando são feitos investimentos em nuvem, acabam-se os gastos fixos em infraestrutura que envolvem, por exemplo, servidores físicos, hardware e máquinas, mão de obra e energia elétrica, e passasse a pagar somente pelo que efetivamente foi usado. Além disso, muitas vezes gastos com licenças e renovações anuais de software também são eliminados.

 

2 – Indisponibilidade de sistemas e do acesso à rede

Cenário: A instabilidade dos serviços de TI é um problema crítico, pois depende de vários fatores. Os gestores devem sempre avaliar seus sistemas para assegurar a alta disponibilidade dos serviços, sem paradas.

Exemplos de consequências da indisponibilidade:

  • Processos críticos do negócio são interrompidos;
  • Serviços de e-mails ou acesso a documentos não funcionam;
  • Imagem da reputação da empresa pode ser afetada por uma crise.

Solução: A indisponibilidade no acesso aos sistemas e à rede é um ponto que traz uma série de prejuízos para as companhias. Por isso, quando um sistema corporativo usa cloud computing, os serviços e ferramentas podem estar distribuídos em diversas partes do mundo, podendo ser acessados em qualquer hora ou lugar. Além disso, soluções de recuperação de desastre baseadas em nuvem podem reduzir custos ao mesmo tempo que garantem reação rápida a eventos críticos.

 

3 – Vulnerabilidade dos dados

Cenário: As informações existentes representam o bem mais valioso de uma empresa. É preciso assegurar que todo o sistema de informações da empresa esteja protegido contra ameaças internas e externas.

Alguns fatores de risco:

  • Acesso a conteúdos na internet;
  • Ataques maliciosos e sequestro dos dados do cliente;
  • Ausência de proteções para o furto de dados;
  • Uso irresponsável dos usuários nos serviços de TI.

Solução: As questões relacionadas à segurança da informação é um problema enfrentado constantemente pelas empresas. Os provedores de nuvem contam com ferramentas de segurança extremamente avançadas, muitas vezes desconhecidas pela maioria das empresas.

Isso ajuda a evitar ataques maliciosos e permite a recuperação de informações, ao contrário de uma estrutura física danificada, na qual os dados talvez não possam ser recuperados facilmente. Manter os dados em discos rígidos físicos é muito mais arriscado do que colocá-los em nuvem!

Fique atento às inúmeras possibilidades que essa tecnologia disponibiliza para empresas de todos os portes. Não restam dúvidas de que o cloud computing pode ser um excelente aliado para os seus negócios.

 

 

 

IoT e IA: entenda por que a nuvem é fundamental?

IoT e IA: entenda por que a nuvem é fundamental

Muitos especialistas talvez ainda acreditem que a Internet das Coisas (IoT) e o cloud computing não possuem relação significativa entre si. No entanto, temos muitas razões para crer que o cloud computing é um verdadeiro combustível para inovação e, consequentemente, para a IoT.

Em apenas uma década, a computação em nuvem teve início de forma marcante na rotina das pessoas, mudando a maneira como as empresas executam suas tarefas e como traçam suas estratégias. Ela trouxe consigo um mercado em expansão no mundo inteiro, abrindo um leque de oportunidades e mostrando como os negócios podem ser mais rápidos, ágeis e econômicos para atender as necessidades dos consumidores.

Enquanto muitos só pensam na nuvem com relação à servidores e armazenamento, ela vem oferecendo uma infinidade de novos recursos que estão revolucionando a tecnologia. Estas características da nuvem marcam a arquitetura da IoT e, por isso, estão rapidamente expandindo e impulsionando a inovação nesta indústria.

Para se ter uma ideia da ascensão desse mercado, um estudo realizado no setor de B2B, pela empresa de pesquisa norte-americana Clutch, com 283 profissionais de TI, apontou que uma em quatro empresas que fazem uso de tecnologia na nuvem já usam recursos de IoT.

 

A nuvem que preenche lacunas

Um dos primeiros espaços ocupados pela nuvem e que é muito utilizado por IoT é a inteligência artificial, sempre voltada para tarefas que incluem frequentemente a tomada de decisão, percepção e análise complexa. Os atuais avanços da indústria de cloud computing permitiram à inteligência artificial evoluir para o uso diário com maior poder de computação e armazenamento de dados.

Outro espaço comum preenchido pela nuvem diz respeito a quantidade de informações recebidas e processadas em tempo real. A nuvem oferece plataformas sofisticadas de Big Data e Analytics, que auxiliam aplicações de IoT a descobrirem informações e insights entre dados que aparentemente não tem relação.

Previsões da IDC afirmam que o ecossistema de IoT movimentará US$ 13 bilhões até 2020, com cerca de 212 bilhões de “coisas” conectadas à internet, no país. E para que tudo isso seja possível de acontecer, o investimento em cloud computing é essencial.

 

IoT e IA são mais populares entre as empresas do que se imagina

O uso significativo de recursos para IoT e Inteligência Artificial nas companhias de todos os portes indica que ambos não são uma coisa passageira em cloud computing.

Há inúmeros exemplos que comprovam essa realidade. Na área da saúde, por exemplo, a internet das coisas já vem sendo usada para monitorar os pacientes por meio de wearables (dispositivos vestíveis). Esses dispositivos são capazes de transmitir dados sobre o tratamento de portadores de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão arterial e outras doenças que exigem acompanhamento constante. Isso não é mais uma novidade. É cotidiano.

Outro exemplo está entre companhias elétricas. O uso de IoT para monitoramento de desgaste de componentes ajuda a cortar custos de manutenção e operação, além de identificar potenciais falhas de equipamento antes que quebrem completamente. Por exemplo, se uma lâmpada queima em uma via pública, o centro de operações pode ser avisado no mesmo instante.

Na agricultura, sensores podem monitorar a temperatura do ar, do solo, a velocidade do vento, umidade, umidade das folhas e coloração das frutas. Compartilhando as informações de agricultores do mundo todo, sistemas de inteligência artificial podem tomar ações para melhorar os rendimentos do produtor.

Neste cenário, não há ficção científica ou especulação. Cloud computing e as novas tecnologias estão intimamente ligados e vai permitir que empresas se reinventem.

A revolução causada pelos smartphones não será nada perto dessa nova fase que está iniciando.

 

Como lidar com a geração Z como consumidores e colaboradores

Outro dia assisti uma apresentação sobre a geração Z. Que é justamente a geração que já nasceu neste mundo conectado. Ela não viveu a transição do advento da Internet, onde percebeu-se claramente o mundo antes e depois da Rede.

 

As referências são as de estar conectado à todos em real time e de também executar cinco tarefas simultaneamente. Não há limite!

 

Por mais que imaginemos que essa geração é muito reservada e focada em seu mundo, estudos indicam que é a mais antenada e comunicativa. Porém, usa a tecnologia a seu favor. Tem centenas, para não dizer milhares de amigos virtuais e estão a todo o tempo falando em grupos.

 

É uma geração que não tem preconceito algum, aceita e respeita as pessoas como elas são, não questionando suas posições sociais, políticas e muito menos suas opções sexuais.

 

Como lidar com essa geração como consumidoras ou colegas de trabalho?

 

São extremamente criativas e liberais, o que facilita o contato. Agora, o mundo delas é bastante agitado e instável. Não tem nenhum problema em mudar de ideia, desde que seja convencido para tal.

 

Agora, essa visão pluralista e desapegada de bens materiais, os fazem um consumidor essencialmente de serviços. Por exemplo, não estão preocupados em ter um carro, mas sim em se locomoverem de forma prática, eficiente e o mais barato possível. Assim, serviços como Uber ou Airbnb (para alugarem um quarto), dentre outros exemplos, atendem bem.

 

Essa geração valoriza os serviços digitais disponíveis na rede e estão mais propensos a consumi-los. E por entenderem esse mundo conectado, podem ajudar as empresas a desenvolverem aplicativos e ou serviços de uma maneira geral, para esse mundo novo. E quem sabe, produtos e serviços que atenderão à nova geração que virá – talvez chamada geração Alpha!

 

Gil Torquato